“Eles entram para o panteão dos traidores da pátria”, diz professor.

CEBRI | Hussein KaloutHussein Kalout

O internacionalista Hussain Kalout diz que agora o Brasil possui quatro grandes traidores da pátria, com a entrada dos Bolsonaros na lista.

Em conversa no programa do Noblat, o cientista político e internacionalista Hussein Kalout, fala sobre a situação criada por pai e filho, Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro, para o Brasil para além da tentativa de golpe de Estado: abalaram as estruturas diplomáticas, consolidadas, com os Estados Unidos.

“A própria direita está descrente com a capacidade dos caras de chegarem ao ponto de prejudicar a economia, o emprego, tudo que é possível”, diz Kalout

Cada dia mais vistos como traidores da pátria por comportamento que indica maior fidelidade à bandeira americana do que ao Brasil, inclusive por empresariado, em uma espécie também de vingança contra o vilão eleito por eles, o judiciário, na figura de Alexandre de Moraes, o clã dá sinais de desespero: parecem enfiar os pés pelas mãos em uma tentativa de controle da narrativa que iludiu milhares – e se manterem acima de tudo e todos.

Não o Brasil, como costumam pregar.

Para o internacionalista, o governo brasileiro não vai ceder, vai tentar negociar até o último momento.

“Tive o privilégio de servir como secretário de assuntos estratégicos da Presidência. E eu posso dizer que a submissão nós não admitimos. Sob aspecto nenhum”, afirma Kalout.

Do Metrópoles.

 

Mais um escândalo: prostitutas e cafetões com trânsito livre no Parlamento

A Polícia Civil investiga uma rede de prostituição interestadual que se alastrou por áreas nobres do Distrito Federal e tem influência para circular com desenvoltura por gabinetes de clientes poderosos.

Diálogos gravados por meio de interceptações telefônicas, e que agora integram inquérito aberto pela 3ª Delegacia de Polícia (Cruzeiro), revelaram a aproximação de cafetões e parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Um dos políticos chegou a colocar parte de sua equipe, paga com dinheiro público, à disposição de uma das garotas de programa.

A apuração conta com dezenas de horas de gravações feitas com autorização judicial e investiga a conexão entre agenciadores do DF e do Sul do país. O cafetão, de Porto Alegre, costuma utilizar as garotas de programa como uma espécie de “cartão de visita” para se aproximar dos políticos.

Veja a íntegra da matéria no portal Metrópoles.

Quando trabalhei na Câmara Federal, em 1993, um dia, na entrada do Anexo IV, também conhecido como “Motel Canarinho”, notei uma senhora gorda, muito espalhafatosa, que cumprimentava deputados na entrada do elevador destinado aos parlamentares.

A cena me impressionou e perguntei a um colega de gabinete qual era a função da matrona. A resposta veio de pronto: é uma famosa cafetina.