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Um Papai Noel de surpresa nesta noite de Natal

Depois da cena da lavagem de roupa, espera que o nosso futuro e supremo mandatário apareça hoje à noite na favela da Rocinha, vestido de Papai Noel e distribuindo presente para a criançada.
É o mínimo que se pode esperar.
Pode ser que até o Queiroz apareça para carregar o saco do bom velhinho.
O Rio Grande do Sul no fio da navalha da instabilidade jurídica
Enquanto Dona Dilma privatiza tudo que pode, estradas, portos e aeroportos, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, caminha na direção inversa, estatizando as estradas pedagiadas. A Corte Especial do STJ reconheceu o direito das concessionárias das estradas gaúchas terem seus contratos preservados até o final do ano. A aventura populista de Genro pode custar R$3 bilhões ao Governo gaúcho. Na opinião do jornalista Claudio Humberto, o Governador afasta investidores do Estado com a imagem de instabilidade jurídica que trouxe à sua gestão.
Há anos o Estado tem perdido investimentos pesados na indústria. Agora a Honda, que queria instalar uma fábrica de automóveis, parece ter se decidido por Santa Catarina, como já fizeram BMW e a Mercedes Benz do Brasil. A planta atual da Honda, de Sumaré, SP, produz 140 mil carros por ano e não tem mais condições de expansão.
67 anos depois…
R$15 mil de sapatos? É a República Populista de Luís Eduardo Magalhães.
Este texto do Fernando Machado, do ZDA, passou ao largo. Mas é importante para se ver como agem nossos gestores municipais, quase sem exceção:
“De acordo com publicação do jornal Carcará (edição 67, página 11, janeiro de 2007), o ex-prefeito Luís Eduardo Magalhães, Oziel Oliveira (PDT), gastou entre os meses de junho a dezembro de 2006, exatos R$ 1.223.700,00 com combustível, dispêndio mensal quase três vezes superior ao da denuncia veiculada no programa Fantástico, da TV Globo, no último domingo. Os balancetes financeiros do ex-alcaide naquele ano também traz outras ‘pitorescas extravagancias’, tais como: 104 mil reais com implementos agrícolas; R$ 7.850,00 para aluguel de sala em shopping center; R$ 61.250,00 com locação de veículos, R$ 1.860.823,80 para prestadores de serviços; e 100 mil reais em escritório de advocacia. Porém, o mais curioso ‘investimento’ feito pelo então prefeito, foi destinar considerável quantia à compra de calçados, isso mesmo, pensando no bem-estar da população, Oziel Oliveira pagou com recursos da municipalidade o valor de R$ 15.373,90 em vestimentas a proteger os pés de seus munícipes.”
Logo onde o Fernando foi achar a informação: no jornal Carcará, que a cada edição polia o ícone de ouro de Oziel Oliveira com denodo e determinação.
Alaídio também quer ser o Robin Hood do Cerrado.
Alaídio, populista e politiqueiro, não vê nenhum mal em distribuir pequenos agrados aos eleitores.
O vereador Alaídio Castilho não vê erro em distribuir gasolina para correligionários, amigos e pedintes. Olha só como ele se referiu ao episódio do consumo exagerado de combustível pela Prefeitura, durante a gestão de Oziel Oliveira:
-Onde está o erro aí? Eu me lembro de ir pedir gasolina na Prefeitura para time de futebol, pra gente que morreu em Irecê, para o CTG, para o Sindicato Rural, para igrejas. É ilegal? É. Mas é o dinheiro do povo que está sendo distribuído para o povo? É pecado mortal ajudar o povo?”
O Alaídio não entendeu nada ainda, sobre gestão pública. Ele acha que Oziel está certo em bancar o Robin Hood do cerrado, tirando do contribuinte para distribuir ao povo.
Quem é afinal o tal de povo, Alaídio? Adversário político também tem direito à gasolina da Prefeitura? Ou o então Prefeito só doava a pedido de seus cabos eleitorais e dos vereadores alinhados? Politicagem, Alaídio, mera politicagem.
O populismo é só uma maneira de perpetuar a pobreza e a miséria, que tanto interessa aos tais políticos bons de voto. Amanhã, Alaídio, mude o tema: fale nas obras inacabadas da sede da Prefeitura Municipal. E conte, com sinceridade, porque a construtora abandonou a obra. R$3,2 milhões para construir uma laje de concreto e um tapume? Fale sobre isso, Alaídio, caso contrário o Fantástico pode voltar a Luís Eduardo.






