Governo deixa uma herança maldita de 8 a 14 mil obras paradas.

A maioria não é falta de dinheiro', avalia TCU sobre 51% de obras federais paradas no Amapá | Amapá | G1

Além do óbvio prejuízo pela não conclusão das obras, o dinheiro já gasto, na maioria suficiente para o término, perde-se no limbo da Justiça. Fruto da má gestão de um governo que preocupou-se, desde o primeiro dia de mandato, com a campanha pela reeleição. O Brasil perdeu uma década em 4 anos de desmandos.

Mais de oito mil obras estão paralisadas no Brasil, de acordo com um levantamento produzido pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A Instituição revelou que a área de educação foi a mais afetada, sendo 50% dessas obras, que estão principalmente localizadas nos estados do Maranhão, Pará, Bahia, Minas Gerais e Ceará.

Os dados, divulgados nesta quarta-feira (23) pelo Tribunal, durante sessão plenária da Corte, indicam que foram analisados 22.559 contratos de obras no país, sendo que 8.674 estão paralisadas, o que representa 38,5% do total analisado e somam R$ 27,2 bilhões.

Ainda segundo a Instituição, desse total, 4.473 são na área de educação. É o caso de prédios de campus universitários, hospitais universitários, escolas profissionalizantes, complexos esportivos e creches e pré-escolas.

O PT diz que o caso é mais grave:

Após passar quatro anos tentando se apropriar de obras executadas pelos governos do PT, Jair Bolsonaro deixa o “legado” de 14 mil obras públicas paralisadas em todo o país. O dado consta da ‘Lista de Alto Risco da Administração Pública’, um dos documentos entregues ontem ao vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, pelo presidente em exercício do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas.

Correntina: Prefeito insiste no carnaval com cidade ilhada e obras paradas

 

Vídeo de Roberto Saraiva Raposão

Não são apenas os danos causados às estradas e ruas que estão trazendo problemas à cidade de Correntina.

O Município está inadimplente com todos os prestadores de serviços (empresa de limpeza pública), garis contratados, aluguéis de veículos, de imóveis, fornecedores.

O Prefeito está cumprindo um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), com o Ministério Público da Bahia, relativo  à classe de professores. Até agora não pagou a diferença do piso salarial do mês de janeiro, relativos a 2015; há 3 anos que não faz mudanças de níveis e classe dos professores.

Os problemas vão mais longe, segundo opositores do Prefeito:

Os aluguéis de máquinas estão atrasados, a obra do hospital que deveria está pronta desde 2014 se arrasta até hoje. A obra que foi licitada em 1.200.000,00, já teve aditivo de 25% e ainda está na metade.

O asfaltamento de  2 avenidas e 3 ruas do setor Dourado está paralisado. Uma praça no centro da cidade (Largo da Criança), próxima ao Ranchão também está inacabada, assim como várias outras em diversas partes da cidade.

“Fazer carnaval com obras inacabadas, com funcionários e prestadores de serviço em atraso, com a cidade praticamente isolada por problemas na rodovia BR 349 é uma atitude discricionária e autoritária do Prefeito”, diz um informante.