Correntina: professor denuncia débitos impagos com a classe

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Iremar Araújo Barbosa, professor e sindicalista, lamentou, hoje, mas mídias sociais, a posição do Executivo de Correntina frente aos pagamentos e aumentos dos mestres municipais. Diz Iremar:

“A Prefeitura Municipal não efetivou o pagamento dos professores em conformidade com o TAC – Termo de Ajustamento de Conduta, assinado entre Prefeitura, Sindicato e Ministério Público, numa clara demonstração de desobediência civil do gestor municipal, perante autoridades de outros poderes.
Explicando melhor, recebemos em 2016 o mesmo salário pago em 2015, o que é expressamente vedado por lei. 
Vale ressaltar, em especial para a categoria de professores que, esse ano é, a princípio o último ano da gestão Ezequiel (caso ele não seja reeleito). 
Assim sendo, as dívidas que ficarem pra trás, a exemplo do reajuste referente ao mês de janeiro do ano passado, só serão recebidas mediante ação judicial que, em Comarcas como a de Correntina, que não tem nem Promotor e nem Juiz, levarão anos para se receber.
Assim sendo e, sabendo que haverá Assembleia da categoria antes do início das aulas, não sei qual é a opinião de muitos, mas creio que, com esse descaso com o professorado de Correntina, dificilmente as aulas começarão conforme estão previstas para o dia 03 de março. 
Começar aulas sem receber o que a prefeitura nos deve é apostar na injúria que o governo Zé Maria fez com os servidores da educação. Boa parte deles recebeu uma merreca, depois de 20 anos de maus tratos.

 

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Formosa: Sociedade se agrupa por respeito a Educação

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O movimento grevista em Formosa do Rio Preto realizou ato de protesto neste domingo (20) e ganhou reforço de pais, alunos e comerciantes que pedem por mais respeito com a educação no município. Com saída às 16h de frente ao Sindicato dos Profissionais da Educação – APLB, carros, motos e pessoas a pé percorreram diversas ruas do centro da cidade e do bairro Santa Helena cobrando da administração municipal para que tome providências e solução para o impasse.

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“É pelo respeito e compromisso que temos com vocês, que estamos aqui para esclarecer que ainda não vamos retornar às aulas até que o senhor prefeito chame a categoria para conversar e resolver a situação. Pois até o momento a categoria não foi informada do porquê dos descontos inaceitáveis que estão sendo praticados”, diz uma liderança do movimento.

Outra preocupação que ronda os professores é sobre boatos de que o prefeito apresentará, nos próximos dias, na Câmara de vereadores, um projeto que extingue direitos adquiridos pelo funcionalismo municipal. “Se isso vier a acontecer vamos endurecer contra a gestão, como forma de resistência aos desmandos. Ele (prefeito) que nos respeite e arrume outra forma de organizar as finanças da máquina administrativa. Que não seja através dos concursados!”. As fotos foram enviadas por participantes dos protestos.

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Professores de Luís Eduardo dizem que entram em greve.

Às 23h28m desta quarta-feira recebemos um email do Sindicato dos Professores de Luís Eduardo Magalhães com a seguinte mensagem: “Greve. Assembléia Geral decidiu-se pela greve dos professores”. Nada mais foi informado. Nem os motivos pelos quais o Sindicato determinou o estado de greve, nem quantos professores decidiram-se pela greve, o que seria muito importante.

Também o Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais está ameaçando com greve, conforme tem anunciado na imprensa.

Deve ficar claro que, a par das justas reivindicações dos professores por melhores salários, o comando do Sindicato é francamente oposicionista e orienta-se mais por essa facção política do que por qualquer motivo.

Ligamos às 2h desta madrugada para o Presidente do Sindicato, Elson Sá Teles, para obter maiores informações. Dado ao adiantado da hora e ao cansaço do dia de trabalho, acreditamos que o Presidente iniciou a greve com uma boa noite de sono.

Professores reunidos pelo “estado de greve”.

Os professores municipais de Barreiras continuam em greve, apesar de terem retomado, por força de decisão judicial, as aulas. Nesta segunda-feira, 23, às 17 horas, nova reunião no Espaço Javan, com a pauta “Mobilização do Estado de Greve”.

Quem perde mais com as greves dos professores em Barreiras?

Como todas as greves, a dos professores municipais de Barreiras está chegando perto de um ponto de ruptura. Na assembléia de sexta-feira, nenhum representante do Executivo compareceu. Nesta terça-feira, os professores têm audiência com o promotor Eduardo Bittencourt. E prometem devassar as contas da Prefeitura nas questões dos recursos do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização do Profissional da Educação) e FMS (Fundo Municipal de Saúde).

Por outro lado, a sustentabilidade institucional de uma greve em que só os alunos são prejudicados, na condição de marisco na briga entre o mar e o rochedo, fica cada vez mais difícil. Jusmari espera, do fundo do seu coração, que o movimento perca força e os professores voltem aos seus salários miseráveis e, na maioria das vezes, atrasados. Entre as suas preocupações maiores estão as sucessões municipais em Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, tarefa que se apresenta hercúlea para os seus planos de preservação no poder.