Prefeito de Formosa do Rio Preto paga passagem de assessor de Marcelo Nilo

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Manoel Araújo, auditor adjunto da Assembleia Legislativa, nomeado de Marcelo Nilo, o presidente do legislativo baiano, veio dar uma força na campanha de Jabes Júnior, o prefeito de Formosa do Rio Preto.

E sabe quem pagou a passagem? O caro leitor adivinhou certo: o contribuinte de Formosa do Rio Preto, o erário público, os mirrados cofres da Cidade.

Não bastasse o alentado número de processos com os quais o Prefeito enfrenta as urnas, que inclusive já o afastaram provisoriamente do comando da municipalidade, agora outro motivo.

Manoel Afonso de Araújo, o Neo, ex-prefeito de Formosa do Rio Preto e atualmente auditor adjunto na Assembleia Legislativa do Estado, ligou para este Editor que jamais utilizou passagens emitidas sob ordem da Prefeitura Municipal durante o mandato de Jabes Júnior. Afirmou também que não entendeu o motivo da emissão da passagem. A agência de Turismo Nobre enviou email negando que Manoel Araújo seja Manoel Afonso de Araújo. Segundo print enviado pela Passaredo, a reserva foi cancelada. Portanto ninguém utilizou a passagem. Veja:

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Informações da Companhia repassadas à Agência:

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Abra a imagem em uma nova guia para melhor visualizar.

 

Carro explode com fogos de artifício em comício de Jabes Júnior

Informação de Fernando Machado, no site ZDA. Veja o vídeo.

 

 

O sábado de banalização e afronta à legislação eleitoral em Formosa do Rio Preto terminou mal. Durante a inauguração do comitê da campanha à reeleição do prefeito Jabes Júnior (PSL), neste sábado, 19, um veículo que transportava os fogos de artifício do evento pegou fogo. Ainda não há notícias sobre feridos. O acontecimento político foi embalado por um potente trio elétrico, em total descumprimento da lei 13.165/2015 que trata da propaganda e as condutas ilícitas em campanha eleitoral. Clique na imagem acima e veja o momento em que as chamas consomem o carro.

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Formosa: Jabes Júnior não consegue desbloqueio de bens no Tribunal

Foto de Luiz Carlos Nunes
Foto de Luiz Carlos Nunes

O prefeito Jabes Júnior, de Formosa do Rio Preto, teve seu intento de desbloqueio de seus bens, originário de ações populares, negado em 4 processos, de segunda instância, no Tribunal de Justiça da Bahia.

O Prefeito teve seus bens bloqueados depois da Justiça da 1ª instância determinar a suspensão de contratos de fornecimento tidos como fraudulentos.

Os advogados de JJ agravaram a decisão judicial, pedindo, em caráter liminar, o desbloqueio dos bens particulares do Prefeito e a manutenção dos contratos com os fornecedores.

Quando essa decisão for julgada por uma turma de desembargadores, no Tribunal de Justiça, a decisão poderá ser a de afastamento do Prefeito, como já foi feito.

Seria o primeiro caso na Bahia de um prefeito afastado concorrer à reeleição, caso a Justiça Eleitoral não reconheça a impugnação da candidatura.

Prefeito de Formosa do Rio Preto pode ter sido afastado do cargo pela Justiça

A informação não é oficial, mas fontes informaram agora à tarde que o prefeito de Formosa do Rio Preto, Jabes Júnior, foi afastado do cargo por decisão de um desembargador da Câmara do Oeste. A decisão do Magistrado deverá ser confirmada com a publicação no Diário da Justiça nesta segunda-feira.

Bonfantti pode ser o novo prefeito de Formosa do Rio Preto
Bonfantti pode ser o novo prefeito de Formosa do Rio Preto

Entrevistamos, via telefone, o vice-prefeito Gerson Bonfantti sobre o fato. Ele afirmou:

“A expectativa é que o Prefeito seja afastado, não temos a confirmação oficial mas o nosso pedido foi no sentido de afastar. Até onde sabemos o Desembargador deferiu o pedido de um eleitor em ação popular por desvios de verbas. Vamos agora esperar publicar a decisão para nos situarmos.

Vamos ter cautela e, se for esta a decisão da Justiça, queremos nos inteirar de tudo e se Formosa precisar do nosso empenho estaremos de prontidão para fazer o melhor.”

O atual Prefeito pode recorrer da decisão em instância superior.

Formosa do Rio Preto também tem pedalada. Vereadores pedem cassação do Prefeito

Luiz Carlos Nunes

Dois vereadores protocolaram na manhã desta terça-feira (10) um pedido de impeachment do prefeito de Formosa do Rio Preto, Jabes Lustosa Júnior (PDT), na Câmara Municipal. No requerimento, os legisladores José Antônio Barbosa de Barros, conhecido como “Meletinha”, e José Raimundo Cerqueira de Souza argumentam que o gestor cometeu crime de responsabilidade fiscal ao abrir créditos suplementares sem aprovação da Casa.

De acordo com o documento, obtido pelo Bahia Notícias, no Projeto de Lei Orçamentária Anual aprovado pela Câmara “está previsto realização de despesa de até R$ 63 mil com gestão das ações dos benefícios eventuais”. Deste valor, R$ 29.547,80 mil são destinados a outras despesas correntes. Entretanto, Jabes teria contraído despesas na ordem de R$ 196.480,00 mil, que foram custeadas com verbas de outra ação prevista no orçamento: de gestão do fundo municipal.

Ainda segundo o requerimento apresentado pelos vereadores do bloco de oposição ao pedetista, os créditos suplementares devem ser “provenientes de excesso de arrecadação, anulação de despesa e operação de crédito”.

No entanto, Tiago Assis Silva e Venícius Landulpho Magalhães Neto – advogados responsáveis pela peça – sustentam que os gastos contraídos pelo prefeito “não têm sido provenientes, nem em razão de superávit, nem em razão de excesso de arrecadação”.

A acusação que motiva o pedido de impeachment é a mesma que embasa o processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff. O requerimento apresentado pelos juristas Hélio Bicudo, Janaína Pascoal e Miguel Reale Júnior ainda imputa à petista ter autorizado as “pedaladas fiscais”, que são atrasos no pagamento a bancos para maquiar as contas públicas. Conteúdo do Bahia Notícias, com foto de Luiz Carlos Nunes.

Jabes Junior bate recordes de ações na Justiça contra sua gestão

Jabes Junior

O Prefeito de Formosa, Jabes Júnior, deve confiar muito na justiça dos homens ou, quem sabe, na justiça divina. Hoje ele divulgou em redes de whatsapp a foto na qual ele aparece recebendo 9 citações e intimações de ações por malversação do dinheiro municipal.

