
Paulo ‘Caco Antibes’ Guedes despreza pobres ao esnobar alta na conta de luz.





Por Thaís Barcellos e Amanda Pupo, do Estadão
(Foto: Alan Santos/PR)
Da Agência Brasil.
Do Congresso em Foco
O ministro da Economia, Paulo Guedes, comentou nesta terça-feira (1º) sobre o Renda Brasil. De acordo com ele, a ideia era cortar mais de 20 benefícios sociais para que eles fossem direcionados a uma ampliação do Bolsa Família.


Por Manoel Ventura, de O Globo

Por redação URBS Magna
Paulo Guedes – Ministro da Economia
Com recordes de desmatamento na Amazônia e pressão de investidores, Paulo Guedes, ministro da Economia, disse que o governo Bolsonaro pediu “ajuda e compreensão” de outros países.
“No Brasil, é impossível dizer quanto tempo vai durar [a pandemia] porque é um país muito grande e o processo de decisão descentralizada”, disse Paulo Guedes.
“Sabemos que preservamos melhor nossas florestas e que tratamos nossos povos indígenas melhor que outros países, onde houve guerras de extermínio. Se há excesso e se há erros, corrigiremos. Não aceitaremos o desmatamento ilegal, a exploração ilegal de recursos. O Brasil é um país continental. A Amazônia é maior do que a Europa. É difícil vigiar tudo. O país ainda tem carências em educação, saneamento. Como é que nós conseguimos policiar todas as nossas fronteiras sem ajuda? Queremos ajuda e compreensão. Sabemos que preservamos melhor nossas florestas e que tratamos nossos povos indígenas melhor que outros países, onde houve guerras de extermínio”, disse o ministro da Economia.
*Com informações da RFI e Carta Capital








Com informações de um artigo escrito pelo economista Francisco Luiz Corsi, editados por O Expresso.

O valor é superior às operações realizadas no governo Dilma, de R$ 36,07 bilhões e R$ 52 bilhões, nos anos de 2013 e 2014, respectivamente, e que motivaram o processo de impeachment, produzido por Janaína Paschoal e Miguel Reale Jr., a mando do PSDB.
Ah! Mas a Bolsa está subindo, as relações trabalhistas estão desregulamentadas, a inflação é a menor em XX anos, o juro é o menor em YY anos, o deficit da previdência será saneado e vem aí a reforma tributária.
“Grande parte ou quase a totalidade dos investidores estrangeiros já se retirou do país e agora estamos esperando o retorno, não mais como capital especulativo.”

Os arroubos autoritários dos últimos dias, em que brigadistas de ONG foram presos no Pará, o ministro da Economia, Paulo Guedes, ameaçou com um novo AI-5 e Jair Bolsonaro escancarou a perseguição contra veículos da imprensa, proibindo a Folha de S.Paulo de participar de editais do governo, fez com que aumentasse a rejeição do capitão.
“Guedes e Bolsonaro tem exatamente isso em comum. Ambos sentem saudades do AI-5, cada um a sua forma. O mais assustador é ter gente que acha que AI-5 nos direitos políticos não pode, mas na economia “é o preço a se pagar pela estabilidade”.


Pergunta ao Paulo Guedes, o Posto Ipiranga de Bolsonaro, o que ele acha do sistema previdenciário chileno e quais são os pontos em comum com a reforma previdenciária do Brasil. A política econômica liberal vai levar os brasileiros às ruas, num futuro próximo, como hoje no Chile. Já temos 14 milhões de desempregados, mais de 30 milhões de sub-empregados, sem direitos trabalhistas, e cerca de 15% da população economicamente ativa aposentada, com direitos chargeados todos os dias. O exemplo da correção do salário mínimo pela inflação oficial (sempre abaixo da real) é só o exemplo mais gritante.
Se preparem: a justiça social pode tardar, mas ela é resgatada pelo povo quando ultrapassa os limites do aceitável.




O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou, em entrevista ao jornal “Valor Econômico” , que a ” nova CPMF “, batizada de Imposto sobre Transações Financeiras, poderá arrecadar até R$ 150 bilhões por ano. Na entrevista, Guedes defendeu a criação deste imposto como alternativa para reduzir outros tributos .
Reforma tributária : empresas gastam 1.958 horas por ano para pagar impostos
Os críticos a um imposto deste tipo alertam para o risco de cumulatividade, ou seja, de o tributo incidir sobre várias etapas da cadeia produtiva, onerando o contribuinte. Guedes afirmou que o efeito cumulativo de uma ITF seria de 4,5%, ao passo que a contribuição previdenciária sobre folha de pagamentos teria efeito cumulativo de 14%.
O ministro explicou que a proposta de criação do ITF prevê uma “escadinha”. Uma alíquota de 0,2% permitiria reduzir a carga tribuária sobre folha de pagamento dos atuais 20% para 13%.
Com 0,4% de alíquota de ITF, já seria possível eliminar a CSLL, que é a Contribuição Social sobre Lucro Líquido. Com 1%, os governos poderiam abrir mão do IVA, imposto sobre valor agregado que substituiria o ICMS pelas propostas de reforma tributária em discussão no Congresso.
Entenda : as propostas de reforma tributária e que grupos elas afetam
Mas Guedes não deixou claro, na entrevista, para qual alíquota fazia a estimativa de arrecadação de R$ 150 bilhões por ano. Texto de O Globo.


