A equipe McLaren apresentou na manhã de hoje da Inglaterra (madrugada no Brasil) o seu carro para a temporada 2018 de Fórmula 1. O esperado retorno à predominância da cor laranja-papaya foi confirmado. “Estamos ouvindo nossos fãs”, disse a direção da escuderia no twitter.
A McLaren conta este ano com os bravos motores franceses da Renault, depois de 3 anos de insucessos com a volta do motor Honda às pistas.
A equipe não quer pouco: quer se misturar, na chegada, entre as flechas de prata da Mercedes, a tradição da Ferrari e a fúria da Red Bull, que dominaram o cenário no ano passado. Para isso conta com o talento (caráter não conta) do campeão, o asturiano Fernando Alonso.
O MP4-301, um dos carros mais bonitos da F1, agora com novo motor pode se tornar surpresa no início da temporada
A McLaren, vítima de um dos piores carros de sua história, terminou 2015 com ao menos uma boa notícia. Stoffel Vandoorne, campeão da GP2 e prata da casa, liderou os testes coletivos em Abu Dhabi, com o tempo de 1min44s456.
Stoffel Vandoorne conseguiu uma proeza ainda não alcançada pela McLaren em 2015: colocar o problemático carro inglês na liderança de um treino. O belga, campeão da GP2 e ainda com o futuro em aberto, marcou 1min44s103 – suficiente para pontear os testes pós-temporada em Abu Dhabi, última atividade oficial da F1 em 2015.
O segundo mais veloz foi Kimi Räikkönen, com 1min44s456 – 0s353 mais lento do que Vandoorne, portanto. Marcus Ericsson e Jolyon Palmer foram outras surpresas do teste, colocando a Sauber e a Lotus em terceiro e quarto, respectivamente. Sebastian Vettel fechou o top-5 com a outra Ferrari.
A Mercedes, bicho-papão da temporada, não brilhou no teste. Pascal Wehrlein, único piloto da escuderia alemã na atividade, foi apenas o sexto mais rápido, 1s502 atrás de Vandoorne. Um desempenho estranho para a equipe que venceu o GP emiratense com Nico Rosberg. Force India e Williams, outras equipes com motor alemão, também estavam apagadas: Nico Hülkenberg foi o nono mais rápido, enquanto Valtteri Bottas acabou em décimo. Conteúdo do Grande Prêmio.
No box da McLaren, em Austin, Texas, onde será realizado, agora às 16 h, o GP Dos Estados Unidos de Fórmula 1, foi hasteada uma bandeira mexicana, em homenagem ao seu piloto Sergio Pérez. Tudo ia muito bem quando um representante consular do México ( a fronteira mexicana fica a menos de 500 km ) descobriu uma enorme folha de maconha na bandeira. Arriada a bandeira, só restou à equipe inglesa pedir desculpas, afirmando que a bandeira foi encomendada a uma empresa terceirizada.
Lewis Hamilton escapa de perder a sua espetacular pole no GP do Canadá, mas o piloto e a McLaren saem com uma multa de 10.000 dólares e uma reprimenda oficial da FIA, auxiliada este final de semana por nosso patrono maior, Emerson Fittipaldi.A FIA está, neste momento, de olho na instrução que a McLaren deu a Lewis Hamilton logo após ele cruzar e completar a volta que lhe deu a pole para o GP do Canadá.
A equipe pediu a Hamilton que desligasse o motor do MP4-25 para que restasse 0,5 kg de combustível necessário para inspeção dos comissários da prova no pós- classificação. O regulamento dita que cada piloto tem uma margem de tempo para voltar aos boxes após última volta da classificação, o que pode não ter acontecido após Hamilton parar a McLaren na reta que dá acesso aos boxes.