Se essa senhora queria os holofotes da mídia, conseguiu!

 

Nesta quarta-feira, 26, a atriz Alexia Dechamps participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados que avalia a proibição da prática de vaquejada. Em meio a uma discussão, ela trocou palavras exaltadas com deputados na sessão. Um deles a acusa de ter ofendido os nordestinos dizendo:”Calem a boca, porque eu pago bolsa família do nordeste.”

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Para quem já ganhou a vida mostrando a pexereca em revistas masculinas, a tal Alexia está cheia de saliências, não? Essa foto tem 21 anos, portanto a moça, que já era fraquinha na época, hoje não conseguiria mais a mesma audiência.

Pastor supera preconceito e revela ser drag queen.

 

Cruzes!!! Que tia feia!!!
Cruzes!!! Que tia feia!!!

Numa hora, ele pega a Bíblia na cabeceira para fazer uma pregação. Na outra, pega os cílios postiços para a próxima parada gay. Apesar de soarem antagônicas, as opções fazem parte do cotidiano do líder pastoral Marcos Lord — ou drag queen Luandha Perón, para os íntimos. Professor da rede pública há sete anos, em Duque de Caxias, Marcos é um carioca de sorriso largo, que demonstra sua crença religiosa com uma devoção para fiel fervoroso nenhum botar defeito. Veja mais em O Globo.

Wagner recua e cancela exigência de exame ginecológico de concursandas da Polícia

O jornalista Hugo Passareli relata no Estadão:

O governador da Bahia, Jacques Wagner, determinou a suspensão da exigência de exame ginecológico em um concurso da Polícia Civil do Estado, após o tema ter gerado grande repercussão. “Sobre o concurso da Polícia Civil, determinei a imediata suspensão dos itens que possam causar constrangimento ou discriminação às mulheres”, afirmou ontem por meio do Twitter.

O edital do concurso determina que as candidatas aprovadas se submetam a exames ginecológicos como colposcopia, citologia e microflora. As candidatas que tiverem o hímen íntegro, isto é, virgens, estão dispensadas dos três exames. Contudo, devem comprovar sua virgindade por meio de atestado médico “que comprove a referida condição, com assinatura, carimbo e CRM do médico que o emitiu.”

“Esse tipo de exame não cabe porque não está ligado à atividade de trabalho”, afirma a diretora da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), Marcia Bandini. “É uma boa intenção do ponto de vista de uma ação preventiva, mas você não pode vincular isso a um exame admissional”, completa.

A exigência também causou repúdio da Ordem dos Advogados da Bahia (OAB-BA). “É inadmissível que um concurso ingresse na esfera íntima das mulheres candidatas exigindo exames ginecológicos específicos ou a apresentação de atestado médico na hipótese de declaração de integridade do hímen”, disse a entidade em nota.

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