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Correntina: professores entram em greve pela 3ª vez em 3 anos
Os Professores de Correntina mais uma vez entram de greve na atual gestão. É a terceira vez nesta gestão de Ezequiel Barbosa. A administração não tem cumprido com suas obrigações e tampouco aos acordos feitos no TAC – Termo de Ajuste de Conduta das pendências ainda da primeira greve.
A Prefeitura se desculpa alegando a crise do país. É inadmissível falar em crise uma vez que os recursos do FUNDEB e de outras receitas têm aumentado na gestão de seu governo, dizem os professores. Eles vão mais longe:
“É inaceitável os alunos ficarem sem merenda há mais de 30 dias. As escolas da zona rural estão liberando os alunos mais cedo porque muitos alunos não aguentam até o final das aulas por causa da necessidade de se alimentar.”
Correntina: manifestações pelo direito à Educação
Comunidades rurais do Município de Correntina realizaram, hoje, manifestações frente aos órgãos públicos por direito à Educação. Depois da comunidade de Catolés, a 30 Km da sede, hoje foi a vez de Arrojelandia, a 120 Km da sede, manifestar-se pelas ruas da cidade, indo até ao Fórum (Ministério Público) e à Prefeitura em busca de soluções para a greve que já dura três semanas.
Os manifestantes saíram pelas ruas da cidade com gritos e faixas de ordem: ” uma educação de qualidade, não deixe a educação morrer, o povo da zona rural também é gente, a educação do município está no fundo do poço, educação direito que está sendo negado e cadê o dinheiro do município.
A Guarda Municipal recebeu ordens para impedir a entrada no Paço Municipal e falar com o prefeito e secretária de Educação. Fotos e informações da página pessoal de Denilson Neves da Silva.
Correntina: educação municipal está parada com professores em greve
Por Juliana Nobre, no Bocão News.

O ano letivo já iniciou em muitos municípios baianos, mas não para alunos da rede municipal de Correntina. Há três semanas, os estudantes das 32 escolas não assistem aulas devido à greve dos profissionais da Educação. Além da falta de pagamento, os educadores cobram melhores condições de infraestrutura nos locais. Ao Bocão News, o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Município de Correntina (Sinditec), Iremar Araújo, informou que pelo menos oito escolas não possuem condições estruturais para a atividade.
Cada centro possui em média 300 estudantes e praticamente 10 mil alunos estão sem acompanhar as aulas. As que ainda funcionam também possuem problemas na estrutura. “As escolas estão caindo aos pedaços, inadequadas a qualquer padrão, MEC [Ministério da Educação], Anvisa [Vigilância Sanitária], o que não podemos nem realizar programas com o governo federal”, conta Araújo.

É possível perceber que a rede de esgoto nas escolas não foi finalizada; cadeiras enferrujadas ainda dividem o espaço; outras utilizadas estão velhas e remendadas e telhados estão abertos.
As primeiras reformas foram realizadas na gestão do ex-prefeito Nilson José Rodrigues (PCdoB), em 2005, mas não finalizadas. As obras se mantiveram durante a gestão de outro comunista, Laerte Silva que também não as concluiu. Agora, o gestor municipal, Ezequiel Barbosa (PSDB) alega que as unidades estão em condições para utilização.

Em relação à greve dos professores, o prefeito contesta ser ilegal e afirmou que vai descontar as faltas da folha de pagamento dos profissionais. Na última quarta-feira (18), a prefeitura denunciou ao Ministério Público a possível ilegalidade na paralisação da Educação. O processo ainda não foi julgado.

Durante discurso, o tucano desdenha da paralisação dos professores. “Eu estou gostando da greve, estou achando até bom porque esse mês a folha de pagamento cai para mim porque eu vou descontar. Eu não tenho medo de fofoca, nem de ameaça e muito menos de greve, pois eu trabalho certo e cumpro minha obrigação. Politicagem tem limite”, acusa.