Com isso quis passar a ideia de perseguido. Ele está sendo processado pelo MP e por populares, os juízes concedem liminares ou mandam suspender contratos e bloquear bens e ele acha isso bom para tirar proveito político dos eleitores desavisados.

 

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Formosa: mais uma vez Justiça tenta interromper ciclo de malfeitos de Jabes Júnior

Foto de Luiz Carlos Nunes
Foto de Luiz Carlos Nunes

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) decretou novamente o bloqueio dos bens do prefeito de Formosa do Rio Preto, Jabes Lustosa, e da empresa NG Engenharia e Construções LTDA, além da suspensão dos contratos da prefeitura com a prestadora de serviços.

De acordo com decisão liminar publicada no Diário Oficial da Justiça da última quinta-feira (25), há indícios de irregularidades no contrato de R$ 148.515,30 firmado para obras de pavimentação das ruas do município e dos povoados de Canabrava, Tábuas e Instans. Segundo ação popular movida por Fábio Camilo Dias, as intervenções não foram executadas, tratando-se de “obras fantasma”.

Conforme decisão do juiz César Lemos de Carvalho, provas acostadas nos autos revelam a não realização das obras. “Nota-se, pelos documentos e fotos carreados aos autos, que a contraprestação, qual seja pavimentação das ruas da sede e nos povoados de Canabrava, Tábuas e Instans, não foi prestada”, argumenta.

O Magistrado, no entanto, não acatou o pedido de afastamento temporário do prefeito por entender que os atos cometidos por ele não causaram grave lesão ao patrimônio público. No último dia 12 de fevereiro, a Justiça Federal decretou a suspensão dos contratos da prefeitura com a empresa Alinne Cavalcanti de Menezes ME, fornecedora de serviços gráficos.

Há suspeitas de irregularidades nos serviços prestados e de desvio de verbas nos pagamentos efetuados.

A Justiça Federal também determinou, no dia 26 de janeiro, o bloqueio dos bens do gestor por suspeita de irregularidades na compra de combustíveis para abastecimento da frota de veículos do município. Entre 2013 e 2014, a prefeitura gastou mais de R$ 4 milhões para este fim. Parte do dinheiro teria sido desviado do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Três dias depois, a Justiça Federal ordenou a suspensão dos contratos da gestão municipal com duas construtoras, por suspeita de superfaturamento em obras de construção de quadras poliesportivas executadas pelas empresas.

Lustosa também foi denunciado à Justiça pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) por improbidade administrativa. Investigações do órgão apontaram que a prefeitura pagou ilegalmente R$ 165.415,75 a uma construtora pela reforma da ponte da comunidade de Vereda do Gado, que já havia sido concluída e custeada pelos próprios moradores da localidade.

Pedindo música no Fantástico!

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O prefeito Jabes Lustosa Junior, de Formosa do Rio Preto, deve exercer o seu direito de pedir uma música especial no programa “Fantástico” da Rede Globo. Esta semana, ele foi acusado em mais duas ações na Justiça Estadual.

Conforme o previsto no artigo 157 do Regulamento, Prefeito que é réu em três ações na Justiça, pode pedir a música. Sugerimos o hit “A Metralhadora”.

Justiça Federal bloqueia bens do Prefeito de Formosa do Rio Preto

Prefeito Jabes Júnior
Prefeito Jabes Júnior

Conforme o denunciado pelo jornal O Expresso em abril e maio de 2014 ( veja aqui e aqui) a Justiça Federal determinou hoje, uma série de providências para coibir a farra dos combustíveis, protagonizada pelo prefeito Jabes  Lustosa Nogueira Junior e empresas retalhistas de derivados de petróleo .Os requeridos foram objeto de uma ação popular, que fez com que o Magistrado responsável determinasse:

Bloqueio on line de recursos depositados em bancos pelos requeridos.

Indisponibilidade de bens imóveis registrados no Cartório de Formosa em nome dos requeridos.

Requisição à Receita Federal das declarações de renda dos requeridos.

Bloqueio on line dos veículos em nome dos requeridos junto ao DETRAN-BA.

Notificar a Junta Comercial da Bahia para bloquear quaisquer alterações contratuais em empresas geridas pelos requeridos.

O Magistrado determinou também que o Prefeito junte, na contestação da ação, com prazo de vinte dias, as notas fiscais dos combustíveis adquiridos. Oficiou ainda o Ministério Público da Bahia para tomar ciência da ação, principalmente em relação à aplicação de verbas de origem não federal.

Disse o repórter Luiz Carlos Nunes, na oportunidade, denunciando a roubalheira do ano de 2013 em Formosa do Rio Preto:

Somente no ano de 2013 foram gastos nada menos que R$ 2.382.789,02 (dois milhões, trezentos e oitenta e dois mil, setecentos e oitenta e nove reais e dois centavos) somente com combustível.

A estes gastos estratosféricos somam-se fretamento de veículos que consumiram do erário público no mesmo período a cifra de R$ 4.182.617,62 (quatro milhões, cento e oitenta e dois mil, seiscentos e dezessete reais e sessenta e dois centavos).

Parece muito? Mas não acabou ainda. A prefeitura de Formosa do Rio Preto destinou R$ 2.149.455,90 (dois milhões, cento e quarenta e nove mil, quatrocentos e cinquenta e cinco reais e noventa centavos) na locação de máquinas que são pagas por hora trabalhada.

Prefeito de Formosa do Rio Preto transfere órgãos da Bahia para Brasília

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O prefeito de Formosa do Rio Preto, Jabes Junior, acaba de transferir dois importantes órgãos do desenvolvimento baiano de Salvador para Brasília. Ao menos é que se pode concluir vendo dois empenhos de igual valor emitidos no penúltimo dia do ano pela administração de Formosa. As passagens além de caras – não se definiu a data da viagem – para duas pessoas levam o alcaide da progressista cidade para o lado contrário que deveria seguir. 

A reprodução do Portal da Transparência explica tudo. Ou quase tudo que é possível explicar.

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Associação do Ministério Público apoia promotores no caso de Formosa do Rio Preto

A Associação do Ministério Público do Estado da Bahia (AMPEB), entidade privada que congrega e, legitimamente, representa Promotores e Procuradores de Justiça da Bahia, ativos e aposentados, vem a público, a propósito da recente declaração do Prefeito de Formosa do Rio Preto, veiculada pela imprensa, externar seu irrestrito apoio aos Promotores de Justiça André Luís Fetal e André Garcia de Jesus, e esclarecer que:

É vocação Constitucional do Ministério Público defender a ordem jurídica, o regime democrático e os interesses coletivos, sendo uma de suas missões institucionais promover a ação civil pública para a defesa do patrimônio público, nos termos dos arts. 127 e 129 da Carta Magna;

A ação civil pública ajuizada foi fruto de legítima investigação conjunta, com designação publicada na imprensa oficial, e se embasou na proteção do erário, do interesse público e da legalidade;

A AMPEB reafirma seu apoio aos Promotores de Justiça André Luís Fetal e André Garcia de Jesus na defesa incansável do patrimônio público, repudiando ataques pessoais a qualquer Membro desta Instituição, e afirmações inverídicas e tendenciosas, que tentam atingir a independência funcional e macular o excelente trabalho desempenhado pelos Promotores indicados, grandes profissionais que sempre honraram o Ministério Público na proteção da moralidade administrativa e do patrimônio público.

