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Pesquisa CNT/MDA: rejeição a Haddad aumenta. São os fundamentalistas?

A pesquisa de intenção de voto CNT/MDA, divulgada neste sábado (6), mostra que, se a eleição fosse hoje, haveria segundo turno para a eleição presidencial e ele seria disputado entre Jair Bolsonaro (PSL), citado por 36,7% (42,6% dos votos válidos), e Fernando Haddad (PT), citado por 24,0% (27,8% dos votos válidos).
Assim como na última pesquisa, Jair Bolsonaro e Fernando Haddad são os candidatos cujos eleitores se declaram como os mais decididos a confirmar o voto, com 90% para ambos nesse levantamento.
Em simulação de segundo turno, Jair Bolsonaro venceria Fernando Haddad, caso a eleição fosse hoje, por 45,2% a 38,7%. Jair Bolsonaro também venceria Geraldo Alckmin e aparece em empate técnico contra Ciro Gomes. Fernando Haddad perderia para Ciro Gomes, em eventual segundo turno e aparece empatado com Geraldo Alckmin.
Jair Bolsonaro confirma a tendência de crescimento na reta final, liderando os cenários de primeiro turno e ultrapassando Fernando Haddad no segundo. A rejeição do petista, agora, é a maior de todos os candidatos.
Numa simulação de primeiro turno em intenção de voto espontânea, Jair Bolsonaro possui 33,9%, enquanto Fernando Haddad 20,4%. Ciro Gomes é o terceiro colocado com 7,3% das intenções. Geraldo Alckmin possui 4,1%, João Amoêdo 1,8%, Henrique Meirelles 1,2%, Marina Silva 1,1%, Alvaro Dias 1,1%. Nesta pesquisa Outros representam 1,8%, votos brancos ou nulos 9,7% e indecisos: 17,4%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 5 de outubro de 2018. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04819/2018.
Só teremos uma explicação plausível ao fundamentalismo cristão, depois de muitos anos de estudo. Engajados numa guerra santa por pastores nem sempre éticos, milhões de pessoas chegaram à conclusão que um candidato fronteiriço, homofóbico, misógino, racista, violento e discricionário é melhor que todos os outros candidatos, mesmo que centrados, bem articulados ao falar, equilibrados em suas propostas.
Onde o cristianismo e seus princípios humanitários nesse candidato?
Temos um exemplo recente: o fundamentalismo islâmico e a chamada “Primavera Árabe” levaram dezenas de nações no Oriente Médio à convulsão, onde todos guerreiam com todos, numa dança à beira do abismo sem precedentes.
A migração e a morte de centenas de refugiados do Norte da África é outro exemplo clássico.
Lula segue com dobro dos votos do 2º colocado em nova pesquisa

A primeira pesquisa CNT/MDA sem o ex-ministro Joaquim Barbosa (PSB) entre os candidatos ao Palácio do Planalto mostra que, mesmo preso há mais de um mês, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando a preferência do eleitorado. Divulgada na manhã desta segunda-feira (14/5), o cenário aponta o petista com 32,4% das intenções de voto.
O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) aparece na sequência com 16,7% e Marina Silva (Rede) vem logo atrás com 7,6%. Ciro Gomes (PDT) se manteve em quarto com 5,4%. O presidente Michel Temer (MDB) permaneceu em oitavo lugar, com apenas 0,9%. Brancos e nulos somam 18%, enquanto que indecisos chegam a 8,7%.
Na última pesquisa, Lula estava na liderança, com 33,4% das intenções de voto estimuladas para o primeiro turno. Bolsonaro seguia em segundo, com 16,83%. Em seguida, estavam Marina Silva (7,8%), Geraldo Alckmin (6,4%) e Ciro Gomes (4,3%).
O ex-presidente também lidera a chamada pesquisa de voto espontânea, quando as opções de presidenciáveis não são citadas ao entrevistado, com 18,6% de votos. Em seguida aparecem Bolsonaro (12,4%), Ciro Gomes (1,7%), Marina Silva (1,3%) e Geraldo Alckmin (1,2%). Mesmo tendo anunciado sua desistência da corrida presidencial em 8 de maio, Joaquim Barbosa ainda figura nesse levantamento, com 1%.
A pesquisa CNT/MDA ouviu 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas das cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.
