Ainda em fuga, “Monstro do DF” assassinou também na Bahia.

Lázaro Barbosa: serial killer baiano mobiliza 200 policiais em busca de 6  dias no DF - Jornal Correio

Apesar da perseguição da Polícia de 2 unidades da Federação, Distrito Federal, e de homens da PRF e Corpo de Bombeiros estarem no encalço do Monstro do DF, cada vez sua ficha criminal fica mais extensa.

Suspeito de matar família troca tiros com a polícia em Cocalzinho

Com uma extensa ficha criminal no Distrito Federal e em Goiás, Lázaro Barbosa Sousa, 33 anos, também possui passagens pela polícia no estado da Bahia. Conforme o Correio* apurou com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o criminoso é acusado de um duplo homicídio ocorrido no município de Barra do Mendes (BA), em 2007.

À época do crime, após se apresentar na delegacia, ele foi preso, mas conseguiu fugir cerca de 10 dias depois. Desde então, ele é considerado foragido.

Lázaro Barbosa é apontado pela Polícia Civil do DF como o autor de pelo menos quatro mortes no Incra 9, em Ceilândia Norte. O crime aconteceu na madrugada de quarta-feira (9/6).

Ele invadiu a chácara da família e matou a facadas e tiros o empresário Cláudio Vidal, 48, e os dois filhos, Gustavo e Carlos Eduardo Marques Vidal, 21, e 15 anos, respectivamente. Na fuga, ele levou a mulher de Cláudio e mãe dos jovens, a empresária Cleonice Marques, 43.

O corpo da mulher foi encontrado neste sábado (12/6), em um córrego próximo à BR 0-70. Desde então, as forças policiais iniciaram as buscas por Lázaro, que tem deixado vítimas por onde passa.

Enterro coletivo

Família morta em chacina de Ceilândia é velada nesta segunda (14/9)

Os quatro membros da família Vidal foram enterrados na manhã desta segunda-feira (14/06). Os dois filhos do casal, Gustavo Marques, 21 anos, e Carlos Eduardo Marques, 15 anos, foram enterrados juntos, às 10h30 da manhã. Os pais, Cleonice Marques, 43 anos, e Cláudio Vidal, 48, foram sepultados por volta das 10h50, em outra sepultura conjunta.

Drones do CBMDF ajudam nas buscas a Lázaro Barbosa

Bombeiros do DF utilizam drone de última geração na perseguição ao criminoso.

 

O “Monstro do DF”, que liquidou uma família, continua fugindo e cometendo crimes bárbaros.

 (crédito: PMDF )

Polícia de 2 estados e a PRF continuam na caçada ao monstro.

Lázaro Barbosa Sousa, 33 anos, suspeito de matar uma família no Distrito Federal, ateou fogo em uma casa na noite deste domingo (13/6), em Cocalzinho de Goiás, a 105km de Brasília. Antes disso, por volta das 19h de ontem, o homem invadiu uma chácara e baleou três homens. Neste momento, uma força-tarefa montada por policiais civis e militares do DF e Goiás, policiais federais e rodoviários federais estão na região em busca do criminoso.

Conforme noticiado pelo Correio Braziliense, em primeira mão, Lázaro passou a tarde em uma chácara próximo à Lagoa Samuel, onde manteve um caseiro de refém. Segundo a PMDF, o imóvel pertence a um soldado da corporação. A reportagem encontrou a mãe do caseiro em frente ao Hospital Municipal Jair Paiva. “Amarrou meu filho, o obrigou a cozinhar e a fumar maconha”, contou a senhora, sem preferir revelar o nome.

Lázaro teria, ainda, ingerido bebida alcóolica, destruído o carro do rapaz e cortado os fios de wi-fi. Pouco depois disso, por volta de 19h, o suspeito invadiu outra residência, baleou três pessoas, roubou duas armas e munições. Thiago conversou com o Correio enquanto estava saindo do hospital de Cocalzinho e contou que o rapaz chegou atirando. “Estava com meus dois amigos e ele entrou metendo bala. Os dois colegas estão em estado grave no Hospital de Anápolis e eu levei um tiro na perna”, disse.

Os crimes não pararam por aí. Às 23h30, enquanto a reportagem saía de Cocalzinho, policiais foram acionados para uma ocorrência de incêndio em uma residência na região. A vítima contou que Lázaro ateou fogo na casa.

As buscas por Lázaro contarão com o reforço de militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e da Polícia Federal. As equipes chegaram no município goiano ainda na madrugada deste domingo. Policiais do Bope estão com uma farda especial, camuflada, pois entrarão no matagal.

Dezessete fazendas da região estão ocupada por policiais para garantir a segurança da população.