Marchezan paga vexame em horário nobre. Se meteu de pato a ganso.

O prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan, pagou um vexame pesado no dia de ontem. Mandou um ofício ao Presidente da República, pedindo a participação do Exército no cerco aos petistas, na capital gaúcha, no dia 24 de janeiro, data do julgamento de Lula da Silva no Tribunal Regional Federal. Na imagem, o coxinha pedindo o impeachment de Dilma Rousseff.

Tomou um contra-vapor ao vivo e a cores na televisão. O ministro das Forças Armadas, Raul Jungmman, respondeu que não cabe a ele pedir reforço de segurança e sim ao Governador do Estado.

O coxinha deve ter ficado desconsolado. Agora está falando até em cercar a Prefeitura para evitar invasões do povão. Sossegue o facho, Júnior, o campo de concentração será muito pior! É para onde irão os corruptos e os bobalhões.

“Prisão de políticos dá uma ideia de oxigenação à sociedade”, diz Deputado

Lá entre eles, se entendem com perfeição e harmonia
Lá entre eles, se entendem com perfeição e harmonia. Foto Folha.

Primeiro a falar hoje (7) na sessão do Conselho de Ética da Câmara para a discussão e votação do relatório que pede a cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o deputado Nelson Marchezan Júnior (PSDB-RS) disse que o pedido de prisão do peemedebista – feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot – dá uma ideia de “oxigenação” para a sociedade.

A informação foi divulgada hoje pelo jornal O Globo, que destacou também o pedido de prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do senador Romero Jucá (PMDB-RR) e do ex-presidente da República, José Sarney.

“Intencional ou não, aceito ou não, o pedido de prisão de Eduardo Cunha, de José Sarney e do presidente do Senado Renan Calheiros tem uma simbologia muito especial para a sociedade brasileira. Dá uma ideia de oxigenação, de que instituições estão cumprindo seu papel e tentando punir os que historicamente representam tudo aquilo que a sociedade rejeita na política”, afirmou.

Definitivamente, o crime compensa. Essas quatro figuras pedidas pelo Procurador Geral da República estão no mínimo há 3 décadas mamando nas gordas tetas da Nação, nem sempre de maneira ética e legal.