Ex-governador Sérgio Cabral acerta delação com a Justiça Federal.

Para além de ex-auxiliares e até familiares, perderão noites de sono com o acordo de delação premiada do ex-governador ladrão Sérgio Cabral, já confirmado, “parceiros” como os ex-presidentes Lula e Dilma e o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes, hoje no DEM.

Para obter acordo que lhe dê esperança de sair da cadeia antes de morrer, Cabral terá de fazer entregas convincentes de personagens e fatos inéditos. Outro severamente afetado deve ser o ex-governador Luiz Fernando Pezão. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Informações preliminares apontam para a inclusão de membros do alto escalão do Poder Judiciário nas revelações do ex-governador.

Os empresários Eike Batista e Fernando Cavendish estão entre os figurões da Lava Jato que devem ter a vida complicada pela delação.

O problema de Sérgio Cabral é o mesmo de Antonio Palocci. Pode saber muito, mas se nada prova, vira espuma e fumaça.

Isso pode parecer bom apenas para o atual Governo. Tira o foco dos graves problemas que a Nação enfrenta, com 13 milhões de miseráveis, 52 milhões de pessoas que vivem com menos de 400 reais por mês (ainda abaixo da linha da pobreza), 12,5 milhões de desempregados e cerca de 24 milhões de sub-ocupados, vivendo de bicos ou vendendo canetas e doces nas ruas.

Justiça de Exceção: Globo diz que Cabral processará Moro e Polícia Federal

Até a Rede Globo ficou chocada com as cenas medievais da transferência de Sérgio Cabral para Curitiba. O colunista Lauro Jardim afirmou em sua coluna que o ex-governador Sérgio Cabral vai processar o juiz Sérgio Moro e o diretor da Polícia Federal Fernando Segóvia.

Veja a informação de Lauro Jardim:

Tratamento Selvagem

O tratamento selvagem (e ilegal) dado a Sérgio Cabral pela PF na sua transferência para Curitiba começa a ter consequências.

A defesa de Cabral dará entrada no início da semana com uma notícia criminal contra o juiz Sérgio Moro e contra Fernando Segóvia, diretor-geral da PF. Vai alegar que Cabral “foi conduzido e exibido de forma desumana”.

Mais: a força-tarefa da Lava-Jato no Rio de Janeiro, que nada tem a ver com o que ocorreu, vai apurar já na segunda-feira quem foram os responsáveis pela extravagante decisão.

 

Gênio do mal da quebradeira do Rio é mandada pra casa por Gilmar Mendes

Adriana Ancelmo, que muitos dizem ser a arquiteta maquiavélica e co-participe das maiores roubalheiras perpetradas por Sérgio Cabral no Rio de Janeiro, foi libertada hoje por um habeas corpus acolhido pelo ministro Gilmar Mendes.

O ínclito e douto Ministro do STF entende tudo de Rio de Janeiro.

Gilmar Mendes decide manter Cabral no Rio e o temporal começa

Comentário pertinente e objetivo do jornalista Fernando Brito:

“O ministro Gilmar Mendes vai ver desabar mais um temporal de impropérios nas redes sociais com a decisão de conceder habeas corpus a Sérgio Cabral para não ser transferido para um presídio federal, como determinou, num chilique, o submoro juiz Marcelo Bretas.

Tecnicamente, a decisão de Gilmar é correta, porque não existe qualquer razão para acreditar que Cabral tenha feito uma ameaça ao juiz ao dizer que sua família trabalhava com bijuterias, o que o próprio Bretas havia dito, bem antes, numa entrevista promocional ao Estadão.

Não havia porque achar, portanto, que “espiões” de Cabral estivessem “arapongando” o juiz. Aliás, Cabral é ladrão, mas não é burro: qualquer atentado à integridade física do juiz ou de sua família ia piorar ainda mais a sua desastrosa situação.

Colunistas conservadores e insuspeito de qualquer “antilavajatismo” disse que Bretas revelou, com a ordem de transferência, mostra de uma ” destemperada onipotência”.

A ordem poderia ter sido revertida no TRF do Rio ou no STJ. Ocorre que os nossos tribunais superiores estão todos contaminados pela moléstia “punitivista, acima de tudo”.

O problema é que a desmoralização de Gilmar Mendes, conquistada por antiguidade e por merecimento, desmoraliza suas decisões, mesmo quando juridicamente corretas.

Porque no Brasil de hoje, Justiça se tornou sinônimo de vingança.”

Justiça, ainda que tardia!

