Lula vence Bolsonaro no 2º turno com 11 pontos de vantagem, mostra pesquisa.

Pesquisa PoderData 2º turno

Pesquisa PoderData sobre as eleições presidenciais de 2022, divulgada nesta quarta-feira (9), mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vence Jair Bolsonaro no segundo turno com 11 pontos percentuais de vantagem, por 48% a 37%.

Segundo levantamento, feito por telefone, no primeiro turno, os dois candidatos aparecem tecnicamente empatados, com Bolsonaro com 33% contra 31% de Lula.

A pesquisa, em parceria com o Grupo Bandeirantes, ouviu 2.500 pessoas por telefone, entre os dias 7 e 9 de junho, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Editado por Brasil247.

 

Vox Populi indica Bolsonaro e Haddad mais próximos na preferencia dos eleitores

Pesquisa Vox Populi/CUT divulgada na manhã desta sexta-feira aponta: Bolsonaro tem 53% das intenções de voto válidos e Haddad tem 47%. A diferença entre os dois é de apenas 6 pontos percentuais, o que indica que a disputa eleitoral está aberta e o país terá uma reta final emocionante.

Nos votos totais, considerados brancos, nulos e indecisos, o número é de 44% para Bolsonaro e 39% para Haddad, uma diferença de apenas 5 pontos, com 12% de brancos, nulos e “ninguém” e 5% de “não sabe” e “não respondeu”.

O cenário é bem diferente da pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quinta e que havia indicado Bolsonaro com 59% e Haddad com 41% de votos válidos -uma diferença de 18 pontos percentuais.

Ou seja: está aberta uma disputa entre os institutos de pesquisas na chegada do segundo turno. A pesquisa Vox/247 feita na véspera do primeiro turno foi a que mais se aproximou do resultado das urnas -leia aqui.

Em votos espontâneos válidos, a pesquisa indica Bolsonaro com 54% e Haddad com 46% – oito pontos percentuais de diferença. Haddad tem 41% de rejeição contra 38% de Bolsonaro. 7% dizem que podem votar em qualquer um dos dois, 8% dizem que não votam em nenhum e 5% não sabem ou não responderam.

Dos entrevistados, 66% acreditam em vitória de Bolsonaro e 24% na de Haddad. 56% disseram ter assistido o horário eleitoral gratuito e 44% disseram que não assistiram. 23% afirmaram que o melhor programa do horário eleitoral gratuito é o de Haddad e 22% disserem que é o de Bolsonaro. Informações editadas pelo portal 247.

Eleitor do Rio Grande do Sul repete hábito de não reeleger governador

A primeira pesquisa Ibope no segundo turno da eleição para governador do Rio Grande do Sul aponta Eduardo Leite (PSDB)  à frente, com 59% dos votos válidos — cálculo que exclui brancos, nulos e indecisos. José Ivo Sartori (MDB)  tem 41%. Considerando os votos totais, o ex-prefeito de Pelotas soma 52% e o governador, 36%. Brancos e nulos somam 8% e 4% não responderam ou não sabiam. 

João Dória, aquele que não é político, está enfrentando dificuldades no 2º turno

Josias de Souza, colunista da Folha e do UOL, relata que, a par de ter levado uma surra de Márcio França nos debates de São Paulo, João Dória tem enfrentado caminhos pouco suaves no segundo turno:

João Doria, o candidato do PSDB ao governo de São Paulo, precisa se benzer. Passou para o segundo turno com dez pontos de vantagem sobre seu oponente. Desde então, enfrenta uma sucessão de trapaças da fortuna. Teve uma semana integralmente regida pela Lei de Murphy —“Quando uma coisa pode dar errado, ela dá errado”. Doria amargou três reveses.

1. Márcio França, o rival que Doria chama de “vermelho” e “esquerdista”, obteve o apoio do capitalista Paulo Skaf, presidente da Fiesp.

2. Geraldo Alckmin, o padrinho político de Doria no tucanato, grudou nele a pecha de traidor. Fez isso a portas fechadas. Mas o áudio ganhou as manchetes antes que a maçaneta fosse virada.