A prefeitura de Correntina, por meio do secretário de Comunicação Social, Luciano Neves, garantiu encaminhar nota de esclarecimento sobre a situação no município, mas até o fechamento desta matéria, a secretaria não se pronunciou.
Formosa: Governo racha e PCdoB fica ao lado dos professores
A deputada Kelly Magalhães nos confirmou bem cedo nesta manhã de domingo:
-Estou indo para Formosa do Rio Preto para prestar meu apoio ao professores em greve e ficar ao seu lado frente ao decreto arbitrário do prefeito Jabes Júnior. O Prefeito não deve ter a mínima noção sobre legislação administrativa, pois pretendeu tirar vantagens e reduzir salário dos professores através de um decreto. Não importa que meu partido tenha participado da campanha eleitoral e tenha participado do Governo. O importante é ficar ao lado do certo e do justo.
O vice-prefeito, Gerson Bonfantti, do PCdoB, já tinha demonstrado, ontem, nas redes sociais, todo o seu descontentamento com as atitudes de Jabes Júnior, publicando uma imagem muito clara de suas posições. No início da noite publicaremos um relato dos acontecimentos em Formosa. Isolado politicamente, o Prefeito deve tomar um novo rumo para acabar com a greve.

Formosa: professores em greve fazem novo protesto

Indignados com o Decreto N° 298/2013, de 21 de Outubro de 2.013 de iniciativa do prefeito Jabes que “regulamentação de alguns artigos da Lei Municipal nº 55, de 28 de abril de 2008, professores da rede municipal de ensino de Formosa do Rio Preto realizaram novo protesto na noite de ontem (24) em sessão da câmara de vereadores.
Segundo os docentes, a atitude do executivo, revela seu caráter autoritário e antidemocrático, que apoiado por alguns vereadores querem retirar direitos adquiridos pela classe trabalhadora. “A sociedade formosense está em estado de repúdio a maioria de seus políticos por estes transformarem o cargo em oportunidade de enriquecimento ilícito e prejudicar diretamente a saúde e a educação do município por causa das verbas que não estão chegando no seu destino certo. o povo sofre, mas o povo reage!”, disse um servidor municipal.
Antes de adentrarem ao plenário, os professores fizeram parada em frente à Casa de Leis e juntos entoaram o Hino Nacional e revoltados com a administração municipal, depositaram no interior da Câmara uma “traíra” o qual, segundo informaram, como forma de representação as atitudes que vem sendo tomadas por alguns edis. Eles são acusados de sempre defenderem interesses pessoais do Prefeito, em detrimento dos servidores. Laranjas também foram levadas em referência ao repúdio por alguns legisladores.

Em contato telefônico com o presidente da Casa, vereador Gillian Rocha, o mesmo nos garantiu que há interesse por parte do executivo em se reunir com os grevistas para a chegada de uma solução. “Até a próxima quarta-feira, o executivo receberá uma comissão de no máximo três representante do sindicato dos professores e do poder legislativo para as negociações”, disse Gillian.
Antagonicamente ao que foi dito pela líder do governo, vereadora Brasilina, que acusou os manifestantes de “estarem agindo errado ao fazerem o protesto”, e colocando-se favorável a atitude do prefeito Jabes Júnior, o vereador oposicionista, Meletinha, disse por telefone, estar indignado com o poder executivo.

“Essa atitude do prefeito é uma afronta a todos os vereadores! Conversei com os demais vereadores dessa casa no sentido de barrarmos essa ação monocrática do gestor. Tenho a convicção de que é legítima a manifestação e junto com os vereadores Netinho, Zé de Zuza, Pilosão e Jonas Batista vamos cobrar mais seriedade de Jabes Júnior. Ele que respeite os vereadores e a classe dos trabalhadores”, disse.
