Lancha com 8 pessoas naufraga próximo a Morro de São Paulo

Uma embarcação particular naufragou próximo a Morro de São Paulo na manhã desta quinta-feira (2). Segundo informações do comandante Flávio Almeida, assessor de comunicação do Comando do 2º Distrito Naval da Marinha, oito pessoas estavam na lancha e foram socorridas por outro barco que navegava na região.

A lancha partiu da Bahia Marina por volta das 6h30 e a Capitania dos Portos foi acionada por volta das 9h.

Após ser acionada, a Marinha encaminhou ao local o navio de serviço distrital, solicitou apoio do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer) e de embarcações que estivessem próximas ao ponto do naufrágio, situado a cerca de 15 Km de Morro de São Paulo. Do Bahia Notícias.   

Navio boiadeiro naufraga no porto em Barcarena e milhares de bois morrem

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Um navio que transportava carga de cinco mil bois vivos afundou na manhã desta terça-feira (6) no cais do porto de Vila do Conde, em Barcarena, nordeste do Pará. O naufrágio aconteceu duas horas depois da embarcação ter tombado. Imagens mostram os animais saindo de dentro da embarcação e subindo na lateral do navio, parcialmente submerso. Um vídeo feito pelo estivador Renato Pereira registrou a correria no porto logo no início da manhã.

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Segundo a Capitania dos Portos, o naufrágio do navio de nome Haidar foi comunicado por volta das 8h. Uma equipe do Grupo de Vistoria e Inspeção da Capitania foi enviada ao local. De acordo com informações preliminares, não houve vítimas humanas.

Um Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação será instaurado pela Capitania dos Portos, no intuito de apurar as causas do naufrágio, com prazo de conclusão de 90 dias. Do G1. Fotos de Renato Pereira. Vídeo das redes sociais.

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Informações não confirmadas dizem que dos 5.000 bois embarcados, apenas uns 200 sobreviveram. Destes 200, alguns foram carneados pelos ribeirinhos. O problema originou-se no carregamento mal planejado do navio com bandeira Indonésia, que deveria transportar o gado para abate em países do Oriente Médio.

 

 

Um capitão covarde.

O jornal O Estado de São Paulo reproduz hoje dialogo entre o Comandante da Capitania dos Portos e o Capitão do Costa Concordia, logo após este abandonar o navio, enquanto as operações de resgate continuavam:

De Falco: Escute, Schettino. Há pessoas presas a bordo. Quero que volte para o barco e me reporte quantas pessoas há a bordo. Fui claro? Estou registrando esse telefonema.

Schettino: No momento o navio está inclinado…

De Falco: Entendi. Olha, há pessoas saindo pela proa do navio, com um bote. Vá naquele bote, volte até lá e me diz quantas pessoas estão a bordo. Fui claro? Me diga se há crianças, mulheres e pessoas que precisem de ajuda. E me dê o número de quaisquer categorias, fui claro? Olha, Schettino, você pode ter se salvado do mar, mas para mim isso é muito ruim… posso fazer você passar por um grande problema! Volte ao barco, c…!

Schettino: Comandante, por favor…

De Falco: Por favor não… vá para o barco agora. Me assegura que está indo para lá. (…)

De Falco: Já há dez cadáveres, Schettino.

Schettino: Quantos cadáveres?

De Falco: Não sei, ninguém sabe. Ouviram dizer isso. Deve dizer para mim quantos há, Cristo!

Schettino: Mas está escuro e não conseguimos ver nada!

De Falco: E por que quer voltar para casa, Schettino? Está escuro e quer voltar? Pegue o bote, vá até a proa do navio e diga-me o que se pode fazer, quantas pessoas estão lá e o que precisam.

Schettino: Estamos com o segundo comandante.

De Falco: Subam no navio os dois, agora. Você e o subcomandante vão agora, entenderam?

Schettino: Comandante, quero subir no navio, mas há outro barco aqui. Já há outros socorristas, o barco parou ali, já chamaram mais gente…

De Falco: Já faz uma hora que está me falando isso! Vá a bordo agora, vá A B-O-R-D-O!!! E me diga imediatamente quantas pessoas estão lá!

Schettino: Está bem, comandante!

Que tipo de gente frequenta cruzeiros de navios?

Comandante Francesco Schettino, em foto da Enterprise para o jornal The Telegraph.

O jornalista Ancelmo Góis afirma hoje, em sua coluna, que “na mesma sexta que o navio Costa Concordia encalhou na costa da Itália, um surto de gastroenterite atacou os passageiros do transatlântico Star Princess, na costa da Argentina. Nada grave.
O navio, que saiu de Santiago com destino ao Brasil semana passada, deve aportar em Buenos Aires hoje.”

Duas perguntas que não ofendem: por quê aquele Capitão maluco tinha que passar raspando na ilha de Giglio para fazer uma surpresa ao chefe dos garçons? Que favores ele devia ao chefe dos garçons?

Outra: que tipo de gente paga fortunas para ficar confinada com mais 4 mil pessoas num objeto que quase sempre flutua, durante suas férias? Todos os anos uma multidão se confina num navio para ouvir Roberto Carlos, por exemplo. Imagine que se Roberto Carlos já é um chato na TV, quanto deve ser difícil não poder, num cruzeiro específico, desligá-lo com o controle remoto.

92 estavam em barco que naufragou no Lago Paranoá, em Brasília.

Foto Correio Braziliense. Bombeiros trazem feridos para pier de um clube.

Um barco com 92 pessoas virou e afundou hoje, por volta das 21 horas, no Lago Paranoá, em Brasília. O plantão do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal informou que até a zero hora de hoje 88 pessoas haviam sido resgatadas, tendo um bebê de apenas 6 meses como única morte confirmada.

Equipes dos Bombeiros trabalhavam no local com a ajuda de helicópteros que iluminavam o local em que o barco afundou, perto da nova ponte de Brasília, a ponte Juscelino Kubitschek. Havia a suspeita de que o barco tivesse sido abalroado por uma lancha, informação que as autoridades não confirmaram.

O barco percorria o lago enquanto dava uma festa, programação comum nos finais de semana da capital. Familiares das pessoas que estavam no barco e os serviços de socorro usam as instalações de um clube – a Associação dos Servidores da Câmara dos Deputados (Ascade) – como base de apoio para trabalhar e coletar informações sobre os parentes.