A Nação começa a recuperar uma ínfima parte do que lhe foi roubado nos últimos 30 anos. Ontem, a Justiça do Rio autorizou leilão de joias, lancha e casa de Sérgio Cabral em Mangaratiba. O ex-governador ainda teve cassada uma medalha do tribunal, como mostra o jornal O Globo. Clique nos links para ler a matéria.

Sérgio Cabral foi governador do Rio de  1º de janeiro de 2007 até 3 de abril de 2014. E parece impossível entender como durante esse longo período, um esquema de tantas e tão tenebrosas roubalheiras passassem despercebidas da Justiça.

Cabral poderá ficar 23 anos na prisão antes de conseguir liberdade provisória

O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), foi condenado a 14 anos de prisão em um dos 10 processos em que será julgado. Se os outros nove julgamentos resultarem em penas semelhantes, ele pode pegar 140 anos de prisão e só obter uma progressão de regime depois de 23 anos atrás das grades, segundo artigo da revista Veja.

O que convenhamos é pouco para quem roubou tanto – só em contas de doleiros da casa  foram encontrados R$300 milhões – e deixou o Rio de Janeiro em situação falimentar.

Por outro lado, inocentes na política do Rio de Janeiro, desde os antanhos de Chagas Freitas precisam ser procurados nas ruas, à luz do sol, com uma potente lanterna a laser.

Cabral, magro, muito magro em foto de José Lucena/FuturaPress/Estadão Conteúdo para a revista Veja. A cantina da prisão obviamente não tem a mesma qualidade dos restaurantes que frequentava em Paris.                                                                          

Secretário da Saúde que roubou 300 milhões vai para a cadeia

Ladrões contumazes vão para a cadeia.

O esquema criado no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) e na Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, que chegou a desviar 300 milhões de reais área da Saúde, ainda pode estar em vigor, segundo o Ministério Público Federal (MPF). O ex-secretário de Saúde Sérgio Côrtes foi preso na manhã desta terça-feira na deflagração da Operação Fatura Exposta, desdobramento da Operação Lava Jato no Rio.

Côrtes comandou um esquema de cartelização na área da Saúde de 2007 a 2016 que era responsável por uma mesada de 450 mil reais à quadrilha montada pelo ex-governador Sergio Cabral,. Segundo o MPF, os contratos oriundos do esquema ainda estão em vigor em âmbito estadual e federal. “Os contratos ainda estão em vigor, sabemos que essa contratação ainda existe, mas continuaremos as investigações para verificar se a corrupção permanece tanto no governo do Estado como em âmbito federal”, afirmou o procurador Rodrigo Timóteo. Do portal da Revista Veja.

Polícia Rodoviária Federal apreende mais de 10 milhões em jóias na BR 101

Apreensão das peças ocorreu em fiscalização feita em Itatiaia. Elas estavam escondidas na blindagem do veículo e não possuíam nota fiscal

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu joias avaliadas em mais de R$ 10 milhões, na noite desta quinta-feira, em uma fiscalização realizada na Via Dutra, em Itatiaia, no Sul Fluminense. Elas estavam escondidas na blindagem de um veículo, um Jetta, e o motorista não possuía nota fiscal das peças.

Todas as joias, armazenadas em estojos, tinham etiquetas com o valor das peças, totalizando R$ 10,5 milhões. Somente uma delas estava avaliada em aproximadamente R$ 1,12 milhão.

O motorista seguia no sentido Rio de Janeiro. Tanto ele quanto o advogado disseram que as joias pertenciam à empresa Sara Joias, cujo o dono também é proprietário do veículo em que estavam.

A ocorrência foi levada para o Posto Fiscal de Nhangapi em Itatiaia, onde o motorista foi enquadrado em crime contra a ordem tributária. Procurada, a empresa disse que não vai se pronunciar.

 

A joalheria Sara foi uma das implicadas na Operação Calicute, que investiga lavagem de dinheiro do ex-governador Cabral e sua mulher através da compra de joias sem nota fiscal.

Cabral: a prisão é só um dos maus bocados que já passou na vida.

Susana deixou Cabral no "ora, veja".
Susana deixou Cabral no “ora, veja”.

Ninguém conhece a vida privada dos homens públicos, dos seus traumas e dos consequentes desvios de conduta mais tarde. Sérgio Cabral, o ex-governador do Rio de Janeiro, que hoje amarga a prisão por corrupção, sofreu o diabo no final dos anos 90 com o abandono da mulher, a prima do Aécio Neves, que o deixou depois de se apaixonar pela fotógrafa da campanha do marido à Prefeitura do Rio.