Enquanto não se chega a bom termo, os educadores que estão em greve agendaram pra o domingo (27), passeata pelas ruas da comuna, onde convocam parentes, comerciante e toda a categoria para juntos demonstrarem todo o seu repúdio contra a má administração do prefeito Jabes Júnior e contra o Decreto 298/2013 apresentado pelo gestor, que segundo a direção da APLB representa arrocho nas remunerações e retrocesso na economia local e na qualidade de vida dos trabalhadores.
Para os prefeitos do Oeste, este tem se tornado o Outubro vermelho. Em Barreiras, professores permanecem em greve e as aulas estão previstas para se estenderem até fevereiro do próximo ano. Em Luís Eduardo Magalhães, cerca de 100 professoras da educação infantil também estão em greve, por benefícios retirados pelo Executivo, como regime de 40 horas e regência de classe.
Formosa do Rio Preto: professores estão em greve por salários
Os professores de Formosa do Rio Preto estão pela terceira vez no ano em greve. A decisão foi tomada após assembleia realizada na última sexta-feira (11), após o não cumprimento de acordo firmado com o executivo municipal de entregar os contracheques à categoria e também por redução nos vencimentos dos professores e cortes de gratificações, como difícil acesso e regência de classe, dentre outros.
Com grande adesão, o movimento grevista completou ontem, 15, dia dos professores, o seu segundo dia e sem previsão para o retorno das aulas. Como forma de protesto, a categoria realizou caminhada pelas ruas do centro da cidade no mesmo dia da deflagração e aproveitando a realização de sessão plenária na Câmara de Vereadores, onde estava previstas as participações das secretárias de educação e de administração e finanças, bem como da diretora da APLB – Sindicato, Janete Serpa e lotaram o auditório da casa legislativa.
“Em nenhum momento as representantes do poder executivo disseram que o movimento era ilegítimo. Ajustamos prazo de 3 dias para a regularização e não honraram com a palavra empenhada. Mesmo antes da abertura do certame seletivo de 2010, já alertávamos para o possível inchaço da máquina administrativa. Infelizmente a categoria e a sociedade estão sendo penalizados pela atitude eleitoreira do ex-gestor.
Professores ameaçam nova greve por salários
Professores liderados pelo Sindicato dos Professores de Barreiras – Sinprof fizeram assembleia na tarde de ontem (8) na Praça Duque de Caxias e sinalizaram intenções de deliberarem por greve. O movimento contestatório tem o apoio da direção sindicalista do Sindsemb.
Segundo a vice-presidente da entidade, Luzimar Pereira dos Santos, “professores e especialistas em educação não toleram falta de respeito e salários atrasados”.
Para cumprimento de tramite legal, nova assembleia está marcada para a próxima sexta-feira (16) às 16hs, onde os trabalhadores podem decidir-se por greve por prazo indeterminado.
Como repor quase um semestre sem aulas?
Professores do Estado tem pauta para encerrar a greve.
Os professores do Estado, em greve de quase 4 meses, querem a revogação das demissões e retirada dos processos administrativos contra os professores em estágio probatório, o pagamento imediato dos salários suspensos e a devolução do dinheiro confiscado da APLB (Sindicato).
Além disso, querem a retirada dos processos contra o sindicato e a retomada da mesa de negociações. Isso aprovado pela assembléia geral e pelo Governo do Estado pode interromper a greve que já dura um semestre letivo.
Quando recuperar as aulas perdidas?
Wagner reafirma reajuste de até 26% para professores
Um novo apelo para que os professores da rede estadual de ensino retomem suas atividades foi feito pelo governador Jaques Wagner no programa de rádio desta terça-feira (5). “Vamos dar a tranquilidade a pais e alunos, voltando à sala de aula. Espero que a gente possa ter a normalização imediata para que os estudantes não sofram ainda mais”.
