Os fatos dão a entender que acontecerão dois grandes bafafás nesta semana entrante: a desclassificação da seleção brasileira nas olimpíadas, depois de dois empates, e a saída de José Serra da chancelaria do Brasil.
A seleção de Neymar foi atingida por uma tsunami de apatia e falta de competência.
Serra, por uma delação de propina de R$23 milhões. Se mantido como chanceler brasileiro, o ex-governador terá muita dificuldade de participar dos atos diplomáticos de ora em diante. O Governo Temer já não é bem visto no Exterior – assim como o Governo Dilma, atingido por uma onde de denuncias de corrupção. Como manter Serra na posição? Melhor nomear um diplomata de carreira, de preferencia bem desconhecido mas com boa folha corrida.
Além destas, a nível regional, deverão acontecer pequenas mas consistentes tropeços no registros de candidaturas. Aí será a hora de abarrotar a Justiça Eleitoral de mandados de segurança e outros “quetais”.