Cabral ficou soluçante com o abandono e ainda teve que assumir o papel da mãe, com três filhos pequenos.

Susane Neves Cabral ainda entregou o ex-marido, em depoimento à Polícia Federal há poucos dias, afirmando que recebeu quase 900 mil reais, em dinheiro vivo, a título de pensão, nos últimos dois anos.

Como dizia Nelson Rodrigues, o grande filósofo popular do século passado, “se todos conhecessem a intimidade sexual uns dos outros, ninguém mais se cumprimentava.

Sérgio Cabral: voando pelo céu azul do Brasil!

sergio_cabral_0Exatamente como afirma o adágio popular:

“Cabeça de juiz, bunda de criança, barriga de mulher e capim Jaraguá nunca se sabe o que vai dar”.

Há menos de uma semana, o ex-governador do Rio de Janeiro foi tirado do presídio de Bangu, onde estaria recebendo mordomias dos seus carcereiros, e mandado de avião para Curitiba, para a Custódia da Polícia Federal.

Pois bem: hoje outro juiz acatou um pedido de habeas corpus e Sérgio Cabral foi resgatado das mãos sedentas de sangue do juiz Sérgio Fernando e trazido de volta à mesma cela no Rio de Janeiro.

Na foto, Cabral chegando de volta à cela, doce cela, em Bangu 8.

 

A gangue dos guardanapos vai para a cadeia, entre eles Sérgio Cabral.

A Polícia Federal (PF), em ação conjunta com o Ministério Público Federal (MPF) e a Receita Federal do Brasil (RFB), deflagraram agora pela manhã (17) a Operação Calicute, com o objetivo de investigar o desvio de recursos públicos federais em obras realizadas pelo governo do estado do Rio de Janeiro. O prejuízo estimado é superior a R$ 220 milhões.

A apuração identificou fortes indícios de cartelização de grandes obras executadas com recursos federais mediante o pagamento de propinas a agentes públicos, entre eles, o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, preso em sua residência, no Leblon, bairro zona sul do Rio. Neste momento, policiais federais conduzem o ex-governador para a Superintendência da PF, na Praça Mauá, zona portuária da cidade.

Duzentos e trinta agentes cumprem 38 mandados de busca e apreensão, oito mandados de prisão preventiva, dois mandados de prisões temporárias e 14 mandados de condução coercitiva expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, além de 14 mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão preventiva e um mandado de prisão temporária expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba.

A Operação Calicute é resultado de investigação em curso na força-tarefa da Operação Lava jato no Estado do Rio de Janeiro em atuação coordenada com a força-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná. O nome da operação é uma referência às tormentas enfrentadas pelo navegador Pedro Álvares Cabral a caminho das Índias.

Nada como uma certa pressão popular para mudar político improbo.

Depois da notícia de que o governador Sérgio Cabral (PMDB) e a família usavam um helicóptero do governo para passar os fins de semana na casa de veraneio, em Mangaratiba (Costa do Sol), o Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (5) publicou decreto que limita o uso da frota de helicópteros oficiais a missões oficiais e “por questões de segurança”.

Podem usar os helicópteros, segundo o decreto, assinado por Cabral, o governador, o vice-governador, chefes de Poderes, secretários de Estado, presidentes de autarquias e de empresas públicas, além de pessoas indicadas pela autoridade. Cada vez que solicitar o helicóptero à Casa Civil, a autoridade deverá informar data e hora do voo, motivo do deslocamento, trajeto, tempo previsto de permanência e lista dos passageiros.

O decreto também transfere três helicópteros da Casa Civil para a Polícia Civil, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. O descumprimento das novas regras implicará em abertura de sindicância e processo disciplinar. Na semana passada, depois de reconhecer que precisava de “muita humildade”, Cabral se desculpou por ter dito que o uso de helicóptero para fins particulares era uma prática comum. Informação editada por Bahia Notícias.

Maxxi Rome

Governador também é gente, ora essa!

Charge de Latuff
Charge de Latuff

Bem lembrado pelo jornalista Luiz Augusto Gomes, do blog Por Escrito:

O então ministro do Trabalho, Antonio Rogério Magri, foi defenestrado do Ministério por transportar numa Kombi da pasta a sua cadela Orca. Daí surgiu a famosa pérola de Magri: “Cachorro também é gente”.

Pois bem: atualmente o governador do Rio, Sérgio Cabral, transporta de helicóptero o “Juquinha”, da raça Shih-tzu, nos seus passeios por Mangaratiba, onde tem uma casa.