3. Jair Bolsonaro, a nova paixão política de Doria, tratou-o como persona non grata. O tucano voou de São Paulo para o Rio com o deliberado propósito de posar ao lado do capitão. Que preferiu não dar as caras.

Nelson Rodrigues ensinou que, sem sorte, o sujeito não chupa nem um picolé, pois pode engasgar com o palito. No comitê eleitoral de Doria, a má sorte parece ter chegado junto com a inépcia. O candidato jura que não é político. Talvez por isso tenha exagerado na matreirice política.

Por esperteza, um candidato a governador pode declarar apoio a um presidenciável que caiu no gosto do eleitorado do seu Estado. Mas ir atrás do Bolsonaro, cortejar o Bolsonaro, enganchar a viabilidade de uma candidatura na conveniência do Bolsonaro…Fazer tudo isso sem combinar com o sorveteiro é mais ou menos como pedir para ser atropelado pela carrocinha de picolé antes da primeira lambida.

O direitista Doria entrou no segundo com o pé esquerdo.

Ódio puro destilado: no segundo turno, empate e briga de foice no escuro entre Haddad e Bolsonaro.

O pior da campanha ainda não aconteceu. Conforme pesquisa do XP/IPESPE, anunciada pelo site 247, o segundo turno aponta para empate entre os dois candidatos à presidência melhor colocados.

A pesquisa XP/Ipespe aponta que 27% dos eleitores brasileiros repudiam os dois candidatos mais bem colocados nas intenções de votos: os presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL), em primeiro lugar, e Fernando Haddad (PT), em segundo.

Dos entrevistados que disseram rejeitar os dois candidatos, o ex-prefeito de São Paulo tem 42% de apoio em eventual disputa de segundo turno contra o deputado federal.

Outros 42% vão para o grupo de votos em branco, nulos e indecisos.

Apenas 16% indicam apoio a Bolsonaro.

De acordo com o levantamento, Bolsonaro tem 36% dos votos, contra 22% de Haddad no primeiro turno. No confronto final, ambos empatam tecnicamente:  Bolsonaro teria 43% das intenções de voto, contra 42% de Haddad.

Ibope e Datafolha divulgam últimas pesquisas. Dilma tem entre 4 e 6% na frente.

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IBOPE

Votos totais

Dilma  49%

Aécio   43%

Votos válidos

Dilma  53%

Aécio   47%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 206 municípios nos dias 24 e 25 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01195/2014.

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Data Folha

Votos totais

Dilma  47%

Aécio   43%

Votos válidos

Dilma  52%

Aécio   48%

As duas pesquisas foram divulgadas agora às 17h30m, 18h30m de Brasília. O Datafolha ouviu 19.318 eleitores em 400 municípios nos dias 24 e 25 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01210/2014.

O debate decisivo visto pelos jornalistas de O Globo

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Matéria de O Globo, com foto de  Alexandre Cassiano / Agência O Globo

No último debate da campanha presidencial, nesta sexta-feira à noite, na TV Globo, a troca de acusações que marcou a campanha veio logo no início do embate entre a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves(PSDB). O tucano, em sua primeira intervenção, disse que era alvo de boatos, como o de que tiraria do cadastro beneficiados pelo Bolsa Família, e lembrou o escândalo da Petrobras, com as denúncias veiculadas esta semana pela revista “Veja”, segundo as quais o doleiro Alberto Youssef acusou Dilma e e o ex-presidente Lula de saberem dos desvios na estatal.

— Essa campanha vai passar para a História como a mais sórdida. A calúnia e a infâmia foram feitas não só em relação a mim, em relação a Eduardo Campos, a Marina. Isso é um péssimo exemplo. A revista publica que um dos delatores disse que a senhora e Lula tinha conhecimento da corrupção na Petrobras. A senhora sabia da corrupção na Petrobras?

Em resposta, Dilma acusou o tucano de fazer uma campanha “extremamente agressiva” contra ela e negou as denúncias. Afirmou que a revista faz “oposição sistemática” aos governos petistas e promove um “golpe eleitoral”.