Janina Schuenck
Presidente da Ampeb

Entenda o caso:

Segundo um dos titulares da coluna “Tempo Presente”, do jornal A Tarde, Biaggio Talento, a Associação do Ministério Público do Estado da Bahia (Ampeb) não gostou dos ataques do prefeito de Formosa do Rio Preto Jabes Nogueira aos promotores André Luís Fetal e André Garcia de Jesus, acusados de “má-fé” pelo gestor, que foi denunciado à Justiça por, supostamente, superfaturar uma abra fantasma.
O caso é incomum. Conforme os promotores, o prefeito aproveitou que moradores da comunidade Vereda do Gado reformaram uma ponte para assumir a obra como da prefeitura, pagando R$ 165 mil à construtora WKH pelo “serviço”.

Jabes disse que tudo não passou de um erro tipográfico: a prefeitura reformou a ponte de Vereda do “Gato” e não do “Gado”. Afirma que os promotores sabiam disso e mesmo assim ele foi denunciado. Em nota, a Ampeb diz que as afirmações do prefeito são “inverídicas e tendenciosas” e que a “ação civil pública ajuizada foi fruto de legítima investigação conjunta”.

Prefeito e dois secretários de Formosa do Rio Preto são acusados de superfaturar obra fantasma

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O Ministério Público estadual, por meio dos promotores de Justiça André Luís Fetal e André Garcia de Jesus, ajuizou na última terça-feira, dia 15, ação civil pública por ato de improbidade administrativa, com pedido de liminar, contra o prefeito de Formosa do Rio Preto, Jabes Lustosa Nogueira Júnior; os secretários municipais de Transportes e Serviços Públicos, Arnaldo Rocha Serpa, e de Infraestrutura e Saneamento, Vitor Barreto Galvão; o engenheiro civil da Prefeitura Municipal, Francisco Valter Guimarães Santos; e contra os empresários Antônio Serpa Filho e Leila Bonfim de Araújo Serpa, sócios da empresa WKH Construções Ltda., também acionada. Eles são acusados de enriquecimento ilícito, de causar prejuízo ao erário e atentar contra os princípios da Administração Pública.

Os promotores pedem à Justiça que determine, em decisão liminar, o afastamento do prefeito, do engenheiro e dos secretários, e a indisponibilidade de bens de todos os acionados. Em caráter final, eles solicitam que a Justiça determine a perda dos bens acrescidos ilicitamente ao patrimônio; perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais, punições previsões na Lei de Improbidade Administrativa. Segundo o apurado pelos promotores de Justiça durante inquérito civil instaurado em janeiro último, o governo municipal pagou valor superfaturado (até três vezes mais do que o cobrado no mercado), total de aproximadamente R$ 165,5 mil, para a execução da inexistente reforma de uma ponte na comunidade de Vereda do Gado, que, inclusive, teria sido “reformada” com recursos arrecadados pelos próprios moradores locais.

André Fetal e André Garcia destacam outras irregularidades, entre elas o fato da WKH Construções ser a única licitante em processo licitatório de contrato para construção de nove pontes da ordem de quase R$ 1,5 milhão, quando a empresa tem em seu quadro societário pessoas que possuem parentesco com o próprio Jabes Lustosa, uma vez que o empresário Antônio Serpa Filho é sobrinho da avó do prefeito, portanto seu primo. “Resta patente que a atuação lesiva ao erário formosense se reverteu em benefício unicamente familiar”, escrevem os promotores. Eles apontam ainda a falta de projeto e ausência da Anotação de Responsabilidade Fiscal (ART) para a obra na ponte de Vereda.

A informação é da assessoria de comunicação do Ministério Público da Bahia.

 

Prefeito de Formosa entrega casas populares inacabadas e sofre protestos da população

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O prefeito de Formosa do Rio Preto, Jabes Junior, cometeu um erro grosseiro: entregou 50 casas populares inacabadas sem água e sem instalações sanitárias e ainda fez festa para comemorar a entrega, com foguetes e propaganda.

O povo não gostou da ideia e fechou a avenida de acesso à cidade, hoje pela manhã, protestando pela atitude do Prefeito.

Uma parte dessas casas populares, mesmo inacabadas, foram invadidas há poucos dias.

Formosa do R. Preto: quem paga o pato é sempre o contribuinte.

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O prefeito Jabes Júnior, de Formosa do Rio Preto,  sacou, na boca do caixa da Prefeitura a importância de R$2.000,00, devido a diárias para viagem a Capital, com o fim de participar de “reuniões do interesse do Município”. Tem mais, a primeira dama também sacou mais R$2.000,00 por conta de diárias no mesmo período.

A verdade é que ambos estão em Salvador para cuidar dos seus interesses. O Prefeito, em específico, para participar do julgamento do processo eleitoral 248/2012, a ser realizado amanhã, no Tribunal Regional Eleitoral.

Donde se conclui que tenham existido ou não irregularidades na campanha do então candidato JJ, quem paga o pato – e bota pato salgado nisso – é o contribuinte.

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Clique nas imagens para ver os detalhes.

Formosa do Rio Preto: Prefeito joga responsabilidade da invasão de casas ao Ministério Público

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Por João Néris, do Correio do Oeste

Há duas semanas pessoas invadiram casas populares abandonadas em Formosa do Rio Preto. O Prefeito Jabes Júnior, que está com a popularidade em baixa por conta de sucessivas denúncias de corrupção em seu governo, anda fazendo um verdadeiro malabarismo para tirar proveito dessa crise. Ele não quer desagradar os beneficiários dos programas habitacionais nem os invasores, em sua grande maioria pessoas que foram preteridas por conta de perseguições políticas.
Ele praticamente sumiu de Formosa, deixando assessores despreparados para conduzirem uma encenação perante os eleitores.

Jabes Júnior: refém da debilidade política
Jabes Júnior: refém da debilidade política. Foto de Luiz Carlos Nunes.

