Há 68 anos a Argentina chora Evita Peron, no poder até hoje.

Há 68 anos falecia Evita Perón, uma mulher símbolo da Argentina. Acometida por um câncer aos 33 anos, Eva deixou um legado que permanece presente na política do país.

Leia o excelente relato de Brasil de Fato.

Quando tudo se acalmou no país, o corpo de Evita foi trazido de volta à Buenos Aires, quando foi então sepultado no mausoléu da família Duarte, no Cemitério da Recoleta, onde está até hoje. Isso aconteceu em 1976.

Um Papai Noel de surpresa nesta noite de Natal

“Lava roupa todo dia, que agonia, na quebra da soleira, que chovia!”

Depois da cena da lavagem de roupa, espera que o nosso futuro e supremo mandatário apareça hoje à noite na favela da Rocinha, vestido de Papai Noel e distribuindo presente para a criançada.

É o mínimo que se pode esperar.

Pode ser que até o Queiroz apareça para carregar o saco do bom velhinho.

O Rio Grande do Sul no fio da navalha da instabilidade jurídica

Tarso GenroEnquanto Dona Dilma privatiza tudo que pode, estradas, portos e aeroportos, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, caminha na direção inversa, estatizando as estradas pedagiadas. A Corte Especial do STJ reconheceu o direito das concessionárias das estradas gaúchas terem seus contratos preservados até o final do ano. A aventura populista de Genro pode custar R$3 bilhões ao Governo gaúcho. Na opinião do jornalista Claudio Humberto, o Governador afasta investidores do Estado com a imagem de instabilidade jurídica que trouxe à sua gestão.

Há anos o Estado tem perdido investimentos pesados na indústria. Agora a Honda, que queria instalar uma fábrica de automóveis, parece ter se decidido por Santa Catarina, como já fizeram BMW e a Mercedes Benz do Brasil.  A planta atual da Honda, de Sumaré,  SP, produz 140 mil carros por ano e não tem mais condições de expansão.

Segunda da Carne 10-06-13

R$15 mil de sapatos? É a República Populista de Luís Eduardo Magalhães.

Este texto do Fernando Machado, do ZDA, passou ao largo. Mas é importante para se ver como agem nossos gestores municipais, quase sem exceção:

“De acordo com publicação do jornal Carcará (edição 67, página 11, janeiro de 2007), o ex-prefeito Luís Eduardo Magalhães, Oziel Oliveira (PDT), gastou entre os meses de junho a dezembro de 2006, exatos R$ 1.223.700,00 com combustível, dispêndio mensal quase três vezes superior ao da denuncia veiculada no programa Fantástico, da TV Globo, no último domingo. Os balancetes financeiros do ex-alcaide naquele ano também traz outras ‘pitorescas extravagancias’, tais como: 104 mil reais com implementos agrícolas; R$ 7.850,00 para aluguel de sala em shopping center; R$ 61.250,00 com locação de veículos, R$ 1.860.823,80 para prestadores de serviços; e 100 mil reais em escritório de advocacia. Porém, o mais curioso ‘investimento’ feito pelo então prefeito, foi destinar considerável quantia à compra de calçados, isso mesmo, pensando no bem-estar da população, Oziel Oliveira pagou com recursos da municipalidade o valor de R$ 15.373,90 em vestimentas a proteger os pés de seus munícipes.”

Logo onde o Fernando foi achar a informação: no jornal Carcará, que a cada edição polia o ícone de ouro de Oziel Oliveira com denodo e determinação.

 

Alaídio também quer ser o Robin Hood do Cerrado.

Alaídio, populista e politiqueiro, não vê nenhum mal em distribuir pequenos agrados aos eleitores.

O vereador Alaídio Castilho não vê erro em distribuir gasolina para correligionários, amigos e pedintes. Olha só como ele se referiu ao episódio do consumo exagerado de combustível pela Prefeitura, durante a gestão de Oziel Oliveira:

-Onde está o erro aí? Eu me lembro de ir pedir gasolina na Prefeitura para time de futebol, pra gente que morreu em Irecê, para o CTG, para o Sindicato Rural, para igrejas. É ilegal? É. Mas é o dinheiro do povo que está sendo distribuído para o povo? É pecado mortal ajudar o povo?”

O Alaídio não entendeu nada ainda, sobre gestão pública. Ele acha que Oziel está certo em bancar o Robin Hood do cerrado, tirando do contribuinte para distribuir ao povo.

Quem é afinal o tal de povo, Alaídio? Adversário político também tem direito à gasolina da Prefeitura? Ou o então Prefeito só doava a pedido de seus cabos eleitorais e dos vereadores alinhados? Politicagem, Alaídio, mera politicagem.

O populismo é só uma maneira de perpetuar a pobreza e a miséria, que tanto interessa aos tais políticos bons de voto. Amanhã, Alaídio, mude o tema: fale nas obras inacabadas da sede da Prefeitura Municipal. E conte, com sinceridade, porque a construtora abandonou a obra. R$3,2 milhões para construir uma laje de concreto e um tapume? Fale sobre isso, Alaídio, caso contrário o Fantástico pode voltar a Luís Eduardo.