Brasil já é o quinto na produção mundial de energia eólica

wind farm at dusk

O forte aumento do número de parques eólicos instalados no Brasil fez o País subir mais um degrau no ranking do países com maior geração eólica.

O Global World Energy Council (GWEC) divulgou nesta sexta-feira, 10, seu “Global Wind Statistics 2016”, no qual o Brasil aparece na nona colocação na lista das nações com mais capacidade instalada total de energia eólica, somando 10.740 MW, à frente da Itália. Em relação ao ano passado, o País avançou uma posição e agora já responde por 2,2% da capacidade global.

No ranking de nova capacidade instalada no ano, o Brasil está em quinto lugar, tendo instalado 2 GW de nova capacidade em 2016. Nesta categoria, o País caiu uma posição, sendo ultrapassado pela Índia, que instalou 3,6 GW de nova capacidade no ano passado.

No total, foram adicionados 54,6 GW de potência eólica à produção mundial em 2016. Com isso, em todo mundo a capacidade instalada da nova energia soma 486,7 GW.

Em nota à imprensa, a presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Elbia Gannoum, salientou que até 2020, considerando apenas os contratos assinados e leilões já realizados, o País deve chegar a 18 GW.

Para se ter uma ideia do que isso significa, a hidrelétrica de Itaipu, a maior do País, mas compartilhada em 50% com o Paraguai, a potência instalada é de 14 GW.

 

Vai ser bom, não foi?

flash-sexo-sexolivre-03Embora o Brasil tenha fama, não estamos nem entre os 10 primeiros colocados em uma pesquisa que avaliou quais países transam mais. Os dados também mostram o tempo de duração da relação, que vão de 2min40, na China, a 4min02, na Austrália. A média entre esses países é de cerca de 3 minutos. Confira o ranking:

1. Estados Unidos (3min45)

2. China (2min40)

3. Canadá (3min41)

4. Reino Unido (2min56)

5. Rússia (3min31)

6. França (2min53)

7. Austrália (4min02)

8. México (3min23)

9. Espanha (3min22)

10. Itália (2min50)

No entanto, o mapa usou informações bem menos precisas do que uma pesquisa científica: elas vem do aplicativo Spreadsheets, criado para fornecer estatísticas do desempenho sexual com base em movimentos (acelerômetro) e barulhos (microfone). Mas quantidade nem sempre é qualidade, certo? Um estudo mais elaborado, “Durex Global Survey Sex”, divulgado no início do ano, apontou que a maioria dos brasileiros leva entre seis e 15 minutos debaixo dos lençóis.