Quando está na presença das pessoas que invadiram as casas fala que vão resolver o problema com fornecimento de água e cestas básicas. Mas nos bastidores busca convencer o Ministério Público Estadual e Federal para que tais Órgãos adotem medidas judiciais para desocupar o empreendimento.
O Prefeito declarou ao blog ZDA, em nota publicada na última terça-feira, dia 03/08  que “…que comunicou ao Ministério Público da Bahia e à Procuradoria da República sobre a ocupação do empreendimento e pediu providências”, segundo o blogueiro.

Com isso o Prefeito tenta transferir sua responsabilidade em resolver o problema para o Órgão que deveria justamente investigar as causas de atraso e as denúncias de irregularidades e desvio de recursos na condução do empreendimento. Pessoas que invadiram reclamam que as casas foram distribuídas de acordo com a preferência política dos cidadãos à época. “Quem não era do lado do Prefeito não ganhava”, afirma um dos invasores que não quis se identificar com medo de retaliações.

Pois é, agora o prefeito, que deu causa ao problema, tenta transferir sua responsabilidade para o Ministério Público.

Formosa do Rio Preto: Jabes Júnior é cassado em nova decisão da Justiça Eleitoral

O prefeito de Formosa do Rio Preto, Jabes Júnior, foi condenado em nova ação eleitoral. O seu afastamento se dará com o trânsito em julgado da sentença. Ele deve reiniciar a sua peregrinação em Salvador, tentando reverter a condenação no Tribunal Regional Eleitoral. Veja parte da decisão do Juiz Eleitoral de primeira Instância:

Comprovados nos autos a captação ilícita de sufrágio e abuso de poder praticados pelos senhores Jabes Lustosa Nogueira Júnior, Gérson José Bonfantti e Manoel Afonso de Araújo na eleição municipal de 2012, JULGO PROCEDENTE a presente Ação de Investigação Judicial Eleitoral, e, por via de conseqüência, determino a cassação dos diplomas de JABES LUSTOSA NOGUEIRA JÚNIOR e GÉRSON JOSÉ BONFANTTI, Prefeito e Vice-Prefeito deste município, pela Coligação “UNIDOS PELA VITÓRIA DO POVO” , com fulcro no art. 14 e parágrafos, da Constituição Federal, art. 22, XIV, da LC 64/90, e art. 41-A, da Lei n. 9.504/97, anulando-se a respectiva votação dos referidos investigados, nos termos do art. 222, do Código Eleitoral.

Por cautela, fica o afastamento dos investigados da chefia do Poder Executivo local condicionado a decisão colegiada de órgão da Justiça Eleitoral, e/ou ao trânsito em julgado desta sentença.

Na forma do dispositivo acima, aplico-lhes a multa no valor de 25 (vinte e cinco) mil UFIR´s, para cada um dos investigados – em razão da situação financeira privilegiada dos mesmos, conforme é fato notório neste município -, que deverá ser paga após o trânsito em julgado desta AIJE.

Confirmada a cassação dos diplomas dos investigados por órgão colegiado da Justiça Eleitoral, ficam os senhores Jabes Lustosa Nogueira Júnior, Gérson José Bonfantti e Manoel Afonso de Araújo inelegíveis pelo período de 8 (oito) anos a contar da data da eleição municipal de 2012, nos termos do art. 1º, inciso I, letras “h” (primeiro investigado) e “j” (segundo e terceiro investigados), da LC 64/1990.

Deixo de condenar os investigados em custas e honorários advocatícios, por tratar-se de ação eleitoral.
Realizem-se todas as comunicações e providências administrativas necessárias.

Transitada em julgado a decisão, extraiam-se cópias dos autos e remetam-se-as ao MP para que tome as medidas que entender cabíveis nas searas criminal e administrativa.

Formosa do Rio Preto: quinta-feira é o dia “D” de Jabes Júnior

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O prefeito de Formosa do Rio Preto, Jabes Júnior (PT), terá sua situação decidida nesta quinta-feira (24) pelo Tribunal Regional Eleitoral  da Bahia. Ele e o vice tiveram os mandatos cassados pelo juiz eleitoral da 187ª Junta Eleitoral, em julgamento ajuizado pelo segundo colocado nas eleições de 2012, Bira Lisboa. O magistrado reconheceu, com base em prova documental e testemunhal produzida nos autos, que o gestor praticou compra de votos, pelo menos duas vezes, mediante promessa e doação de blocos cerâmicos a eleitores da cidade.
A sentença foi proferida pelo juiz Francisco Moleda de Godói, o mesmo que teve sua residência alvejada por cinco tiros no final de maio deste ano. O TRE apreciará recurso interposto pelo prefeito e o processo conta com parecer da Procuradoria Regional Eleitoral pela manutenção da cassação do mandato. O julgamento terá a participação dos advogados Tiago Ayres, pela acusação, e Rafael Matos, pela defesa. O relator do recurso é o juiz Vanderlei Gomes. Caso seja mantida a decisão, o afastamento do cargo se dá tão logo haja a publicação do acórdão. Do Bahia Notícias.

 

Formosa do Rio Preto: repasses federais da Saúde são suspensos

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Portaria do Ministério da Saúde, publicada nesta sexta-feira (2) no Diário Oficial da União (ver aqui), suspende a transferência de recursos financeiros para 1.027 municípios que não cadastraram os serviços de vigilância sanitária no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde e não alimentaram o Sistema de Informação Ambulatorial. Setenta e cinco cidades baianas serão afetadas com a medida, entre elas está o município de Formosa do Rio Preto.

De acordo com o texto, fica suspensa a transferência de recursos financeiros do Componente de Vigilância Sanitária do Bloco de Vigilância em Saúde, referentes aos meses de janeiro a abril de 2014. O monitoramento que identificou as localidades irregulares foi realizado no dia 25 de março. De Luís Carlos Nunes, do Oeste Global.

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Formosa tem recursos da Saúde bloqueados por irregularidades

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Portaria do Ministério da Saúde, publicada nesta sexta-feira (2) no Diário Oficial da União (ver aqui), suspende a transferência de recursos financeiros para 1.027 municípios que não cadastraram os serviços de vigilância sanitária no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde e não alimentaram o Sistema de Informação Ambulatorial. Setenta e cinco cidades baianas serão afetadas com a medida, entre elas está o município de Formosa do Rio Preto.

De acordo com o texto, fica suspensa a transferência de recursos financeiros do Componente de Vigilância Sanitária do Bloco de Vigilância em Saúde, referentes aos meses de janeiro a abril de 2014. O monitoramento que identificou as localidades irregulares foi realizado no dia 25 de março. De Luiz Carlos Nunes, do Oeste Global.

Hoje tem audiência na justiça eleitoral de Formosa: captação ilegal de votos.