No Conversa com o Governador ele reafirma o reajuste que resultará na melhoria salarial para os docentes de 22 a 26%, incluindo os 6,5% já concedidos este ano. Wagner explica que isso representa a antecipação – do que seria concedido em novembro de 2013 e novembro de 2014 – para novembro de 2012 e abril de 2013, “agora na forma de promoção dentro da carreira dos professores”.
Ele diz que sua maior preocupação é com o sofrimento dos pais de alunos e estudantes. Em razão disso, na tentativa de evitar a greve, “apresentei uma proposta, que não foi aceita. Depois de 55 dias, essa proposta está recolocada para apreciação do sindicato e dos professores. Quero deixar bem claro que estou adiantando o que estava previsto para novembro de 2013 e novembro de 2014”, reforça.
Reposição dos dias parados
De acordo com o governador, com a nova proposta e mais os 6,5% concedidos a todo o funcionalismo, em 1º de janeiro deste ano, no mês de abril de 2013, os docentes vão acumular ganho salarial entre 22 e 26%. Wagner destaca, principalmente, a ansiedade dos estudantes do 3º ano do ensino médio, que farão vestibular e não podem ser prejudicados. “Esse é mais um esforço no sentido de que a gente retorne, imediatamente, à sala de aula e programe a reposição dos dias parados, para que os nossos alunos não tenham o ano letivo perdido”.
Jaques Wagner enfatiza que, todos os anos, o Governo da Bahia concede reajuste. “Desde janeiro de 2007, quando assumi o governo, são 71,5% de reajuste geral para os professores, o que corresponde ao ganho de 30% acima da inflação. Por isso, o meu apelo, o meu esforço, mas tem uma hora que a gente precisa bater o martelo, fazer a negociação, ter o acordo para não sacrificar a nossa juventude com a perda de aulas”.
Greve Mantida
Os professores da rede estadual de ensino da Bahia decidiram manter a greve da categoria em assembleia realizada na manhã desta terça-feira, em frente à Secretaria de Educação em Salvador. A paralisação já dura 56 dias. A decisão foi tomada um dia depois da realização de uma reunião entre representantes do Sindicato dos Professores (APLB-BA) e o secretário de Administração do Estado, Manoel Vitório, contando com a intermediação do Ministério Público. Os participantes discutiram a reabertura das negociações pelo governador Jaques Wagner na segunda-feira, quando foi proposto um reajuste entre 22% e 26% em novembro deste ano e abril de 2013 em forma de progressão na carreira. ”A proposta que foi apresentada ontem ainda não é de acordo com o que nós queremos. Estamos aguardando o governo nos enviar uma nova proposta, reformulada, que atenda todas as questões da categoria”, pontua Rui Oliveira, presidente do sindicato dos professores.
”O problema dessa proposta é que ela não contempla todos os professores, excluindo os aposentados e os em estado probatório [recém concursados]“, avalia Marilene Betros, vice-coordenadora do sindicato.
Adutora do Algodão
Outro assunto de destaque no programa é a visita às obras da Adutora do Algodão (região de Guanambi), na última sexta-feira, que o governador fez em companhia do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, quando autorizaram a extensão do sistema até o município de Caetité.
A água será captada no Rio São Francisco, trecho do município de Malhada, e a previsão é que até setembro deste ano a obra seja entregue à população. “Fomos comemorar, em Caetité, a liberação de mais R$ 42 milhões, que vão corresponder à extensão da adutora”. Ele fala também de outras obras estruturantes para levar água à população como as adutoras do Feijão, de Pedras Altas e de Ponto Novo.
Lei do Meio Ambiente
O governador Jaques Wagner fala ainda do decreto que assina nesta terça-feira (Dia do Meio Ambiente) sobre mudanças na Lei Estadual do Meio Ambiente. Segundo ele, o objetivo é dar mais agilidade ao processo de licenciamento, separando o que é a concessão de licença de um empreendimento de baixo impacto do licenciamento para projetos de médio e alto impacto. Por último, ele cita a Rio+20, evento que reunirá no Rio de Janeiro mais de 100 presidentes de vários países para refletirem sobre a proteção e a preservação do meio-ambiente.