— A “Revista Veja” não apresenta nenhuma prova do que faz. Manifesto a minha inteira indignação porque a revista tem hábito de, na reta final das campanhas, tentar dar um golpe eleitoral e isso não é a primeira vez. Fez em 2002, em 2006, em 2010 e agora faz em 2014. O povo não é bobo e sabe que está sendo manipulada essa informação porque não foi apresentada nenhuma prova. Irei à Justiça para me defender.

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Foto de Ivan Pacheco, de Veja

COMPARAÇÕES ENTRE GOVERNOS

Aécio manteve a ofensiva e, ao abordar os problemas de infraestrutura do país, criticou o governo federal por ter investido R$ 2 bilhões na construção do Porto Muriel, em Cuba, quando, disse, o país carece de investimentos em ferrovias e portos. Na resposta, Dilma usou a estratégia, repetida ao longo do debate, de comparar os governos petistas com os de Fernando Henrique Cardoso. Disse que a iniciativa será benéfica para empresas brasileiras e afirmou que o ex-presidente também financiou empresas para “colocar produtos em Cuba e Venezuela”.

Nas seguidas comparações que fez com governos tucanos, Dilma acusou o PSDB de ter deixado o Banco do Brasil com uma “grave dívida” e de ter quebrado a Caixa Econômica Federal e o BNDES.

— Vocês reduziram (os bancos) ao tamanho que achavam que devia ter — disse Dilma.

A presidente ouviu então de Aécio a acusação de que o PT aparelha a máquina pública.

— O Banco do Brasil tem 37 diretorias, um terço delas ocupadas por filiados do PT.

No debate econômico, Dilma disse que não era verdade que ela é a primeira presidente a  entregar um governo com a inflação maior do que recebeu:

— No últimos dez anos tivemos dentro dos limites da meta. Quem não mantinha (a meta) era o governo Fernando Henrique.

— Quer dizer que foi o PT que controlou a inflação e não nós? Tenho orgulho de ter um aliado como o Fernando Henrique, a quem a senhora teceu elogios.

PARTICIPAÇÃO DE INDECISOS

No segundo bloco, em que, pela primeira vez, eleitores indecisos fizeram perguntas diretamente aos candidatos, a discussão se voltou para a vida real, tornando o debate menos agressivo e mais propositivo. Logo na primeira pergunta, sobre os altos aluguéis, Dilma e Aécio foram obrigados a discutir a inflação, sem acusações mútuas.

Dilma aproveitou a pergunta para falar de um de seus principais programas, o Minha Casa Minha Vida, destacando que ele contempla quem ganha até R$ 5 mil, com faixas de subsídio. A candidata disse que seu compromisso é fazer mais três milhões de casas, ampliando as faixas de renda.

— Tenho certeza de que você poderá ser contemplado caso seja uma das pessoas sorteadas — disse Dilma, dirigindo-se ao eleitor.

Aécio procurou desconstruir os números oficiais. Disse que foi entregue apenas metade das três milhões de casas anunciadas. O tucano prometeu ampliar os programas de habitação no país.

A pergunta sobre educação proporcionou um confronto de realizações entre Dilma, no governo federal, e Aécio, no governo de Minas Gerais. No entanto, os candidatos convergiram sobre a necessidade de mais creches, melhora no ensino médio e na valorização dos professores.

Sobre o tema da corrupção, levantado por uma eleitora de Minas, Dilma concordou que a lei é branda para punir corruptos e corruptores e enumerou propostas que fez para endurecer a lei. Aécio disse que a eleitora expressava o sentimento de indignação de milhões de brasileiros com a corrupção e afirmou que algumas propostas listadas por Dilma tramitaram no Congresso, mas sem empenho do governo em aprová-las.

— Existe uma medida acima de todas as outras para combater a corrupção, tirar o PT do governo — afirmou o tucano.

‘MEU BANHO MINHA VIDA’

No terceiro bloco, em que os candidatos voltaram a fazer perguntas entre si, Dilma alfinetou os tucanos ao falar sobre a importância do planejamento e em seguida lembrou a falta de água em São Paulo, governada pelo PSDB. Aécio disse que faltou planejamento, mas do governo federal, que, segundo ele, não teria colaborado com o governo paulista. Citou o Tribunal de Contas da União (TCU), que teria acionado o governo federal por isso. Dilma procurou ser irônica e, após, dizer que água é responsabilidade dos governos estaduais, citou o humorista José Simão:

— Vocês estão levando o estado para ter o programa “meu banho minha vida”.

