Marina Silva seria vice de Eduardo Campos

A ex-senadora Marina Silva (Rede) e o governador Eduardo Campos (PSB), em conversa pela manhã registrada pelo senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) (Foto: Rodrigo Rollemberg/PSB)
A ex-senadora Marina Silva (Rede) e o governador Eduardo Campos (PSB), em conversa pela manhã registrada pelo senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) (Foto: Rodrigo Rollemberg/PSB)

O presidente nacional do PPS, deputado federal Roberto Freire (SP), avaliou neste sábado que a filiação de Marina Silva ao PSB é um equívoco neste momento. Para ele, a sociedade brasileira clama por alternativas ao atual governo e no primeiro turno das eleições é fundamental o lançamento de vários candidatos no campo das oposições. Freire se reuniu pela manhã com Marina Silva.

“Hoje, abdicar de uma candidatura no campo da oposição é um grande equívoco. No primeiro turno é importante que se ofereça pluralismo à sociedade”, disse.

Freire ponderou que tanto Marina como Eduardo Campos são dois grandes nomes para a disputa eleitoral. “Mas o PSB só pode ter um candidato e, com a filiação de Marina, perdemos um candidato no campo da oposição. O Eduardo é um grande nome, mas não se pode abrir mão de Marina”, afirmou.

Ele lembrou que o PPS fez o convite de filiação a Marina por entender que ela foi massacrada pelo governo do PT durante todo o processo em que tentava viabilizar a criação da Rede Sustentabilidade. “O convite feito não foi para atender os interesses do PPS ou de Marina. Foi pela sociedade brasileira e Marina é uma alternativa para a cidadania”, afirmou.

O presidente do PPS deixou claro também que respeita a decisão da ex-senadora, mas avaliou que do ponto de vista estratégico era melhor ter vários candidatos de oposição. Lembrou, inclusive, que foi por esse motivo que o partido tentou convencer o tucano José Serra a se lançar candidato. Freire adiantou que o PPS não irá fechar nenhuma aliança hoje em apoio ao projeto de Marina e Eduardo Campos.

“O PPS continua o seu projeto de buscar alternativas para a disputa de 2014. Não sou pessimista. Até porque esse governo (do PT) é tão incompetente que a sociedade dará uma resposta nas urnas. 2014 será o ano da mudança”, disse.

O jornalista Ricardo Noblat criticou Marina, hoje, em sua coluna:

“Marina ainda é um segredo de Estado. Poucos conhecem algo além de sua imagem pública. Os que a  conhecem bem não contam como Marina é – conservadora, preconceituosa, centralizadora.”

Não quero discordar frontalmente do Jornalista, nem conheço sua orientação política. Mas quem arrecadou 19 milhões de votos na última eleição presidencial não pode ser apenas um fantoche na mão de manipuladores mal intencionados. Depois, falar em conservadorismo, preconceito e centralização de poder num País que já teve Sarney, Collor, Itamar Franco e Lula, não deixa de ser uma temeridade.Quanto a Roberto Freire, acredito que seja água que já não move moinhos, mesmo os mais leves.

Marina fala à Rede de Sustentabilidade

Marina Silva na coletiva conjunta, onde comunica sua adesão

Marina-Silva-Coletiva-Filiacao

O jeitinho (ou jeitão) do Governo petista.

Roberto Freire – deputado federal por São Paulo e presidente nacional da Mobilização Democrática (MD) – nesta sexta, sobre o episódio da corrida do Bolsa Família, nos dias 18 e 19 de maio:

“Os boatos sobre o suposto fim do Bolsa Família, que levaram quase 1 milhão de beneficiários do programa a realizar 920 mil saques em um único fim de semana, no valor total de R$ 152 milhões, comprovam que jamais se deve subestimar a capacidade do governo petista de mentir e criar factoides.”

Freire lamenta a ação dos entes federais, que chegaram a supor a ação de uma central de boatos oposicionista, quando o que havia era pura descoordenação de informações no Governo. 

Sukyaki Anibralem

Um caso de patologia institucional

Deputado Roberto Freire (PPS), em artigo para o Globo, no começo deste mês:

“O caso brasileiro, examinado à luz da ação penal 470, o conhecido mensalão, e mesmo anteriormente, em meio à avassaladora mobilização do Estado para finalidades partidárias, ensejou comparações com o México do PRI e a Argentina de Perón. Chegou-se a afirmar, com sagacidade, que, se vingasse entre nós o fatal entrelaçamento entre máquina de partido e aparelho de Estado, teríamos um cenário “mexicano”. Se predominasse o personalismo e o culto ao “líder operário que se tornou presidente”, teríamos uma “argentinização”.

A tentativa de criar um partido único no poder, junto com partidos subsidiários e mamadores da teta oficial, lembra mais: a Espanha de Franco, a Itália de Mussolini, a Rússia de Stálin e, mais recentemente, a Venezuela de Chávez.

Incuria e descaso dos governos, diz Freire sobre tragédia no Nordeste.

Diz Roberto Freire sobre o desastre em Alagoas e Pernambuco, onde até agora não se tem uma estatística correta sobre os tais 1.500 desaparecidos. Afirmar de novo que Geddel Vieira Lima, então ministro da Infraestrutura gastou 65% da verba de prevenção de tragédias na Bahia não é desculpa, é confissão de culpa:

“É imoral a situação que leva nossos irmãos brasileiros do Nordeste – como já ocorreu também com os do Sul – ao desespero de perder família, casa, enfim, tudo o que tinham.
Esse tudo na maioria das vezes era muito pouco, porque a tragédia das enchentes, como a da seca, golpeia aqueles que menos têm, a quem sobra os espaços mais insalubres e perigosos nas periferias das cidades.
O caráter perverso do drama que estão enfrentando alagoanos e pernambucanos é que dinheiro não deveria faltar para evitar que desastres como o que enfrentam com a chegada das chuvas ocorressem.
Nem para acudi-los com presteza e garantindo-lhes dignidade e agilidade no socorro. No entanto, lá estão eles em meio a escombros de cidades devastadas.”

Leia mais sobre o artigo de Roberto Freire, publicado no Valor Econômico, no site do PPS.

Roberto Freire repudia afirmações de Dilma sobre Serra.

Não foi por acaso que Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência da República,  chamou os exilados políticos da ditatura brasileira de fujões. Sua declaração estapafúrdia e condenada por todos os democratas do país faz parte de uma campanha que tenta desmoralizar o candidato da oposição, José Serra, que vem sendo promovida pelo PT e seus “terroristas virtuais” desde o ano passado em sites, blogs e redes sociais da internet. A frase dita por Dilma no último sábado, em evento com sindicalistas em São Bernando do Campo, apenas ecoa essa campanha difamatória. Continue Lendo “Roberto Freire repudia afirmações de Dilma sobre Serra.”

Dilma homenageia Tancredo. Em campanha, vale tudo.

Roberto Freire, do PPS, comunista de plantão nos barzinhos descolados de Brasília, no twitter, esta madrugada:

Tancredo deve ter se revirado no túmulo com a homenagem de Dilma do PT. Partido não votou em Tancredo e expulsou quem o fez. Puro oportunismo.