Pesquisa coloca Dilma como 4ª colocada em candidatura para o Senado no RS

Levantamento feito junto aos eleitores do Rio Grande do Sul sobre a eleição para o Senado em 2018 aponta que, se as eleições fossem hoje (pesquisa estimulada), a senadora Ana Amélia Lemos (PP) e o senador Paulo Paim (PT) seriam reeleitos, respectivamente, com 38,4% dos votos e 26,0%.

A seguir viriam o ex-governador Germano Rigotto (PMDB), com 13,1%, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), com 11,4%, o deputado federal Onyx Lorenzoni (Dem), com 10,6% e o ex-prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, do PDT, com 6,3%. O deputado federal peemedebista Osmar Terra aparece com 5,0% e a deputada estadual Silvana Covatti, do PP, com 4,0%. Não sabem em quem votariam 5,9%. Não votariam em nenhum desses, 13,6%.

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Tudo do melhor para quem já tem tudo

Os gastos do Congresso Nacional com atendimento médico somaram R$ 160 milhões no ano passado. Em valores correntes, o montante é o maior dos últimos dez anos. Do total, R$ 140,4 milhões foram pagos diretamente a serviços médicos, hospitalares, odontológicos e laboratoriais. O restante, R$ 19,4 milhões, foi desembolsado em forma de ressarcimento para senadores, deputados e ex-parlamentares, pelos gastos que realizaram com consultas médicas, exames, tratamentos ou cirurgias.

Veja aqui tabela de gastos

A Câmara dos Deputados gastou o maior valor, R$ 81,9 milhões, dos quais R$ 13,1 milhões foram por meio de ressarcimentos. Os deputados possuem três opções quando necessitam de serviço hospitalar, podendo realizar consulta no Departamento Médico da Câmara dos Deputados (Demed), procurar especialista particular ou pedir o ressarcimento pela consulta, ou pagar por plano de saúde. Do Contas Abertas.

Locare Mod 2

Proposta no Senado veda pagamento a vereadores de cidades pequenas

Os vereadores de municípios com até 50 mil habitantes podem deixar de receber remuneração pelo exercício do cargo. Essa proposta está em análise no Senado, e é de autoria do senador Cyro Miranda, do PSDB de Goiás. De acordo com o parlamentar, se a proposta de emenda for aprovada, 90 por cento dos municípios brasileiros vão deixar de pagar remuneração aos vereadores. O texto também limita a três e meio por cento da arrecadação, os gastos dos municípios com a manutenção da Câmara de Vereadores.

A extinção das câmaras municipais, trocadas por um conselho de anciãos, que se reunissem apenas uma vez por mês; a redução da Câmara para 1/3 dos seus membros e a extinção do Senado. Isto seria uma reforma política de verdade. Mas quem diz que eles vão largar os úberes fartos da Pátria Mãe tão distraída?

Em Luís Eduardo Magalhães um vereador custa mais de R$61 mil – por mês – aos cofres públicos. Leia mais sobre o assunto aqui, aqui e aqui.

Senado abre licitação para comprar sorvete aos senadores

O Senado abriu uma licitação recentemente para gastar até 304 000 reais com o fornecimento de gêneros alimentícios e materiais de copa e cozinha para os gabinetes das excelências.

Depois de bancar o celular, o carro, o restaurante, as viagens, o plano vitalício e integral de saúde e toda sorte de benesses, sabe o que mais o dinheiro público vai pagar para as excelências? Sorvetes diversos.

Entre 209 itens, a lista de compras prevê a aquisição de 180 quilos de “sorvetes de diversos sabores” a um custo total de 3 600 reais.

E daí, meu caro leitor? Você que está dando duro nesta segunda pela manhã vai ao menos indignar-se um pouquinho mais?  Longe de pensamentos malignos, mas só nos resta desejar que este sorvete acelere o diabetes senil dos nossos representantes na Câmara Alta da República.

Ratos invadem o Senado. Daquela espécie de roedores, bem entendido!

Movida pelo ataque de ratos registrado no transcorrer desta semana, a assessoria de imprensa do Senado divulgou, nesta sexta-feira (13), nota à imprensa  por meio da qual lamenta os danos causados a uma servidora por “animal não identificado”, em episódio ocorrido na última quarta-feira (11). Em recesso até 2 de fevereiro, a Casa funciona sem a presença de parlamentares e com esquema de rodízio entre servidores de gabinetes e departamentos.

O veneno a ser aplicado deverá ter um princípio ativo bastante seletivo e uma carência de no máximo 15 dias. Vai que o veneno alcance não só o rattus rattus ou o rattus norvegicus, mas todos os da espécie.

Lei de Gerson no Senado.

Leandro Mazzini, na sua coluna Informe JB – Jornal do Brasil – deste domingo informa que 53  senadores assinaram lista contra a mudança administrativa na qual os parlamentares contratariam para o cargo de chefes de gabinete pessoas de confiança, e não servidores concursados, como manda atualmente a regra da Casa.

O comum é que sejam escolhidos filhos, namoradas, amantes ou sobrinhos para a Chefia de Gabinete. É a famosa Lei de Gerson, que preconiza levar vantagem em tudo.