Pequim presenteia o Rio com escultura de Pelé e o imperador Wu jogando futebol

Escultura em bronze da artista Huang Jian retrata uma disputa de bola entre o jogador Pelé e o imperador chinês Han Wu (Divulgação / Prefeitura do Rio de Janeiro)
Escultura em bronze da artista Huang Jian representa uma disputa de bola entre Pelé e o imperador chinês Han Wu Divulgação / Prefeitura do Rio de Janeiro

A prefeitura de Pequim, capital da China, presenteou a cidade do Rio de Janeiro com uma escultura que retrata uma disputa de bola entre o ex-jogador Pelé e o imperador chinês Han Wu, pioneiro da Rota da Seda. O presente faz parte da celebração pelos 30 anos de irmandade de Pequim com a cidade do Rio de Janeiro e representa o Jogo de Futebol da Amizade China Brasil.

A peça foi recebida pela Gerência de Monumentos e Chafarizes, órgão da Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos e tem 2,45 metros de altura e peso aproximado de 1,5 tonelada. Desde ontem (28) está instalada no canteiro da esquina das avenidas Paulo Goulart e Embaixador Abelardo Bueno, no principal acesso ao Parque Olímpico, na Barra da Tijuca.

Esculpida em bronze pela artista Huang Jian, a imagem retrata uma disputa de bola entre Pelé, o Rei do Futebol, e o imperador chinês Han Wu, pioneiro da Rota da Seda. Os primeiros registros de um jogo similar ao futebol datam do período entre os séculos 220 a.c. e 206 a.c., exatamente o da Dinastia Wu.

Rota

A Rota da Seda era uma série de rotas interligadas através da Ásia do Sul, usadas no comércio da seda entre o Oriente e a Europa. O tecido era transportado por caravanas e embarcações oceânicas que ligavam comercialmente o Extremo Oriente, na antiguidade. Da Agência Brasil.

Tenho certeza que a linda obra de arte estará depredada em uma semana. O primeiro que vão roubar é a bola do jogo.

Pelé, o rei das bobagens.

Matéria publicada hoje no blog do Planalto:

Pelé, tricampeão da Copa do Mundo pela Seleção Brasileira, afirmou que a Copa do Mundo Fifa 2014 é a grande oportunidade para o país figurar entre as maiores potências do planeta. Ele esteve ao lado de Cafú (campeão em 1994 e 2002), Clodoaldo (campeão em 1970) e do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, no lançamento da exposição sobre futebol “Brasil, um país, um mundo”, na última terça-feira (17).

“Tenho certeza que vai ser a melhor de todas as Copas. Eu acho que é uma grande oportunidade para o Brasil se tornar um dos países maiores do mundo. É o mais querido, mas acho que o Brasil tem nesses eventos a oportunidade de crescer como país, e por isso acho que todo o povo brasileiro deve nos ajudar”, convidou o maior jogador de todos os tempos.

Romário é que está certo: o Pelé calado é um poeta.

Que saudade do negão!

Se Portugal, com aquele timinho, fez 7 na Coréia do Norte, a Seleção brasileira teria que fazer quantos para mostrar que quer ser campeã do mundo: 22 ou 23?

Vendo o Luís Fabiano matar a bola duas vezes com a mão, para completar dois balões desajeitados, não dá uma saudade doída do Pelé, em 58? O pior é a flauta do juiz, um grande companheiro, e dos argentinos, esses carcamanos cabeludos que povoam nossos piores pesadelos. E o Galvão ainda grita: “Fabuloooso!” Cala a boca, Galvão!