Surge hipótese de colisão do avião de Eduardo Campos com helicóptero

O jato da campanha de Eduardo Campos, que arremeteu por causa do mal tempo, teria colidido com um helicóptero e explodiu no ar. O candidato estava acompanhado do assessor Carlos Percol e de equipes de filmagem. Sete pessoas morreram no acidente. As informações foram obtidas, com exclusividade, pela jornalista Ticiana Villas-Boas em conversa com um amigo da família, que está na casa de Campos.

Segundo a estimativa do piloto de helicóptero Paulo Ortega, o avião de Eduardo Campos pode ter batido a uma velocidade de 230 km/h. Várias pessoas descreveram em emissoras de TV que antes do avião bater já era uma bola de fogo, “como se fosse um meteoro”.

A queda do jato particular da campanha de Campos aconteceu na manhã desta quarta-feira em Santos, no litoral de São Paulo. O candidato estava a bordo da aeronave que partiu do Rio de Janeiro e tinha como destino a cidade paulista. A informação da morte foi confirmada pela assessoria do partido.

Pedro Simon, amigo de Arraes, lamenta morte de Eduardo Campos

A morte do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, em acidente aéreo hoje em São Paulo, representa uma “tragédia muito triste para o país, Eduardo representava, antes de tudo, uma esperança para os brasileiros”.
Simon manifestou pelo twitter suas condolências aos familiares do candidato do PSB à presidência da República, que deixa a mulher Renata e cinco filhos, e às demais vítimas do acidente.

“Foi uma tragédia familiar tremenda, dolorosa demais”, disse.
O senador destaca a última frase de Campos, ontem, na entrevista no Jornal Nacional, da Rede Globo: “Ele pediu a todos que não desistam do Brasil”. Próximo de Eduardo Campos, e incentivador da aliança com Marina Silva, Pedro Simon também era amigo do avô do candidato, o líder histórico Miguel Arraes, companheiro do antigo MDB.