Oeste Semanal circula pela última vez. E deixa um rastro de azedume.

Deixou de circular esta semana o jornal O Oeste Semanal. E foi-se, como chegou: azedo e arrogante, prevendo um destino trágico para Luís Eduardo Magalhães e para parte dos anunciantes, “que não têm gosto musical e não sabem escolher a cor das suas camisas”. Profetiza ainda, o último editorial do jornal, que a cidade será um moderno forno a céu aberto, porque os eduardenses não gostam de árvores; que “a Administração Municipal não tem vontade política na questão”; que “mutilação das árvores existentes continua impune”.

E martiriza-se: “ Minoria da elite econômica da cidade vai festejar o fim do Oeste Semanal”. E desafia, ainda azedo e mal-humorado, “os coronéis do cerrado”, com suas “visões obscuras.”

Estão desempregados então os jornalistas cuidadosamente esculpidos a canivete. Talvez o insucesso de sua empreitada, deva-se a ao azedume, à incompetência, ao dinheiro aplicado sem parcimônia e até ao fato de nunca, nem por curiosidade,  frequentarem uma faculdade de Comunicação, onde princípios éticos e jornalismo são ensinados durante quatro anos. O jornal nasceu e morreu sem um jornalista que tenha registro no Ministério do Trabalho para assinar como responsável pela edição.

Talvez agora abram uma consultoria de moda, para ensinar as combinações de cores aos empresários e anunciantes. Mas com a pouca modéstia que lhes é peculiar, talvez voltem ao Rio de Janeiro e, imbuídos do seu extremo bom gosto, tornem-se carnavalescos de escola de samba, onde poderão reinar como ditadores da moda. Ao menos na semana do carnaval.

A volta dos que nunca foram.

Suas vastas orelhas não lhe permitem a visão da própria cauda?

Os bastardos que militam na “imprensa oficial”, apesar de sua tênue formação, pois nunca adentraram os portais de uma faculdade de comunicação, se dignam a falar mal dos outros na sua página de erratas.

Levianos sim, chantagistas de baixa extração, não se apercebem de sua vasta cauda, caudatários que são das benesses de órgãos públicos.

São covardes também: não tem a masculina coragem de colocar o meu nome na primeira linha de suas ofensas.

O nome do seu periódico financiado por interesses escusos é Oeste Semanal. O nome de seu jornalistas de araque, putativos, ad hoc, calças curtas, que parecem ser e nunca foram, estão alinhados desavergonhadamente em seu expediente.

São levianos, sabujos, covardes e se dão muito mal com as letras.

Pura leviandade: jornal acusa empresa de “mutilar” árvores.

A poda das árvores não foi “mutilação”, como diz o jornal, mas prática habitual quando começam a interferir em instalações elétricas públicas ou privadas. Praticada inclusive pelas distribuidoras de energia elétrica.

O jornal Diário do Oeste publicou hoje, em seu site, conteúdo falacioso e leviano sobre corte de árvores em áreas públicas, acusando a empresa Buriti Veículos, que inaugura sua sede na rua Enedino Alves da Paixão nesta quinta-feira. O autor da matéria, apesar de ter fotografado uma árvore que foi podada pela empresa, pois já alcançava fios de eletricidade, não teve a prudência de entrar na sede da empresa e perguntar o que estava sendo feito e porque estava sendo feito. Foi informar-se com operários, que plantavam mudas, cortavam a grama e recortavam a sebe existente no local. Os mesmos operários teriam dito que estavam autorizados pelo secretário de Segurança e Ordem Pública, Éder Fior.

O responsável pela redação, que obviamente não é jornalista, já que não existe no expediente do site e do jornal nenhum jornalista com registro e nem é indicado o jornalista-responsável, afirmou ainda, mentirosamente, que Éder Fior teria negado que tivesse dado autorização à empresa para cortar árvores.

Ouvimos Éder Fior, hoje à tarde, que declarou ter aconselhado, aos diretores da empresa a poda das árvores. Sem no entanto autorizar ou desautorizar a ação, mas que estaria fazendo isso oficialmente.

Ao novo jornal, que apenas saiu às ruas com sua primeira edição, tendo cometido uma série de erros de grafia e mostrou pouca intimidade com a Língua Portuguesa, faltou sensatez, ponderação e senso de profissionalismo, tentando jogar a Empresa, que possui importância na economia da Região e credibilidade comprovada, contra o poder público. Pura leviandade.

José Brandão lamentou as acusações assacadas contra a Empresa.

O empresário José Brandão, diretor do Grupo Brandão, lamentou hoje o teor leviano e irresponsável da reportagem. E afirma:

“O  serviço de jardinagem  foi contratado com o objetivo de apenas dar manutenção através de poda de duas árvores e substituição de uma muda de planta por outra de espécie mais adequada, ornamental e de mesmo tamanho, oferecendo com isso contribuição para beleza e desenvolvimento dessas espécies naquele local.”

As fotos comprovam as informações prestadas pelo Diretor, comprovando tratar-se de reportagem mentirosa e leviana do Diário Oeste. Pelo qual a empresa manifestou, através do seu departamento jurídico, que tomará as  providências judiciais cabíveis  para crimes de difamação.

A Empresa determinou, pela manhã, antes da poda, o plantio de mais mudas de árvores nativas. O repórter do Jornal Oeste entrevistou os jardineiros e tirou as suas conclusões apressadas.