Jabes e Neo
Jabes e Neo

Fonte portal blogoesteglobal.com.br

 O juiz da 187ª Zona Eleitoral de Formosa do Rio Preto, Francisco Moleda de Godoi, em despacho no dia 21 de janeiro, remarcou a audiência que era pra ter acontecido no dia 24 intimou as partes para prosseguimento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) nº 248-23.2012.6.05.0187, para hoje, 31, no fórum da cidade, para prosseguimento nos processos que apuram captação de sufrágio ilegal nas eleições municipais de 2012, onde são réus o ex-prefeito Manoel Afonso de Araújo e o atual prefeito Jabes Júnior.

A AIJE nº 248-23.2012.6.05.0187 movida contra o ex-prefeito Neo, apura denúncias de condutas vedadas em ano de eleição. Segundo a denúncia, o ex-prefeito Neo aliciou eleitores mediante doações de blocos cerâmicos, cesta básica e sacos de cimento utilizando recursos federais. Afirmam os representantes da coligação “Formosa de um Jeito Novo, com a Força do Povo, dentre outras irregularidades, que o então prefeito Neo, no ano de 2012, fez licitação e contratou a Cerâmica Paraíba para fornecimento de blocos porém as compras na verdade tinha fins eleitorais (compra de votos).

Em uma audiência anterior, o ex-juiz da comarca, Claudemir da Silva Pereira, colheu depoimento de testemunhas que afirmam ter recebido as doações e determinou que o atual prefeito, Jabes Júnior, apresentasse cópias dos processos de licitação, contratos, empenhos e relação dos beneficiários das doações em 2012 para averiguações de sua legalidade, o que foi feito.

Sustentam os representantes da “Coligação Formosa de um Jeito Novo, com a Força do Povo” que segundo o art. 73. Inciso I, Lei 9.504/97, “fazer qualquer doação a eleitores em ano eleitoral e o descumprimento de tal norma pode ser punido com a cassação do diploma, multa e inelegibilidade, além de responder o agente público responsável por ato de improbidade administrativa”. Alegam ainda, os acusadores que este processo foi formado com cópias de notas apreendidas na Cerâmica Paraíba nas quais consta o nome do ex-prefeito Neo como autorizador das ditas doações. Se condenado, Neo Afonso poderá ficar inelegível, o que frustraria sua pretensão de candidatar-se a deputado nas eleições do próximo ano e Jabes Júnior ter cassado o mandato e perder seus direitos políticos, dentre outras punições.

Jabes Júnior, no dia 29 deste mês teve a anulação de seu diploma de prefeito, não sendo afasto. Diz o magistrado: “ressalto que o Poder Judiciário é instrumento de pacificação social, não criador de crises. Assim, este juiz tem o dever ético de agir com prudência em sua atividade jurisdicional (art. 25, do Código de Ética da Magistartura Nacional), resguardando a segurança dos cidadãos formosenses e a estabilidade das instituições desta cidade… Por cautela, fica o afastamento dos investigados da chefia do Poder Executivo local condicionado a decisão colegiada de órgão da Justiça Eleitoral, e/ou ao trânsito em julgado desta sentença”.

O prefeito sem diploma enfrenta forte pressão de entidades de classe, associações e de boa parte da sociedade local.

Justiça Eleitoral cassa diploma de Prefeito e Vice-Prefeito de Formosa do Rio Preto.

Texto e fotos de Luís Carlos Nunes, do blogoesteglobal.com.br

Jabes Junior: diploma cassado
Jabes Junior: diploma cassado

Foi publicado hoje (29), no Diário Oficial Eleitoral sentença que cassa o diploma do prefeito Jabes Júnior. Na decisão condenatória o magistrado diz que não tem dúvida quanto a cassar o diploma do prefeito e que a “execução tem efeito imediato”, independente do seu transito em julgado ou de ser proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral sem necessidade do aguardo e confirmação em eventual recurso.

Jabes Júnior continua, no entanto, no cargo por motivo de segurança jurídica, segundo o Magistrado que proferiu a sentença, uma vez que, segundo seu entendimento, determinar o imediato afastamento dos investigados, levando-se em consideração que a sucessiva alternância na titularidade da chefia do Poder Executivo gera, nessas circunstâncias, instabilidade política e administrativa.

Vejam a seguir a sentença proferida pelo juiz Francisco Moleda de Godoi:

“Concluo, com fundamento na análise das provas presentes no autos que os candidatos Jabes Júnior, ao prometer, durante o período eleitoral, a doação de um milheiro de blocos cerâmicos ao eleitor Paulo Fernandes em troca do seu voto, praticou o ato ilícito previsto no art. 41-A, da Lei nº 9.504/1997.

 Da mesma forma, os investigados praticaram outro ato de captação ilícita de sufrágio, posto que a Sra. Juranda, representante política dos mesmos na comunidade Canadá, prometeu, poucos dias antes da eleição municipal de 2012, blocos de cerâmica à eleitora Josalene da Silva, em troca do seu voto nos na chapa Jabes Júnior/Gérson Bonfantti.

 A instrução processual evidenciou claramente que a liberdade de voto de Paulo Fernandes de Carvalho e Josalene da Silva Soares, eleitores deste município, foi violada pelos investigados, tornando prescindível qualquer análise sobre a potencialidade ou mesmo gravidade da conduta ilícita.

Dessa feita, tenho o dever de cassar do diploma dos investigados, nos termos do art. 41-A, da Lei nº 9.504/1997.

No tocante ao momento da produção dos efeitos desta sentença, filio-me à posição defendida por Elmana Viana Lucena Esmeraldo, ou seja, entendo que são imediatos:

A decisão “tem execução imediata”, independe do seu trânsito em julgado ou de ser proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral, não sendo aplicado o art. 15, da LC nº 64/90, uma vez que a conduta tipificada no art. 41-A da lei nº 9.504/1997, não prevê a decretação de inelegibilidade, mas cassação do registro ou do diploma que, segundo o TSE, não se confunde com a inelegibilidade, tampouco o art. 216 do Código Eleitoral, restrito ao RCED. Assim, ainda que a decisão seja proferida por juiz eleitoral, poderá ser executada imediatamente, sem necessidade do aguardo e confirmação em eventual recurso.

(…)

Conclui-se, portanto, que a decisão condenatória proferida pelo juiz eleitoral, em eleições municipais, terá efeito instantâneo, gerando a cassação do diploma, nos termos do art. 41A da Lei nº 9.504/97. Entretanto, somente após transitar em julgado ou ser confirmada por decisão do TRE, em eventual recurso, é que vai implicar a inelegibilidade do art. 1º, I, j, da LC 64/90 (…)

Por fim a multa depende de decisão transitada em julgado.

