Malafaia diz que Eduardo Bolsonaro fala “asneiras” e devia “ficar calado” para ajudar Flávio.

Enquanto isso, a Ex-Primeira Dama, Michelle, frita bananas, numa clara referência ao auto-exilado boquirroto.

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro é mais útil para a candidatura presidencial do seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), se “ficar calado”. A opinião foi dada nesta terça-feira (24) pelo pastor Silas Malafaia, em entrevista ao SBT News. 

Malafaia criticou na entrevista os ataques feitos por Eduardo Bolsonaro ao deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Para o líder espiritual, que é ligado politicamente ao ex-presidente Jair Bolsonaro, Eduardo estaria falando “muitas asneiras”.

“Calado, (Eduardo) vai ajudar muito mais o irmão (Flávio) do que abrindo a boca para falar asneira. Ele calado vai ser um belíssimo cabo eleitoral para o irmão”, declarou o pastor.

Em postagem nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro disse que Nikolas Ferreira e Michelle Bolsonaro estariam com “amnésia”, por não citarem a candidatura do irmão, Flávio Bolsonaro, em seus conteúdos. Nikolas, ao sair de visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro na Papudinha, no último sábado (21), disse que já estava acostumado a apanhar do ex-deputado, e afirmou ainda que “ele não está bem”.

Já Michelle Bolsonaro não respondeu diretamente às críticas de seu enteado. Michelle, entretanto, postou um vídeo preparando “bananinhas fritas” para levar ao marido, o que foi entendido como uma estocada em Eduardo Bolsonaro, apelidado jocosamente por adversários como “Bananinha”. 

Para Malafaia, se Eduardo Bolsonaro continuar com as críticas, o  presidente Luiz Inácio Lula da Silva “vai agradecer”. O pastor classificou as declarações de Eduardo como “amadorismo político sem tamanho”, disse que Michelle está “sofrendo’ por causa da prisão do marido, e que ela merece respeito neste momento. 

“O ex-deputado não pode querer determinar a hora que cada pessoa vai manifestar seu apoio. Tem que respeitar a hora e o espaço de cada um’, criticou Silas Malafaia.

Juscelino foi o último presidente a visitar o Museu Nacional.

Kubitschek, o grande presidente do Brasil, construtor de Brasília e criador da indústria automobilística nacional, foi o último, no exercício do cargo, a visitar o Museu Nacional.

A partir deste fato se entende porque o Museu virou cinzas e junto com ele grande parte da história nacional.

De fato, nós brasileiros, somos um bando de bonobos, hesitantes em atravessar o rio Congo.  

Os cientistas contam que um bando de bonobos atravessou o rio Congo, no coração da África e se tornaram caçadores. O consumo de proteínas evoluiu o cérebro e os músculos e atividade da caça exigiu que para ter mais velocidade andassem apenas nas patas traseiras,  dando origem aos ancestrais do homem. Os que ficaram na outra margem eram vegetarianos e hoje estão em estado de avançada extinção.

Já o Malafaia, o Magno Malta, o Bolsonaro e o General Mourão acreditam na história de Adão e Eva e de que a mulher foi criada de uma costela do homem.