Vai chover dinheiro, também na roça.

O presidente do Banco do Brasil, Alexandre Abreu, 49, antecipou quais os próximos setores receberão crédito da instituição : cooperativas agrícolas, petróleo e gás e construção civil.

A instituição ampliou de R$ 91 bilhões para R$ 100 bilhões o limite de financiamento para ramos específicos da cadeia produtiva brasileira.

Em entrevista à Folha, Abreu afirma que a injeção de mais dinheiro no mercado é uma estratégia comercial do banco para evitar o crescimento da inadimplência, não uma política de governo nos moldes do socorro feito durante a crise internacional de 2009. “Não vai ser uma elevação de crédito abrupta, mas, sim, suave”, disse o executivo.

Nesta terça-feira (18), ao anunciar uma política de crédito para o setor automotivo, a presidente da Caixa, Miriam Belchior, disse que a medida era uma ação conjunta para evitar desaquecimento maior da economia, patrocinada pelo Palácio do Planalto.

 

2015_08_20

Governo Estadual promete ajudar na aceleração da ferrovia.

O governador Jaques Wagner se reuniu na manhã desta segunda-feira (9), em Jequié, no canteiro de obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), com os ministros Miriam Belchior, do Planejamento, e Paulo Sérgio Passos, dos Transportes. O objetivo da reunião, que contou com representantes das empresas projetistas e executoras da obra, foi fazer uma análise do estágio em que se encontra.
Antes da reunião, a comitiva sobrevoou o canteiro de obras da ferrovia. O primeiro trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste tem 537 quilômetros de extensão, dividido em quatro lotes, entre os municípios de Ilhéus, no sul do estado, e Caetité, sudoeste baiano.

O prefeito Humberto Santa Cruz assistiu ao encontro, na companhia do pré-candidato de Barreiras, Antonio Henrique, do deputado João Leão e do Governador. 
A Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., órgão do governo federal responsável pela execução das obras, prevê que o trabalho esteja concluído em junho de 2014. Para isso, algumas decisões foram tomadas durante a reunião de trabalho em Jequié. Segundo o governador Jaques Wagner, o Governo do Estado vai colocar uma equipe para trabalhar junto aos ministérios e às concessionárias, a fim de auxiliar no que for preciso.

Afirmou o Governador:

“Os empresários falaram de suas dificuldades, principalmente com algumas desapropriações e licenças ambientais e nós do Governo do Estado vamos, junto com os ministérios, formar uma força-tarefa e ajudar nesses processos, na medida em que as negociações são com proprietários baianos e na justiça baiana.”

O governador disse ainda, que com as reuniões de avaliação e a união dos governos federal e estadual a obra vai ganhar o ritmo devido. “A impressão que tenho, depois desse encontro, é muito positiva e acredito que a partir daqui teremos um ritmo mais constante e melhor do que tivemos desde a licitação”.

Os dirigentes baianos sabem que a idade adulta das províncias mineradoras da Bahia e a competitividade do agronegócio do Oeste passam pelo leito da ferrovia. O salto para o futuro da Bahia tem aí um dos seus nós górdios. Se vier acompanhado do porto, é lógico. A Bahia não pode e não deve esperar por mais uma década pela ferrovia, enquanto constrange seu crescimento em estradas rodoviárias acanhadas.

Governo vai contratar mais 54 mil funcionários

A ministra Miriam Belchior (do Planejamento) afirmou ontem que 54 mil novos funcionários públicos serão contratados no ano que vem. Ela afirma, no entanto, que isso não afetará o esforço fiscal apregoado pelo governo.
Segundo diz, a meta de superávit primário – que é o esforço para o pagamento de juros da dívida – é de R$ 139 bilhões no ano que vem. “A meta cheia será cumprida”, afirmou.

Ela defendeu as contratações que deverão ser feitas pelo governo. “Não é possível aumentar o número de universidades e fazer o Pronatec sem contratar”, disse a ministra, referindo-se aos planos anunciados pelo governo federal no campo educacional.

O tamanho do Estado continua a crescer sem parar. Isto significa que o contribuinte será cada vez mais sacrificado na atividade privada. Até o dia que este barco virar.

Nada como uma Dilma após a outra.

De repente, não mais que de repente, dona Dilma, a senhora que está presidente, virou a heroína da austeridade fiscal, cortando emendas e orçamento a torto e a direito, do Estado gastador, perdulário e corrupto. E nós, simples mortais, já não nos lembramos mais que foi ela quem mandou nos últimos quatro anos do soberano e boçal governo Lula. E nos prendemos a falar em “herança maldita”. Foi dona Dilma quem protagonizou a soltura diarréica da cornucópia oficial. Sem medidas e com o olhar fixo na cadeira presidencial.

Que não se chorem as atitudes olímpicas de nossa Grande Guia, Condutora e Suprema Mãe. Como foram os cortes ao orçamento que vieram ao lume no dia de hoje. Ela fez a caminha dura em que agora se deita. E oremos, então: nada como uma Dilma depois de outra.

Na foto, os ministros Guido Mantega (Fazenda) e Miriam Belchior (Planejamento) explicam o contingenciamento de R$ 50,1 bilhões do orçamento da União. Foto: Wilson Dias/ABr.

Governo corta fundo no orçamento.

Os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, anunciaram no final da tarde de hoje, 9,  um corte de R$ 50 bilhões nas despesas previstas na Lei Orçamentária Anual de 2011 (LOA) aprovada pelo Congresso.

O decreto de reprogramação orçamentária com o valor autorizado de gasto para cada programa e ação do governo federal será divulgado na próxima semana, após uma discussão com cada ministério. Só então será possível saber quanto desse valor cortado será de emendas parlamentares.

O ministro da Fazenda disse que, ao contrário de outros anos, quando o governo anunciava o bloqueio dos recursos e depois liberava as verbas de acordo com o comportamento das receitas, a ideia inicial é manter os recursos bloqueados até o fim do ano.

Arrecadação
O  Congresso aprovou previsão de receitas para 2011 no valor de R$ 819 bilhões e, enquanto isso, o governo refez o cálculo e considerou “mais realista”, segundo Mantega, a previsão de arrecadação de cerca de R$ 800 bilhões.

O ministro ressaltou que o contingenciamento leva em conta um salário mínimo de R$ 545. Ele disse também que, se for confirmado esse valor para o mínimo, o governo aceita corrigir a tabela do Imposto de Renda de Pessoa Física em 4,5%. A informação é da Agência de Notícias da Câmara Federal.