Gerar consumo, emprego e renda parece ser algo incompreensível para o Tchutchuco Rentista e para o perdidinho Bolsonaro, mais preocupado no momento com a exportação do abacate.

O ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, disse que se o Congresso não aprovar o crédito suplementar de R$ 248 bilhões, o governo vai sofrer um apagão generalizado. Segundo ele, o pagamentos de subsídios param em junho, os benefícios assistenciais em agosto e, o Bolsa Família, em setembro.
“Tenho que apostar que o Congresso vai aprovar o crédito suplementar”, completou ele, durante audiência da Comissão Mista de Orçamento (CMO).
Guedes voltou os segurados do INSS falando na necessidade da “reforma” da Previdência. Segundo ele, somente com os cortes das aposentadorias o governo pode “salvar o País”.
Ele ainda afirmou que “manda muito pouco” e que não é ele quem decide onde são feitos cortes. “As pessoas acham que eu tenho muito mais poder do que eu tenho. O poder está em quem vai sancionar leis”, concluiu.

“Nem no governo do PT aconteceu um corte desse tamanho”, afirmou um dos generais presentes.


E, ainda, reduz pela metade número de representantes de trabalhadores e empregadores, ampliando as cadeiras do governo na gestão de um dos maiores fundos do mundo. “Desde 2016 o noticiário da imprensa vem especulando sobre o interesse dos bancos privados’, alerta presidente da Fenae.
O governo publicou no Diário Oficial da União de terça-feira (26) o decreto nº 9.737/19 reestruturando o Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A medida retira da Caixa a participação no Conselho e reduz pela metade o número de representantes de entidades sindicais dos trabalhadores e empregadores.
Para a Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal), a mudança na composição do Conselho coloca em risco a finalidade do FGTS, criado inicialmente para proteger o trabalhador e, depois, centralizado na Caixa, aumentar os investimentos públicos em obras de infraestrutura.
Em nota, a entidade destaca que o FGTS se tornou um dos maiores fundos de investimento social do mundo. “Os números dão a exata dimensão dessa importância: são 3,5 milhões de empregos diretos gerados todos os anos, obras financiadas em mais de quatro mil cidades e mil pagamentos a cada 10 minutos”, pontua a Fenae alertando que o decreto do governo Bolsonaro compromete a função social do FGTS.
Continue Lendo “Decreto do governo coloca em risco FGTS e retira Caixa de Conselho Curador”



Já que a ideia é doação, sem ônus para os beneficiados, poderíamos devolver o Ricardo Veléz Rodrigues para o seu respectivo cartel colombiano;
O ministro das Relações Exteriores, Eduardo Araújo, e sua retórica nacionalista raivosa com submissão patética aos Estados Unidos, enviado à sua pátria-mãe, os EUA;
E a baixinha Damares, por seu turno, deveria ser enviada ao seu respectivo hospício de onde fugiu e ao quintal com goiabeiras.

Só a Leitíssimo, no extremo-oeste da Bahia, abriga mais de 3.000 vacas leiteiras.
O jornal Valor Econômico publica em sua edição desta quinta-feira, 7, matéria com chamada de primeira página com declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a reforma da Previdência.

Com o título “Reforma terá novo regime trabalhista“, o jornal traz declaração de Guedes de que:
“Os benefícios agregados aos contratos de trabalho por força de acordos sindicais, como vale-transporte e vale-refeição podem deixar de existir”.
Paulo Guedes, Ministro da Economia
O ministro também fala no fim da Justiça do Trabalho:
Contenciosos entre empregados e empregadores devem ser resolvidos na Justiça Comum. Com tempo, a Justiça do Trabalho perderia a razão de existir.
Ministro diz coexistirão dois regimes: um com mais direitos e menos empregos e o outro com menos direitos e mais empregos. Do Portal NE.
A pergunta que resta é a seguinte: transferindo renda do trabalhador para o empresário, quem vai consumir, quem vai fortalecer o mercado interno?
Seremos um país de exportadores, com produtos de baixo custo, doando ao consumidor estrangeiro o suor de nosso rosto.

Bolsonaro restringiu as manifestações públicas do seu companheiro de chapa, general Mourão. Ontem, num debate promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Mourão restringiu o acesso da imprensa para expressar suas ideias.
Mais cedo, em Catanduva, a 385 quilômetros da capital, fechando o terceiro dia de seu giro de campanha no interior paulista, Mourão falou a um grupo de 300 pessoas num clube privado, mas também sem acesso da imprensa.
Além do candidato a vice, Bolsonaro enquadrou o economista Paulo Guedes, conselheiro na área econômica da campanha do PSL, que falou na criação de uma nova CPMF para aumentar a arrecadação do Governo Federal.
A rejeição a Bolsonaro tem oscilado, com a última pesquisa Datafolha indicando 44%, a maior entre os candidatos ao segundo turno. No entanto, em faixas da população, como jovens de 16 a 24 anos, a rejeição chega a alcançar 56%. Resultado, certamente, do “fogo amigo” do vice e do guru da economia.