Polícia boliviana prende 3, de posse de explosivos, tentando embarcar em avião da Gol

As prisões ocorreram no aeroporto de Viru-Viru, em Santa Cruz de La Sierra, Bolívia.

Conforme informou o Jornal boliviano El Deber, os três suspeitos de cidadania australiana, foram presos às 11h40, na última quinta-feira (12), um dia antes dos ataques em Paris que ocorreram na sexta-feira (13). Os acusados foram presos por forças especiais de luta contra o narcotráfico, no Aeroporto Viru-Viru em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia.

Os três estavam na sala de pré-embarque do aeroporto e iriam embarcar em um avião da empresa de aviação Gol, que seguiria com destino a cidade de São Paulo, Brasil.

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Durante a revista foi encontrado explosivos dentro da mochila de Musumeci Julian Giovane Vincenzo. Os objetos encontrados foram uma banana de dinamite, uma cápsula de detonação e uma sacola plástica contendo um produto granulado, de cor rosa, que ainda será periciado, mas a primeira hipótese é que também seja explosivos, como relata a matéria do jornal El Deber.

O comandante da Polícia de Warnes,  Freddy Meneses, disse que “o crime de posse ou porte de explosivos perante as leis bolivianas, são tratadas com punições severas”.

“Hay el delito de tenencia y portación de explosivos, y en nuestro ordenamiento legal se ha establecido con sanciones drásticas”, disse o comandante.

Os australianos identificados por seus passaportes eram Justin Maurice Wei kwong, de 25 anos, Musumeci Julian Giovane Vincenzo, de 24 anos, e Eales Lian Mark, de 24 anos.

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Os suspeitos alegaram para as autoridades que são turistas e que foram visitar as regiões de Oruro e Potosi, antes de chegarem à cidade de Santa Cruz de la Sierra. Alegaram que estavam em visita turística pelo país desde o dia 23 de outubro, quando passaram por La Paz, Sucre, Uyuni e Potosi, visitaram uma área de mineração onde adquiriram o explosivo.

O Ministério Público já apresentou os suspeitos para um Juiz Cautelar, que decidirá o caso.

Os Australianos aguardam a decisão do Juiz sendo que porte e posse de explosivos no país, especialmente em aeroportos, é punível com pena de 3 a 5 anos de prisão. A empresa Gol confirmou o episódio e a prisão dos três elementos.

Gol anuncia demissões e cancelamento de vôos.

A companhia aérea Gol anunciou ontem, 2,  a demissão de 131 funcionários. Ao longo das últimas semanas houve ainda 46 adesões à licença não remunerada e 28 pedidos voluntários de desligamento. De acordo com a empresa, a medida garante um quadro de tripulantes condizente com as necessidades operacionais.

Além das demissões, a Gol também alterou a quantidade de voos diários. Foram reduzidos em torno de 80 voos de um total de cerca de 900 operados diariamente. Em nota, a companhia disse que as medidas foram tomadas para que a empresa possa “adequar-se à nova realidade do mercado, manter seu plano de negócios disciplinado e a sustentabilidade de sua operação”.

A Gol disse ainda que não deixará de atender a nenhum dos 63 destinos nacionais e 13 internacionais que compõem sua malha aérea. “O que está em curso é uma redução de frequências. Esta diminuição, adequada à nova realidade da companhia, manterá a oferta de assentos prevista para 2012”.

A direção do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) reuniu-se hoje com representantes da Gol para discutir a reestruturação da companhia. A empresa comunicou à entidade que avaliou como necessário o desligamento de 86 pilotos e 45 comissários, todos em fase de admissão ou treinamento.

Segundo nota do sindicato, a entidade tentou evitar as demissões, “mas a companhia foi intransigente. A Gol assumiu com o SNA o compromisso de dar preferência, em novas contratações, aos trabalhadores demitidos”. Da Agência Brasil.

Brasileiros voltam aos ônibus interestaduais?

Os tempos de volatilidade dos preços das passagens aéreas parecem ter passado. O prejuízo contábil de R$1 bilhão de reais, entre as duas maiores empresas do País, Gol e TAM, oportuniza agora até a redução de aeronaves, depois de aumentarem suas frotas em mais de 40 unidades entre 2010 e 2011. A Azul cresceu tanto que já está com 52 aviões. As empresas querem agora é rentabilidade, com taxas de ocupação maiores e passagens acima do custo operacional. Brasileiro pobre volta então a viajar longos trechos interestaduais de ônibus. 

Mais duas mortes na BR-020 em acidente com quatro carros

A polícia Técnica já possui confirmação de dois óbitos provocados num acidente ocorrido neste sábado (18), na BR 020 próximo à divisa da Bahia com o Goiás, envolvendo quatro veículos.