Aécio, que já havia citado o “Petrolão”, referência ao escândalo da Petrobras, lembrou o julgamento do mensalão e voltou a criticar o PT por tratar os petistas condenados como “heróis nacionais”. E perguntou a Dilma o que achava da condenação do ex-ministro José Dirceu. Sem responder diretamente ao tucano, a presidente lembrou o mensalão mineiro, no governo do tucano Eduardo Azeredo (a quem chamou de Renato Azeredo):

— O mensalão do meu partido teve condenados. No mensalão do seu partido, não teve condenados nem punidos — disse Dilma, lembrando outros escândalos envolvendo tucanos que, segundo ela, não tiveram punição, como Sivam e pasta rosa.

Aécio contra-atacou e disse que um dos principais envolvidos no mensalão mineiro é ligado ao PT:

— Walfrido Mares Guias foi coodenador de sua campanha em Minas — afirmou Aécio

Debate pega fogo, junto com comentários nas mídias sociais

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Dona Dilma, durante o debate da Globo: “O programa do PSDB inclui o projeto “Meu banho, minha vida”.

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Dona Dilma é uma senhora em pleno gozo da terceira idade. Por isso, merece usar uma maquiagem pesada, para tentar apagar as marcas do tempo. O seu opositor, no entanto, é um cinquentão sacudido, que não precisa dessa maquiagem grossa.

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Dilma: “Vocês inventaram a reeleição. E agora querem acabar com a reeleição?”

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Deputada Kelly Magalhães, no twitter, consagrando seu tradicional pavio curto:

“Aécio é cínico, debochado, irônico e sem propostas!”

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Dilma: “A estratégia do engavetador geral da república funcionou muito bem”

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Dona Dilma: “Como o senhor enxerga a questão da água em SP? Houve falta de organização?”

E arrematou: “O Governo de São Paulo vai ter que instituir o programa “Meu banho, Minha vida”

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Luiz E. Greenhalgh: Dilma desmente de forma clara a demagogia de Aécio na questão do saneamento. Aécio olha para Dilma com indisfarçável ódio.”
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Os dois candidatos estão cansados e chamam o banco: Luciana Genro vai assumir o lugar de Dilma; Eduardo Jorge vai substituir Aécio, que sai suado, com a maquiagem derretida.
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Dilma: “Fomos nós que descobrimos [o esquema na Petrobras]. Foi a Polícia Federal, ligada ao ministério da Justiça. A Polícia Federal integra o meu governo. É um órgão do governo”
Aécio: “Nós não vamos privatizar a Petrobras, mas reestatizá-la . Eu vou tirá-la das mãos desse grupo político que tomou conta dessa empresa e está fazendo aquilo que nenhum brasileiro poderia imaginar”
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Aécio, policial de carteiraços aos 23 anos

aecio-nevespor Rodrigo Lopes, especial para o Viomundo

Sem nunca ter tido formação policial, o senador e candidato à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), já teve e utilizou carteira da polícia mineira para dar a famosa “carteirada”.

Aécio aproveitou da influencia do clã familiar para obter a carteira de polícia de número 8.248, emitida em 19 de abril de 1983 pela Secretaria de Segurança Pública de Minas Gerais (SSP-MG), que assegurava ao seu portador poderes de polícia.

A carteira foi obtida por Aécio quando ele tinha 23 anos, na mesma época em que seu avô, Tancredo Neves, governava o Estado de Minas Gerais.

Cópia do documento publicada neste blog encontra-se arquivada na sede do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon).

Para requerer o seu registro profissional de economista junto ao Corecon, Aécio optou por utilizar a carteira policial em vez da carteira de identidade oficial.

Aécio exerceu o cargo de secretário de gabinete parlamentar da Câmara dos Deputados dos 17 aos 21 anos, entre 1977 e 1981.

No mesmo ano em que “deixou” a Câmara, começou a trabalhar na campanha para o governo de Minas Gerais com o avô. Em 1983, foi nomeado secretário particular de Tancredo Neves.

