O Governo britânico está destruindo quebra-molas para evitar a poluição do ar. Ao acelerar novamente depois de cada quebra-molas (bump, como eles chamam) os carros multiplicam o gasto com combustível e a proporcional poluição atmosférica.
Veja na foto como são construídos os redutores de velocidade. Como aquele instalado na faixa de segurança em frente à Prefeitura de LEM, na avenida Barreiras.
No entanto, centenas de quebra-molas em Luís Eduardo Magalhães estão fora das especificações do Denatran, altos e estreitos. Quase na esquina da rua Paraíba com Edaleio Barbosa de Souza, tem um quebra-mola que não é um simples redutor de velocidade. É um desaforo. Qualquer carro pequeno que passar ali com algum peso, raspa no fundo, aumentando o prejuízo.
Está na hora do Prefeito largar a “burra preta” e andar num carro pequeno pra ver como são os quebra-molas de Luís Eduardo. Essa sim é uma herança amarga de Humberto, que espalhou quebra-molas fora de especificação legal por toda a cidade.
Olha aí, Marciano Pauletti, o que diz a wikipédia:
As lombadas devem obedecer à resolução 39/98 do CONTRAN, devem obrigatoriamente ser sinalizadas e podem ser de dois tipos de tamanho. No tipo 1 devem ter as medidas de 8 cm de altura por 1,5m de largura, no tipo 2 devem ter 10 cm de altura por 3m de largura, ambos com o comprimento igual a largura da rua. Devem ser utilizados somente em último caso para a prevenção de acidentes.[2]
Diz o parágrafo único do artigo 94 da resolução 39/98 do Contran: “É proibida a utilização de ondulações e ou tachões, transversais e de sonorizadores como redutores de velocidade, salvo em casos especiais definidos pelo órgão ou pela entidade competente, nos padrões e critérios estabelecidos pelo Contran”.
A legislação prevê multa para quem coloca lombadas sem permissão. O responsável pelo quebra-molas irregular, se identificado, ainda poderá ser punido criminalmente por danos materiais e por homicídio.
Lombadas em desacordo com o padrão danificam e desgastam severamente o veículo, qualquer dano causado por estes objetos devem ser relatados ao CONTRAN e mas o proprietário pode processar e pedir indenização ao estado caso seu veículo tenha sido danificado ou roubado por conta de lombada fora das especificações do CONTRAN.
Também existe a faixa elevada para travessia de pedestres, que é comumente vista como uma lombada pelos motoristas. Tem o topo achatado, na altura da calçada e pelo menos 4 metros de largura. [3]