A Polícia Rodoviária Federal informou que, uma ultrapassagem indevida de um veículo Fiat Uno, de cor amarela, foi à causa do sinistro.

Ele rodou na pista e em seguida colidiu com um Astra, que capotou por várias vezes e atingiu mais dois veículos, um Volkswagen Gol, de cor branca,  e um Chevrolet Corsa, possivelmente com três ocupantes, dirigido por Jubertonio Alves Oliveira, que se feriu gravemente.

A esposa do motorista do Corsa, Maria do Socorro Alves da Silva, 40 anos, e o filho do casal o adolescente Vinicius Alves Oliveira, 14 anos, morreram na hora.

Uma quarta pessoa, também não identificada, sofreu lesões graves. Os sobreviventes foram socorridos para uma unidade hospitalar de Posse – Goiás.   Os dois corpos foram apresentados no IML de Barreiras. Do Blog Alô Alô Salomão, do radialista Salomão Correia.

Justiça do DF nega habeas para o dono da GOL.

A Justiça do Distrito Federal (DF) negou nesta quinta-feira o habeas-corpus impetrado por Constantino de Oliveira, fundador das Linhas Aéreas Gol, que pedia a revogação da prisão preventiva decretada contra ele pelo Tribunal do Júri de Brasília. Constantino responde a processo como mandante da tentativa de homicídio do ex-genro Eduardo Queiroz Alves, ocorrida em 2008. Os desembargadores entenderam que a prisão preventiva ainda é necessária “para garantir a instrução criminal e a ordem pública”.

Segundo a denúncia do Ministério Público (MP) do DF, Constantino de Oliveira teria contratado o pistoleiro José Humberto de Oliveira, por intermédio de Antonio Andrade de Oliveira, para matar o ex-genro por razões patrimoniais. O pistoleiro, segundo a acusação, atirou seis vezes contra o ex-genro de Constantino quando ele deixava a sede da Viação Planalto, em Brasília, onde é sócio, mas nenhum dos disparos o atingiu. Leia mais no portal Terra.

Gol e TAM lideram ranking de aéreas mais inseguras.

As companhias aéreas brasileiras TAM e Gol permanecem nas últimas posições no ranking anual de segurança divulgado pela instituição alemã Jet Airliner Crash Data Evaluation Center (Jacdec) e publicado este mês pela revista Aero International. A lista traz a classificação das 60 maiores empresas de aviação civil do mundo. Assim como no ano passado, a TAM ocupa a última posição. A Gol, por sua vez, ultrapassou a China Airlines, chegando ao 58º lugar.
Nas primeiras sete posições estão empresas que não registraram nenhum acidente grave nos últimos 30 anos. São elas: Qantas, Finnair, Air New Zealand, TAP Portugal, Cathay Pacific, All Nippon e Air Berlin. O ranking cria um índice baseado no número de acidentes (considerando mortes e perda de aeronaves) e na quantidade de passageiros transportados por quilômetro rodado durante os últimos 30 anos.
A TAM tem seis acidentes registrados desde que foi criada, em 1980, contabilizando 336 mortes. A Gol, fundada em 2001, teve um acidente, em 2006, com 154 mortes. Em 2010, morreram 829 pessoas em acidentes aéreos, ante 766 no ano anterior. No entanto, nenhum dos casos envolveu alguma das 60 maiores companhias aéreas do mundo, o que gera poucas alterações no ranking.
Em nota, a TAM afirmou que segue os mais elevados padrões de segurança do mundo, atendendo rigorosamente os regulamentos das autoridades brasileiras e internacionais, citando a americana Federal Aviation Administration (FAA) e a europeia European Aviation Safety Agency (EASA).
Já a Gol diz que o ranking não leva em consideração as causas dos acidentes. Em nota, a companhia informa que não foi o agente causador, conforme aponta relatório conclusivo do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes (Cenipa), no único acidente do tipo envolvendo avião da companhia, em 29 de setembro de 2006.

Um acidente não tem uma única causa: é uma série de pequenos incidentes. A Gol realmente não pode ser culpada do acidente de 2006, quando concorreram, na tragédia, um controlador aéreo e dois pilotos relapsos. Por outro lado, a TAM teve alta parcela de culpa nos seus acidentes. Num, teve o reverso de uma turbina do F100 aberto em plena decolagem e o co-piloto insistiu em dar aceleração na turbina defeituosa, quando poderia completar o processo com apenas um motor. No segundo, também em Congonhas, apesar de saber que não tinha reverso numa das turbinas, o piloto insistiu em pousar numa pista acanhada, inundada por chuva forte e ainda acelerou a turbina direita para tentar uma manobra arriscada de dar um cavalo-de-pau.