De 1985 a 1988, Dilma Rousseff exercia o cargo de secretária municipal da Fazenda, na Prefeitura de Porto Alegre, depois de participar da fundação do Partido Democrático Trabalhista (PDT).

 

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Um debate cruento, pleno de acusações de parte a parte

 

Na noite desta terça-feira (14), Aécio Neves e Dilma Rousseff começaram o primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República no segundo turno, organizado pela Band, expondo suas propostas para o Brasil.
Dilma foi a primeira pela ordem do sorteio e disse que acredita que nessa eleição era importante lembrar que o PT tirou 36 milhões de pessoas da pobreza e elevou outros 42 milhões à classe média. Ela também garantiu que investirá mais em saúde e educação, além de combater sem trégua a corrupção.
Aécio, por sua vez,  disse que o debate inaugurava a fase final daquilo os brasileiros querem para o futuro. O tucano lembrou os avanços sociais do governo Lula, provenientes da estabilização da economia do PSDB, mas disse que nos últimos quatro anos o “Brasil deixou de funcionar”, destacando a inflação crescente.
No confronto direto, a primeira pergunta também coube à Dilma, que aproveitou para dizer que o governo do PSBD em Minas Gerais desviou R$ 7,6 bilhões, o que prejudicou a Saúde no Estado.

“Lamento que a senhora esteja tão desinformada”, começou Aécio, rebatendo a afirmação da petista sobre a Saúde mineira. O ex-governador disse que Minas Gerais tem a melhor qualidade de saúde de todo Sudeste, fato atestado pelo Ministério da Saúde e rebateu dizendo que o Governo Federal tem diminuído a participação na Saúde.
Aécio também disse que o Mais Especialidades era uma proposta antiga do PSBD e que lamentava que Dilma só falasse sobre ele no final do mandato.
Dilma respondeu que únicas propostas que Aécio apresenta eram a continuidade das dela. Reforçou que o PSBD desviou R$ 7,6 milhões em MG, o que poderia ser checado no site do Ministério da Saúde. Ela ainda afirmou que o serviço do SAMU mineiro era o pior do Brasil
“Não falar a verdade se tornou uma tônica da sua campanha desde o primeiro turno”, revidou Aécio. “O Ministério da Saúde de seu governo é quem diz que MG tem a melhor qualidade de saúde no Brasil”.
Aécio para Dilma: “A senhora não se arrepende de ter feito campanha com ataques violentos e cruéis?
“Acho que quem faz ataques violentos é o senhor e distorce os fatos”, respondeu Dilma. A presidente disse que PSBD fez apenas o Bolsa Escola, que tratava de 5 milhões de brasileiros, não 50. Destacou que BNDES e Banco do Brasil são grandes instituições, que serão prejudicadas pelo PSDB. “Vocês têm dois pesos e duas medidas, nunca fizeram programas sociais”, disse a petista.
“A senhora falta com a verdade, ninguém deve nada para saúde”, afirmou Aécio Neves. O tucano disse que maior programa de inclusão social do Brasil não foi o Bolsa Família, mas a estabilidade proporcionada pelo Plano Real. O ex-governador mineiro ainda destacou que o Tesouro deve à Caixa deve R$ 10 bilhões e destacou que dará transparência ao bancos públicos se for eleito. Da redação do site band.com.br

No segundo e terceiro blocos os debates continuaram de forma violenta, com acusações de parte a parte. Os brasileiros não devem ter ficado tranquilos com a falta de serenidade dos candidatos, bem como com a falta de informações positivas sobre os planos de governo de um e de outro. No vídeo, o leitor tem um bom resumo do debate.

 

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Dilma e Aécio estão empatados, segundo Ibope e Datafolha

O Ibope e o Datafolha  divulgaram na noite desta quinta-feira (9) a sua primeira pesquisa para o segundo turno da eleição presidencial de 2014. De acordo com o instituto, Aécio Neves (PSDB) aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Dilma Rousseff (PT) tem 44% da preferência do eleitorado. Brancos e nulos são 6%, e 4% estão indecisos.

Quando são considerados apenas os votos válidos, o candidato tucano tem 51% das intenções de voto contra 49% da candidata petista. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, Dilma e Aécio estão tecnicamente empatados.