Não obstante, com fulcro no princípio da segurança jurídica, deixo de determinar o imediato afastamento dos investigados o caso em julgamento, levando-se em consideração que a sucessiva alternância na titularidade da chefia do Poder Executivo gera, nessas circunstâncias, instabilidade política e administrativa.

Além do mais, percebi nesses poucos meses que resido em Formosa do Rio Preto, que trata-se de uma cidade fortemente dividida entre grupos políticos, em que animosidade demonstrada entre eles é muito grande.

Vislumbro que o afastamento imediato dos investigados poderia ocasionar comemorações adiantadas pelo grupo dos investigantes, com possíveis enfrentamentos de partidários e eleitores, utilizados como massa de manobra, com real conturbação da ordem pública.

Da mesma forma, uma eventual suspensão dos efeitos desta decisão pelo TRE/BA ou pelo TSE poderia ocasionar uma “festa” do grupo político dos investigados, com as ocorrência dos tumultos acima expostos.

Importante frisar que este magistrado refletiu muito antes de não impor efeitos imediatos a esta sentença, haja vista que, em princípio, é inconcebível a continuidade de pessoas que praticaram ilícitos eleitorais graves na chefia do Poder Executivo local.

Contudo, ponderei que as consequências sociais maléficas trazidas pela manutenção provisória dos investigados na Prefeitura de Formosa do Rio Preto são menores do que as que ocorreriam neste município no caso de cassação imediata dos diplomas dos mesmos.

Por fim, ressalto que Poder Judiciário é instrumento de pacificação social, não criador de crises. Assim, este juiz tem o dever ético de agir com prudência em sua atividade jurisdicional (art. 25, do Código de Ética da Magistratura Nacional), resguardando a segurança dos cidadãos formosenses e a estabilidade das instituições desta cidade.

POSTO ISSO, e por tudo mais que dos autos consta, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTE a presente Ação de Investigação Judicial Eleitoral, e, por via de consequência, determino a cassação dos diplomas de JABES LUSTOSA NOGUEIRA JÚNIOR e GÉRSON JOSÉ BONFANTTI, Prefeito e Vice-Prefeito deste município, pela Coligação “UNIDOS PELA VITÓRIA DO POVO”, com fulcro no art. 41-A, da Lei n. 9.504/97, anulando-se a respectiva votação dos investigados, nos termos do art. 222, do Código Eleitoral, por terem praticado captação ilícita de sufrágio na eleição municipal de 2012.

Por cautela, fica o afastamento dos investigados da chefia do Poder Executivo local condicionado a decisão colegiada de órgão da Justiça Eleitoral, e/ou ao trânsito em julgado desta sentença.

Na forma do dispositivo acima, aplico-lhes a multa no valor de 25 (vinte e cinco) mil UFIR´s, para cada um dos investigados – em razão da situação financeira privilegiada dos mesmos, conforme é fato notório neste município -, que deverá ser paga após o trânsito em julgado desta AIJE.

Confirmada a cassação dos diplomas dos investigados por órgão colegiado da Justiça Eleitoral, ficam o Sr. Jabes Lustosa Nogueira Júnior e o Sr. Gérson José Bonfantti inelegíveis pelo período de 8 (oito) anos a contar da data da eleição municipal de 2012, nos termos do art. 1º, inciso I, letra “j”, da LC 64/1990.

Deixo de condenar os investigados em custas e honorários advocatícios, por tratar-se de ação eleitoral.

Realizem-se todas as comunicações e providências administrativas necessárias.

Transitada em julgado a decisão, extraiam-se cópias dos autos e remetam-se-as ao MP para que tome as medidas que entender cabíveis nas searas criminal e administrativa.

Publique-se em Cartório.

Formosa do Rio Preto, 28 de janeiro de 2014

Francisco Moleda de Godoi

Formosa do Rio Preto: nesta terça inicia perícia de ação eleitoral.

O juiz eleitoral de Formosa do Rio Preto, Francisco Moleda de Godoi mandou intimar as partes na Ação de Investigação Judicial Eleitoral de nº 222-25.2012.6.05.0187 em que Jabes Lustosa Nogueira Júnior e Gerson José Bonfantti figuram como investigados, tendo em vista o inicio dos trabalhos periciais, a partir desta terça-feira, 3, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador.

TRE cancela, em caráter liminar, ação eleitoral contra Jabes Júnior.

Notícia relevante do jornalista Fernando Machado, no site ZDA:

O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), em decisão liminar, proferida pelo Juiz Relator Cássio Miranda, cancelou a audiência que seria realizada nesta sexta-feira, 22, em Formosa do Rio Preto, no Oeste da Bahia, e suspendeu o processo movido pelo segundo colocado nas eleições de 2012, Bira Lisboa (PMDB), contra o atual prefeito do município, Jabes Júnior (PDT).

Formosa do Rio Preto: Audiência é marcada. Neo e Jabes Júnior sentam no banco dos réus.

Jabes Júnior, Neo Afonso e o novo aliado vereador Gillian Rocha
Jabes Júnior, Neo Afonso e o novo aliado vereador Gillian Rocha

O juiz da 187ª Zona Eleitoral de Formosa do Rio Preto, Francisco Moleda de Godoi, em despacho nesta segunda-feira 11 de novembro de 2013, intima as partes para prosseguimento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) nº 248-23.2012.6.05.0187, para audiência designada para o dia 22 próximo, às 10:30 horas que tem como objetivo, a inquirição de testemunhas nos processos que apuram captação de sufrágio ilegal nas eleições municipais de 2012, onde são réus o ex-prefeito Manoel Afonso de Araújo e o atual prefeito Jabes Júnior.

A AIJE nº 248-23.2012.6.05.0187 movida contra o ex-prefeito Neo apura denúncias de condutas vedadas em ano de eleição. Segundo a denúncia, o ex-prefeito Neo aliciou eleitores mediante doações de blocos cerâmicos, cesta básica e sacos de cimento utilizando recursos federais do Fundo de Assistência Social. Afirmam os representantes da coligação “Formosa de um Jeito Novo, com a Força do Povo, dentre outras irregularidades, que o então prefeito Neo, no ano de 2012, fez licitação e contratou a Cerâmica Paraíba para fornecimento de blocos porém as compras na verdade tinha fins eleitorais (compra de votos).

Em audiência anterior, o ex-juiz da comarca, Claudemir da Silva Pereira colheu depoimento de pessoas que teriam recebido as doações e determinou que o atual prefeito, Jabes Júnior, apresentasse, no prazo de 5 dias, cópias dos processos de licitação, contratos, empenhos e relação dos beneficiários das doações em 2012 para averiguações de sua legalidade, o que foi feito.