Professores de Barreiras param novamente.
O Sindicato dos Professores Municipais está comunicando que haverá paralisação da categoria docente municipal nesta quinta-feira, 14 de julho de 2011, conforme informado anteriormente, devido à quebra de diversos acordos por parte da prefeita municipal.
A programação segue abaixo:
8h – Paralisação com mobilização em frente à Prefeitura;
15h30 – Assembléia Geral no Espaço Javan.
A paralisação é a segunda do ano e decorre de não cumprimento de acordos realizados quando da primeira greve.
Professores de Barreiras fazem nova manifestação.
O professorado municipal de Barreiras fará, nesta quinta-feira, 5, às 16 horas, nova manifestação em frente à Prefeitura Municipal. Os mestres continuam em “Estado de Greve”.
Justiça dá decisão provisória a favor da Prefeitura contra professores de Barreiras.
A Justiça do Trabalho concedeu liminar favorável à Prefeitura Municipal de Barreiras na manhã de hoje, 19, considerando ilegal a greve dos servidores públicos municipais da Educação, paralisados desde o dia 14 de março. De acordo com informações preliminares, a decisão temporária obriga a imediata retomada das funções por parte dos profissionais, sob pena de multa diária de R$ 1,5 mil para o Sindicato dos Servidores Municipais de Barreiras (SINDSEMB). Mesmo diante da decisão, os grevistas decidiram manter a agenda de hoje, que previa concentração às 15h30 em frente à Câmara Municipal de Vereadores.
Esclareça-se que a decisão sob forma de liminar obedece a pedido de mandado de segurança, impetrado pelo Executivo e não significa a decisão final da Justiça. Agora será ouvido o Ministério Público do Trabalho para a decisão definitiva, que mesmo assim poderá ser reformada em instância superior.
O Sindicato promove entrevista coletiva com a imprensa, nesta quarta-feira, 20 de abril, às 11h00, no Espaço Javan, a fim de esclarecer a posição do sindicato e professores em greve.
Professores de Barreiras tem nova e decisiva assembléia
Acontecerá nesta segunda-feira, 04, às 16h00 no Espaço Javan, Assembléia Geral da categoria para deliberar sobre os rumos da greve de professoras e professores municipais de Barreiras.
Protestos dos professores em Barreiras continuam.
Neste terça, 22, os professores da rede municipal de ensino de Barreiras, se reuniram na praça Sabino Dourado em Barreirinhas e utilizando carro de som, megafone, bandeiras, faixas e foguetes fizeram uma passeata pelas principais ruas do bairro, explicando aos pais de alunos os motivos da greve. Eles afirmaram que só voltam a sala de aula quando a prefeita Jusmari Oliveira atender as principais reivindicações da categoria. O ponto principal é a correção no Piso Nacional do Magistério. A prefeita promete ir a Justiça para acabar com a greve. Os grevistas dizem que não vão recuar. Não se sabe quando o impasse terá uma solução. Do blog Mural do Oeste.
As manifestações contra a Prefeita tendem a ser diárias, nos diversos bairros da cidade.
Prefeitura de Barreiras minimiza greve dos professores.
A greve dos professores de Barreiras embarca na grande onda de rejeição à Administração Jusmari Oliveira. A Prefeitura largou comunicado dizendo que os professores ganham bem e não tinham motivo para greve. A verdade é que em lugar nenhum do Brasil, com raras exceções, que apenas confirmam a regra, professor ganha bem. Se já existe uma PEC 300 para pagar um mínimo de 3.500 reais a um policial militar, por que não uma emenda que estabeleça salários semelhantes aos professores. Melhoria da educação não é meta dos governos. Eles preferem investir em obras grandiosas, que apareçam aos olhos dos eleitores. Foto do jornal Nova Fronteira.