Veja as intenções de voto de cada pré-candidato:
- Lula: 32,4%
- Jair Bolsonaro: 16,7%
- Marina Silva: 7,6%
- Ciro Gomes: 5,4%
- Geraldo Alckmin: 4%
- Álvaro Dias: 2,5%
- Fernando Collor: 0,9%
- Michel Temer: 0,9%
- Guilherme Boulos: 0,5%
- Manuela D’Ávila: 0,5%
- João Amoêdo: 0,4%
- Flávio Rocha: 0,4%
- Henrique Meirelles: 0,3%
- Rodrigo Maia: 0,2%
- Paulo Rabello de Castro: 0,1%
- Branco/Nulo: 18%
- Indecisos: 8,7%
Cenários do segundo turno na mesma pesquisa:
Lula 45,7% x 25,9% Bolsonaro
Lula 44,4% x 21,0% Marina
Lula 44,9% x 19,6% Alckmin
Lula 47,1% x 13,3 % Meirelles
Lula 47,5% x 8,3% Temer
Pesquisa CNT/MDA indica resultados diversos da pesquisa IBOPE. Quem estará certo?
A 129ª Pesquisa CNT/MDA, realizada de 20 a 24 de outubro de 2015 e divulgada hoje pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), mostra a avaliação dos índices de popularidade do governo e pessoal da presidente Dilma Rousseff.
Aborda, também, a expectativa da população sobre emprego, renda, saúde, educação e segurança pública. Os entrevistados foram questionados sobre crise econômica, Operação Lava Jato e outros assuntos.
Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 136 municípios de 24 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.
Avaliação de governo e desempenho pessoal da presidente
Federal: A avaliação do governo da presidente Dilma Rousseff é positiva para 8,8% dos entrevistados, contra 70,0% de avaliação negativa. A aprovação do desempenho pessoal da presidente atinge 15,9% contra 80,7% de desaprovação.
Estadual: 2,4% avaliam o governador de seu Estado como ótimo. 17,3% como bom, 43,1% como regular, 11,8% como ruim e 20,4% como péssimo.
Municipal: 4,5% avaliam o prefeito de sua cidade como ótimo. 20,0% como bom, 30,1% como regular, 13,0% como ruim e 30,1% como péssimo.
Expectativa (para os próximos 6 meses)
Emprego: vai melhorar: 14,4%, vai piorar: 55,0%, vai ficar igual: 28,8%
Renda mensal: vai aumentar: 13,7%, vai diminuir: 35,6%, vai ficar igual: 48,4%
Saúde: vai melhorar: 12,3%, vai piorar: 48,0%, vai ficar igual: 38,6%
Educação: vai melhorar: 14,3%, vai piorar: 40,6%, vai ficar igual: 43,7%
Segurança pública: vai melhorar: 12,0%, vai piorar: 49,8%, vai ficar igual: 37,0%
CONJUNTURAIS
Eleições 2018
1º turno: Intenção de voto espontânea
Aécio Neves: 13,7%
Lula: 7,9%
Marina Silva: 4,7%
Dilma Rousseff: 1,8%
Geraldo Alckmin: 1,2%
José Serra: 1,1%
Jair Bolsonaro: 0,9%
Joaquim Barbosa: 0,4%
Luciana Genro: 0,2%
Branco/Nulo: 17,3%
Indecisos: 47,9%
1º turno: Intenção de voto estimulada
CENÁRIO 1: Aécio Neves 32,0%, Lula 21,6%, Marina Silva 21,3%
CENÁRIO 2: Marina Silva 27,8%, Lula 23,1%, Geraldo Alckmin 19,9%
CENÁRIO 3: Marina Silva 27,9%, Lula 23,5%, José Serra 19,6%
2º turno: Intenção de voto estimulada
CENÁRIO 1: Aécio Neves 45,9%, Lula 28,3%
CENÁRIO 2: Geraldo Alckmin 36,4%, Lula 30,2%
CENÁRIO 3: José Serra 35,2%, Lula, 30,9%
CENÁRIO 4: Aécio Neves 37,7%, Marina Silva, 32,9%
CENÁRIO 5: Marina Silva 39,7%, Geraldo Alckmin 25,9%
CENÁRIO 6: Marina Silva 39,6%, José Serra 26,8%
Pedaladas fiscais
52,6% têm acompanhado ou ouviram falar sobre o julgamento das contas do Governo Federal feitas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Desses, 61,3% consideram que o parecer pela rejeição das contas é motivo para realização de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Ainda em relação aos que estão acompanhando ou ouviram falar, 56,1% acreditam que o Congresso Nacional reprovará as contas.
Crise política
63,9% não têm conhecimento da reforma ministerial realizada pelo Governo Federal em outubro. Para 42,9%, a reforma era necessária. 61,9% acreditam que a reforma não é suficiente para resolver a atual crise política.