Sustentam os representantes da acusação que é vedado por lei (art. 73. Inciso I, Lei 9.504/97) fazer qualquer doação a eleitores em ano eleitoral e o descumprimento de tal norma pode ser punido com a cassação do diploma, multa e inelegibilidade, além de responder o agente público responsável por ato de improbidade administrativa. Alegam ainda, os acusadores que este processo foi formado com cópias de notas apreendidas na Cerâmica Paraíba nas quais constam o nome do ex-prefeito Neo como autorizador das ditas doações. Se condenado, Neo Afonso poderá ficar inelegível, o que frustraria sua pretensão de candidatar-se a deputado nas eleições do próximo ano e Jabes Júnior ter cassado o mandato e perder seus direitos políticos, dentre outras punições.

 

Formosa do Rio Preto: Ministério Público pede cassação do Prefeito Jabes Júnior

Jabes Júnior, em foto recente, na companhia de Marcelo Nilo, presidente da Assembleia.
Jabes Júnior, em foto recente, na companhia de Marcelo Nilo, presidente da Assembleia.

O Ministério Público Eleitoral -MPE concluiu que houve abuso do poder político na eleição para prefeito de Formosa do Rio Preto e pede a cassação, inelegibilidade por 8 anos e multa para Jabes Júnior.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) acatou pedido da Coligação “Formosa de um Jeito Novo, com a Força do Povo”, proposta por meio da Ação de Investigação Judicial Eleitoral – AIJE de número 249-08.20126.05.0187, entendendo pela comprovação de abuso de poder político, que comprometeu o pleito de 2012. O parecer declara a inelegibilidade do prefeito Jabes Júnior por 8 anos, além da cassação do diploma do mandato, consequente anulação dos respectivos votos além de multa.

Promotor Ícaro Bezerra
Promotor Ícaro Bezerra

Conforme o parecer publicado pelo promotor público Ícaro Tavares Cardoso de Oliveira Bezerra em 6 de novembro de 2013, as investigações comprovaram que Jabes Júnior utilizou expediente ilícito para captação de sufrágio (votos).

Segundo o despacho, após investigação, levantamento de provas, análise de notas fiscais, diversas audiências, oitivas com as testemunhas, foi constatado que o prefeito Jabes Júnior cometeu crime de captação de sufrágio ilegal (compra de votos) por doações de blocos nas eleições realizadas no ano de 2012, o que causou desequilíbrio no pleito em desfavor de seus adversários políticos por abuso de poder político.

Em Formosa do Rio Preto, a população aguarda ansiosamente pelo julgamento desse processo e também de outros crimes eleitorais ao qual envolvem o nome do atual gestor. O resultado poderá ser conhecido no prazo de 10 dias, quando o juiz da comarca pode proferir sentença judicial.

 

Formosa do Rio Preto: Juiz nomeia perito criminal em ação eleitoral

Francisco Moleda de Godoi
Francisco Moleda de Godoi

O novo juiz da comarca de Formosa do Rio Preto, Francisco Moleda de Godoi, nomeou Zidalva de Souza Moraes, Coordenadora de Perícias Audiovisuais do Instituto de Criminalística do Departamento de Polícia Técnica (DPT/BA) a fim de proceder perícia em gravações. A perita é  formada em Engenharia Química, Especialista em Fonética Forense pela Polícia Federal/SENASP, Mestra em Segurança Pública pela UFBA como perita criminal.

Os áudios fazem parte da Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME), contra o atual gestor do Município, Jabes Junior, sob nº 2-90.2013.6.05.0187 que apura possíveis irregularidades e captação ilegal de voto nas eleições de 2012, cujo laudo deverá ser apresentado no prazo de 30 (trinta) dias.

Ainda no despacho publicado no Diário da Justiça Eleitoral nesta quinta-feira (07), o magistrado fixou honorários periciais em R$ 2.712,00 que deverão ser depositados pelos investigados em conta judicial no prazo de 10 (dez) dias, contados da intimação do despacho, sob pena de preclusão.

O juiz solicitou ainda ciência ao ministério público e intimou a perita a comunicar com antecedência mínima de 10 (dez) dias, data, hora e local para ter início a produção do exame a fim de dar ciência às partes.

Nada como um dia depois do outro: aparece o plano B de Marcelo Nilo.

Marcelo Nilo com Jabes Júnior: nem o apoio de meia centena de prefeitos  e quase 40 deputados estaduais salvou a candidatura do Presidente da Assembleia na cabeça da chapa da Situação.
Marcelo Nilo com Jabes Júnior: nem o apoio de meia centena de prefeitos e quase 40 deputados estaduais salvou a candidatura do Presidente da Assembleia na cabeça da chapa da Situação.

Imagem capturada em 29 de maio na 30ª Vaquejada de Formosa do Rio Preto, por Luís Carlos Nunes. Há exatos 5 meses, Marcelo Nilo afirmava em reportagem ao blog Oeste Global, ao ser questionado se o mesmo teria algum plano “B” caso a sua candidatura não decolasse rumo ao palácio de Ondina, Nilo declarou: “Eu não tenho plano B, estou no meu sexto mandato como deputado estadual e natural que eu seja candidato com o apoio do governador Wagner”.

Hoje o deputado pedetista, de pires na mão insiste que o seu partido tem direito a uma vaga em uma chapa majoritária encabeçada pelo PT e reconhece que aceita discutir com a sua legenda ser candidato a vice ou senador, caso um dos dois postos lhe sejam ofertados. “Vice não tem tinta na caneta. Mas, se o governador nos oferecer o Senado ou a vice, discutirei com o meu partido”, afirmou.

Formosa do Rio Preto: folha poderia estar ultrapassando a Responsabilidade Fiscal

jabes juniorFontes seguras afirmam que, após notificação por parte do Tribunal de Contas dos Municípios acerca dos excessivos gastos com a folha de pagamento e consequente inchaço da máquina pública, a luz vermelha acendeu na sala de crise e o prefeito Jabes Júnior, em caráter de urgência, convocou assessores, secretários municipais, vereadores da base aliada em busca de solução.

A reunião aconteceu na tarde desta segunda-feira, 16 de setembro, nas dependências da pousada Casarão, onde o alcaide apresentou como medida, a redução nas remunerações dos cargos comissionados já no próximo pagamento de 20%, podendo nos meses subsequentes chegar a 50% e havendo possibilidade de redução de pessoal. A medida choca-se com as liberalides de seu início de mandato, onde Jabes Júnior concedia, gratificações de até 120% para seus indicados, em detrimentos aos concursados. A expectativa em Formosa do Rio Preto é que, se a redução no quadro realmente acontecer, será feita entre nomeações comuns ou entre os apadrinhados consanguíneos. O arrocho financeiro explica que, pela primeira vez na história, funcionários tenham recebido salários atrasados.

