A linha sucessória da Presidência da República, que ora se encontra com o vice-presidente entronizado no Poder, segue célere rumo ao alvo indicado pelo Patronato, tão bem representado pela Rede Globo de Televisão. Dilma já foi, Temer está bambo, Rodrigo Maia, o Botafogo, e Eunício Oliveira, o Índio, tem contas a prestar com a Justiça.
Aí chegamos à ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, que já é paparicada pela Globo e pelos representantes da Avenida Paulista. Cármen é eleita para o mandato tampão e pode até concorrer à reeleição em outubro de 2018 no cargo.
Cármen Lúcia Antunes Rocha, 63 anos, geraizeira de Montes Claros, tem uma larga folha de serviços prestados à Justiça e não tem se mostrado alheia aos graves problemas que atingem a República e, em particular, o judiciário brasileiro.
O Patronato se cansou dos políticos, assim como a maioria dos brasileiros.