Lava Jato e corrupção
87,2% têm acompanhado ou ouviram falar das investigações no âmbito da operação Lava Jato e que envolvem a Petrobras. Nesse grupo, 69,2% consideram que a presidente Dilma é culpada pela corrupção que está sendo investigada e
68,4% acham que o ex-presidente Lula é culpado. Ainda entre os que acompanham ou ouviram falar das denúncias da Lava Jato, 64,3% não acreditam que os envolvidos em corrupção serão punidos.
Crise econômica
80,6% consideram que a presidente Dilma não está sabendo lidar com a crise.
63,6% avaliam que em três anos ou mais será possível resolver a crise em que o país se encontra. 60,9% consideram que a crise mais grave atualmente é a econômica e 35,4% consideram que é a crise política.
86,7% não estão dispostos a pagar mais impostos para ajudar o país a sair mais rápido da crise. 63,5% possuem conta bancária. 70,5% não são a favor da volta da CPMF.
52,7% temem ficar desempregados pelo desaquecimento da economia brasileira.
84,3% conhecem alguém que ficou desempregado nos últimos seis meses.
Contas atrasadas
51,6% têm alguma dívida vencida ou a vencer. Entre eles, para 41,7% o valor é de até R$ 1.000. E para 26,6%, o valor vai de R$ 1.001 a R$ 2.000.
30,8% possuem alguma conta ou prestação em atraso. Entre eles, as mais comuns são: cartão de crédito (36,7%), luz (27,3%), crediário em loja (27,1%), água (19,0%), telefone (6,8%), veículo (6,5%), empréstimo no banco (4,7%), aluguel (4,5%), mensalidade escolar (2,8%), casa própria (2,8%), plano de saúde (1,6%), impostos (0,5%).
Refugiados
71,3% estão acompanhando a crise de refugiados no mundo. Entre eles, 66,2% acham que o Brasil deve manter as fronteiras abertas para receber refugiados.
69,4% acreditam que o Brasil deve facilitar a regularização da situação dos refugiados no país. 49,0% não concordam que imigrantes e refugiados recebam recursos do Programa Bolsa Família.
Smartphone e comunicação
Entre as duas ferramentas que as pessoas mais utilizam para se comunicar, 74,9% citaram o telefone celular. 46,7%, WhatsApp. 18,3%, Facebook. 15,9%, ligações de telefone fixo. 5,4%, mensagem de texto. 0,7%, Skype ou Tango.
54,8% possuem telefone celular do tipo smartphone. 38,1%, celular do tipo convencional e 7,1% não possuem telefone celular.
47,7% nunca usam celular enquanto dirigem e 5,5% utilizam celular enquanto dirigem para fazer ou receber ligações. 3,2% para fazer ligações e enviar mensagens de texto. 1,6%, para enviar mensagens de texto.
60,6% utilizam o Whatsapp. Entre eles, 84,9% não são a favor da regulamentação do WhatsApp com a cobrança de impostos sobre o serviço.
Jogos olímpicos e paralímpicos
34,1% acreditam que a realização das Olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016 será boa para o país, 33,2% consideram que será ruim e 28,3% acham que não trará vantagens ou desvantagens.
74,7% acreditam que o Brasil não está preparado para receber os turistas para os jogos Olímpicos e Paralímpicos com relação a segurança.
Em relação aos aeroportos, 64,4% acreditam que o Brasil não está preparado para receber os turistas para os jogos.
Avaliação das instituições
Confiança:
Igreja: 50,8% confiam sempre e 14,6% não confiam nunca
Forças Armadas: 26,1% confiam sempre e 20,3% não confiam nunca
Imprensa: 16,1% confiam sempre e 26,1% não confiam nunca
Justiça: 14,2% confiam sempre e 27,5% não confiam nunca
Polícia: 10,7% confiam sempre e 28,6% não confiam nunca
Governo: 4,1% confiam sempre e 61,1% não confiam nunca
Congresso nacional: 3,2% confiam sempre e 55,0% não confiam nunca
Partidos políticos: 1,5% confia sempre e 76,2% não confiam nunca
Instituição que mais confia:
1º – Igreja (54,7%)
2º – Forças Armadas (17,0%)
3º – Justiça (7,6%)
4º – Polícia (5,9%)
5º – Imprensa (4,5%)
6º – Congresso Nacional (0,8%)
7º – Governo (0,8%)
8º – Partidos políticos (0,2%)
CONCLUSÃO
Os resultados da 129ª Pesquisa CNT MDA mostram claramente a percepção das pessoas em relação à gravidade das crises econômica e política do país. A avaliação de governo e a aprovação pessoal da presidente Dilma Rousseff continuam negativas.
Aumenta a preocupação com os rumos da economia, com a elevação do desemprego, com o endividamento da população e com a redução da renda mensal nos próximos meses.