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Juiz eleitoral de Formosa do Rio Preto manda gravação à perícia

 

Jabes Júnior
Jabes Júnior

O juiz eleitoral de Formosa do Rio Preto, Lázaro de Souza Sobrinho, determinou, em audiência realizada hoje, no Fórum local, que se envie à Polícia Federal, para perícia técnica, gravação, em que a coligação liderada por Bira Lisboa apresentou como prova de abuso de poder econômico e compra de votos de seu candidato oponente nas eleições de outubro, Jabes Júnior. Fez mais o Juiz: pediu a transcrição da fita e pediu que o Prefeito eleito lesse o texto transcrito, gravando essa leitura. A gravação será enviada junto com a fita original à perícia para comparação.Bira Lisboa em campanha

O prefeito eleito sofre uma Ação de Impugnação do Mandato Eletivo (AIME) e uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), iniciadas por Bira Lisboa. O resultado da perícia deverá retornar às mãos do Magistrado no prazo de 30 dias e com base no resultado é que o mesmo dará seu veredito. As informações são do editor do Oeste Global, Luís Carlos Nunes.

Partidários de Jabes Júnior agridem jornalista na convenção

Mari Leci, ensandecida, agride repórter.

O jornalista Luís Carlos Nunes, do site Oeste Global, foi agredido durante a convenção do PDT, neste sábado, em Formosa do Rio Preto. Hoje ele publicou em seu blog uma carta de repúdio à atitude da agressora, Maria Leci, secretária municipal de Finanças do Município. O depoimento de Luís Carlos:

Lamentamos o fato de não podermos ter feito a cobertura da Convenção que homologaria a candidatura de Jabes Júnior (PDT), uma vez que nossa reportagem ao chegar ao local do evento, foi agredida.
No momento que chegávamos, inesperadamente houve o início de uma briga entre possíveis militantes, e nos dirigindo para verificação com câmera em punho, começamos a fazer o registro fotográfico.
A senhora Maria Leci, dirigindo-se a minha pessoa, de forma agressiva disse que era para parar de fotografar, desferindo golpe sobre a câmera machucando meu olho esquerdo (fato tesmunhado).
Tal atitude é inadmissível, é preciso respeito ao profissional de comunicação que nada mais fazia do que cumprir seu dever de informar a população de fatos e acontecimentos.
A policia militar teve que imobilizar o agressor apartando a briga e nada mais. Consta que a ocorrência não teve maiores consequências, não houve presos nem feridos graças a intervenção precisa e inteligente dos policiais militares.
Após o ocorrido deixei o local sob ameaça de militantes vestidos com camisas do PDT. Tentei contato com o até então pré-candidato a prefeito por diversas vezes para que fosse garantida paz para o desempenho de minha atividade, não obtive sucesso em seus dois números celulares.
A tentativa de intimidar jornalistas e impedir a divulgação de informações deve ser sempre rechaçada por todos aqueles que defendem a liberdade de expressão como um dos fundamentos de uma sociedade democrática. Pedimos ao senhor prefeito que tome providencias, pedimos a coordenação de campanha e ao senhor Jabes Júnior que se atente ao despreparo e arrogância dessa senhora “responsável” pelo dinheiro publico na cidade. Ela por exercer cargo público e de confiança deveria dar o melhor dos exemplos, o que não foi feito.
O blog Oeste Global sempre agiu com imparcialidade e responsabilidade em suas publicações, porém esse “distinta” senhora deveria aparecer somente em sua atividade de gestora e cuidar melhor das verbas públicas e não deixar por exemplo que falte merenda escolar em nossas escolas, diga-se de passagem precárias. A convite de JJ, um dia antes na comunidade do Pavão, cumpríamos o compromisso de divulgação em prol do conhecimento e da informação tão somente. Lamentamos e repudiamos o destempero da senhora Maria Leci, secretária municipal de finanças de Formosa do Rio Preto.
Perdeu a sociedade! Perdeu a democracia! Lamentamos!
Luís Carlos Nunes
Blog Oeste Global

Mansidão, Santa Rita e Formosa: a política agita o Vale do Rio Preto.

Mansidão: Câmara

aprova contas de prefeito

O plenário da Câmara de Vereadores de Mansidão no extremo oeste da Bahia, votou na noite de 9 de maio, pela aprovação das contas do prefeito Davi Frank (PSD), referentes ao exercício financeiro de 2009. A Comissão de Economia, Finanças, Orçamento e Contas da Câmara havia emitido parecer favorável à aprovação.

O placar foi de 6  votos favoráveis contra 3  pela rejeição.

As contas do Prefeito, que já haviam sido reprovadas no exercício de 2008 pelo tribunal, também foram rejeitadas no último exercício avaliado conforme processo: 95564-11 publicado em 11/11/2011. Na mesma condição  entram as contas da Câmara Municipal, tendo suas ultimas 3 prestações reprovadas pelo colegiado fiscalizador. (ver aqui)

Em Santa Rita de Cássia,

um empate na primeira posição

Em recente pesquisa de intenção de voto encomendada pelo diretório estadual do PMDB, o atual prefeito Romualdo Setubal (PP) e Joaquim Geraldo (vereador PMDB) largam na frente, tecnicamente empatados na disputa pela prefeitura de Santa Rita de Cássia.

Conforme o levantamento feito junto a 390 entrevistados, uma vez estimulados, o atual gestor obteve 5 pontos a frente de seu principal oponente. Quando apontados os candidatos, ambos emplacam. Outro três candidatos também constam na pesquisa, Quêno de Dedé (PT), Ranulfo do Sim e Túlio Guedes. Mas a soma da aceitação dos três não chega a encostar nos ponteiros.

Os lideres da pesquisa somam juntos 40% de rejeição e os outros três citados 20 pontos, sendo que aproximadamente metade dos entrevistados está indeciso.

Outro dado é a avaliação positiva da atual administração por 61% dos questionados.

O jornalista Fernando Machado, especialista na política do Vale do Rio Preto, afirma que alguma coisa está errada nessa pesquisa. No entanto, como diz o deputado Oziel Oliveira, pesquisa certa é a de 7 de outubro.

Formosa do Rio Preto:

pesquisa coloca candidato de oposição na liderança.

O pré-candidato a prefeito, Bira (PMDB) tem a preferência dos eleitores de Formosa do Rio Preto, segundo pesquisa divulgada em pesquisa recente.

Segundo o levantamento, Bira tem 37% das intenções de voto seguido por Jabes Júnior (PP) com 31%, Termosíres Neto 11% e Rosenilo (PPS) com 4%.

No mesmo levantamento, Bira obteve 9% de rejeição, Termosíres Neto 8% e o candidato governista amarga 25% de rejeição ao seu nome.