
No flagrante, o presidente da República reúne seus ministros, neste domingo trágico, para analisar as últimas delações da Odebrecht.
O braço armado do Priorado de Sião em Curitiba está de olhos em todos. Assim que caírem, vão fazer companhia para Eduardo Cunha e Sérgio Cabral nas gélida capital paranaense.
A bandidagem de Brasília só vai deixar passar os 31 de dezembro para “declarar vaga a Presidência da República” e eleger, um dentre eles, para ser o plantonista até o final de 2018.
Estamos bem: já existem malucos, as vivandeiras das tropas de sempre, pedindo a intervenção dos militares. A alternativa mais democrática é a eleição biônica.
