Pesquisa Folha: candidato de Lula ganharia hoje com 12% acima de Bolsonaro.

Datafolha aponta que 29% votariam em candidato indicado por Lula (caso os golpistas o impeçam de disputar).

Ou seja: o candidato indicado por Lula tem mais votos que o 2° colocado (Bolsonaro, 17%).

Será que a Globo, que retirou apoio a todos os pré-candidatos testados, o João Dólar e Luciano Lata Velha, e viu o seu Aébrio Cunha pulverizar-se no episódio das malas cheias, agora apostou todas as fichas no Judiciário?

É a chamada aposta plena na gíria dos cassinos. Ganha várias vezes o  valor apostado ou perde tudo.

Eliana Calmon: a Lava Jato precisa chegar ao Judiciário

"La Calmon" com este Editor e políticos do seu partido, o PSB, em visita a Luís Eduardo Magalhães
“La Calmon” com este Editor e políticos do seu partido, o PSB, em visita a Luís Eduardo Magalhães

Eliana Calmon, ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça, presidente do Conselho Nacional de Justiça e candidata a senadora na Bahia, mandando o corporativismo às favas em entrevista a Gil Alessi, da página em Português do jornal El País:

O que eu acho é o seguinte: a Odebrecht passou mais de 30 anos ganhando praticamente todas as licitações que disputou. Enfrentou diversas empresas concorrentes, muitas com uma expertise semelhante, e derrotou todas.

Será que no Judiciário ninguém viu nada? Nenhuma licitação equivocada, um contrato mal feito, que ludibriasse e lesasse a nação? Ninguém viu nada?

Por isso eu digo que algo está faltando chegar até este poder. Refiro-me ao Judiciário como um todo, nas três instâncias.

Na minha terra, na Bahia, todo mundo sabia que ninguém ganhava nenhuma causa contra a Odebrecht nos tribunais. O que eu questiono é que em todas estas décadas em que a empreiteira atuou como organização criminosa nenhum juiz ou desembargador parece ter visto nada… E até agora nenhum delator mencionou magistrados.

Ministério Público denuncia 4 desembargadores do TJ-Tocantins

Uma consistente matéria do jornal O Estado de São Paulo  denunciou, na noite de ontem, um grande esquema de corrupção no Tribunal de Justiça do estado do Tocantins:

“Ao longo de quatro anos, uma ampla e detalhada investigação mostra que 4 dos 12 desembargadores montaram esquemas no Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO) para vender sentenças, satisfazer interesses de políticos locais, cobrar pedágio para liberar o pagamento de precatórios, confiscar parte dos salários dos assessores para financiar viagens ao exterior e cobrar dos cofres públicos indenização vultosa por danos morais por terem sido investigados.

Os indícios e provas colhidos levaram o Ministério Público a denunciar quatro desembargadores, dois procuradores do Tocantins, sete advogados, três servidores do tribunal e outras duas pessoas envolvidas no esquema.”

Veja mais clicando no link para acessar o portal do Estadão.

Servidores do Judiciário fazem mais uma greve relâmpago.

O Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado da Bahia – Sinpojud realiza Assembleia com paralisação de 24 horas, nesta quarta-feira (05), no Ginásio de Esportes dos Bancários da Bahia, localizado na Ladeira dos Aflitos, Centro, a partir das 9h30.
Em pauta, analise do andamento da Pauta de Reivindicações de 2011. Estarão funcionando apenas os serviços do Plantão Judicial: habeas Corpus, guia de sepultamento, liminar de planos de saúde, casamentos pré-agendados.

Lamentadas alterações no Judiciário

O juiz Claudemir, em foto de Wilson Lima
O juiz Claudemir, em foto de Wilson Lima

Toda a comunidade eduardense tem lamentado a revogação da nomeação dos juízes Claudemir e Lázaro, que enfrentaram com garra os 12 mil processos que tramitam na Comarca de Luís Eduardo, trabalhando inclusive aos sábados. A nomeação do juiz substituto Alexandre Brandão, que assumiria sozinho todas as varas da Comarca, oportunizou a pergunta do advogado e vereador Éder Fior: por que não três juízes? Éder diz que vai reunir as forças vivas da comunidade para reivindicar a permanência dos três juízes, mesmo que dois tenham que repartir seu tempo entre Formosa do Rio Preto e Baianópolis. Os advogados de Luís Eduardo estão perplexos com as mudanças.