A pesquisa indica que a presidente e o seu governo não estão sabendo lidar com as crises econômica e política e, em consequência, a recuperação do país será demorada.
É importante ressaltar também o crescimento de Marina Silva em todos os cenários, caso a eleição fosse hoje.
Terça-feira tem resultado de pesquisa sobre governo
A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulga no dia 21 de julho (terça-feira), às 10h30, na sua sede, em Brasília (DF), os resultados da 128ª Pesquisa CNT/MDA, com a avaliação dos índices de popularidade do governo e pessoal da presidente Dilma Rousseff e sobre a expectativa da população em relação a emprego, renda, saúde, educação e segurança pública.
Os entrevistados também foram ouvidos a respeito de política, eleições, Operação Lava Jato e outros assuntos.
Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões, entre os dias 12 e 16 de julho de 2015.
Sei não! Com a briga surda e violenta que grassa pelo poder, uma pesquisa dessas não deve vir em boa hora, principalmente pelos precedentes que cercam o tal instituto MDA e a Confederação Nacional dos Transportes.
Pesquisa CNT/MDA confirma números do IBOPE.
Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT)/MDA divulgada hoje (27) mostra a candidata Dilma Rousseff (PT) liderando a corrida presidencial com 34,2% das intenções de voto para a Presidência da República. Em segundo lugar está a candidata pelo PSB, Marina Silva, com 28,2% das intenções de voto, e, em terceiro, Aécio Neves (PSDB), com 16%.
De acordo com a pesquisa, no caso de um segundo turno, Marina Silva venceria um embate contra Dilma Rousseff, obtendo 43,7% das intenções de voto, ante 37,8% da adversária. Nesse cenário, votos brancos e nulos somam 12,4%, e não sabem ou não responderam à pesquisa 6,1%.Os resultados são semelhantes à pesquisa do Instituto Ibope divulgada ontem (27).
Se o embate no segundo turno fosse disputado entre Dilma e Aécio, a candidata do PT obteria 43% dos votos, e o tucano 33,3%. Brancos e nulos somariam 16,7%; não sabem ou não querem responder, 7%. Em um embate entre Marina Silva e Aécio, em um eventual segundo turno, Marina seria eleita presidente com 48,9% das intenções de votos, enquanto Aécio teria 25,2%. Brancos e nulos somariam 17,2%; não souberam ou não quiseram responder, 8,7%.
Com relação aos demais candidatos, Pastor Everaldo (PSC) obteve 1,3% das intenções de votos no primeiro turno; Eduardo Jorge (PV) obteve 0,4%; Luciana Genro 0,3%; e Levy Fidelix (PRTB) 0,2%. Zé Maria (PSTU), Eymael (PSDC) e Rui Costa Pimenta (PCO) obtiveram 0,1% cada; e Mauro Iasi (PCB) 0%. Votos nulos ou brancos somam 8,7%. Não sabem ou não responderam 10,4% dos pesquisados.
Pesquisa espontânea, a que tem maior credibilidade
Em pesquisa espontânea, quando se pergunta a intenção de voto do eleitor sem mostrar a lista com os nomes dos candidatos, Dilma tem 26,4% das intenções de votos no primeiro turno; Marina chega a 18,6% e Aécio tem 11,3%. Os demais candidatos ficaram com menos de 0,5% dos votos. Brancos e nulos somariam 9,5%; não souberam ou não quiseram responder, 32,9%.
A esperança de crescimento de suas indicações, para qualquer um dos 11 candidatos à Presidência, está no convencimento desses 40% que ainda não fizeram uma escolha, sempre lembrando que o índice de abstenção deve ser de 25% para fora. A 39 dias das eleições do 1º turno, ainda há muito que conhecer e decidir para o eleitor menos informado. Eleições são ganhas na última semana, no último debate, no último dia.
A avaliação do governo Dilma foi considerada positiva para 33,1% dos entrevistados, contra 28,8% que o consideram negativo. A aprovação do desempenho pessoal da presidenta ficou em 47,4% – exatamente o mesmo percentual que o desaprova. Para 6,8% dos entrevistados, o governo Dilma é avaliado como ótimo; 26,3% como bom; 37,4% como regular; e 11,8% como ruim; e 17% avaliam o governo dela como péssimo.
Para a pesquisa da CNT foram entrevistadas 2.002 pessoas em 137 municípios localizados em 24 unidades da Federação, entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é 2,2 pontos percentuais, para cima ou para baixo, e o nível de confiança é 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR400/2014.(Por Pedro Peduzzi/ABr, editado por este jornal).