Mudaram os tempos ou mudou o percentual de vergonha na cara nos gestores públicos brasileiros? Enquanto o povão é “pacificado” nas favelas, Cabral, o carioca, não o português, circula com 7 helicópteros pelos céus da Cidade Maravilhosa.

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Falta alguém em Nuremberg!

Neste momento o governador de Goiás, Marconi Perillo, depõe na CPMI do Cachoeira. Na quarta-feira, será a vez do governador Agnelo Queiroz, do DF. E o governador Sérgio Cabral, vem quando? Ou está blindado, de fato, pela turma de Lula no Governo?

Como dizia o senador Flores da Cunha, aos amigos, tudo; aos inimigos, os rigores da Lei.

Petista é filmado prometendo blindagem ao governador Cabral na CPI

A intimidade de Sérgio Cabral com a Delta Engenharia não será suficiente para levá-lo à CPMI?

O deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) foi flagrado ontem, durante sessão da CPI do Cachoeira, garantindo blindagem do PT ao governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), que corria risco de ser convocado a depor. As imagens da troca de mensagens de celular entre Vaccarezza, um dos principais articuladores da base governista na CPI, e Cabral foram registradas por um cinegrafista e exibidas na edição de ontem do “Jornal do SBT”.

“A relação com o PMDB vai azedar na CPI. Mas não se preocupe, você é nosso e nós somos teu [sic]“, escreveu Vaccarezza a Cabral. O petista afirmou à Folha que se tratou “de uma troca de mensagens entre dois amigos” e que respeita “o cinegrafista que posicionou bem a câmera” e flagrou seu celular. A assessoria do governo do Rio não se manifestou até a conclusão desta edição. Da Folha.

Cheiro de pizza no ar: CPI do Cachoeira não convocará governadores.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira deixou de votar hoje (17) os requerimentos que pediam a quebra de sigilo da matriz da empresa Delta Construções e a convocação de seu ex-diretor, Fernando Cavendish. Os requerimentos, por decisão do relator, Odair Cunha (PT-MG), foram retirados de pauta para votação posterior.

Durante a reunião, o relator alegou que ainda não havia identificado indícios de comprometimento da empresa Delta com a suposta organização criminosa comandada pelo empresário goiano Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. O relator disse ainda que esses requerimentos poderão ser apreciados no futuro.

“Há indícios evidentes de que essa empresa, a Delta, sob o comando do senhor Cláudio Abreu, serviu à organização criminosa. Na minha opinião, não há ainda indícios suficientes para quebra de sigilos, além das suas filiais no Centro-Oeste”, disse o relator ao justificar sua decisão de não colocar os requerimentos em votação.

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) tentou derrubar a retirada dos requerimentos da pauta, mas foi vencido pelo plenário da CPMI, que aprovou a decisão do relator. “É um mau começo se nós aprovarmos esse sobrestamento”, avaliou.

Além da decisão de ainda não investigar a Delta nacional, o relator também optou por não colocar em votação as convocações de três governadores: o de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT). De acordo com o presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), esses requerimentos poderão retornar à pauta da comissão no dia 5 de junho, data marcada para a próxima reunião administrativa.

Na reunião de hoje, a CPMI aprovou a convocação de 51 pessoas para prestar depoimento e quebrou mais de 40 sigilos bancários de pessoas e empresas suspeitas de servirem de laranja na suposta organização comandada por Carlinhos Cachoeira. Entre as quebras de sigilo, estão as das filiais da empresa Delta nos estados da Região Centro-Oeste.

A decisão do relator, que recebeu o apoio dos deputados do PT, provocou muita discussão. O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) chamou de “devassa” o movimento para quebrar o sigilo da empresa. “Isso está sendo feito pelas pessoas que querem politizar a nossa investigação”, disse.

O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (SP), também defendeu a restrição da investigação das atividades da Delta na Região Centro-Oeste. “Quem muito abraça, pouco aperta”, disse o deputado defendendo que a comissão deve buscar um foco.

Já o senador Pedro Taques (PDT-MT) contestou o entendimento do relator de que não há indícios do envolvimento da empresa Delta Construções no esquema investigado pela Polícia Federal (PF). Ele citou um diálogo interceptado pela PF no qual Cachoeira conversa com o ex-diretor da Delta no Centro-Oeste Cláudio Abreu.

Na conversa, Abreu e Cachoeira combinavam um encontro do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) com o diretor executivo licenciado da Delta nacional, Carlos Pacheco. “Ele dizia que Pacheco precisava participar de uma conversa com Demóstenes. Ele disse que um avião viria pegar Demóstenes para um encontro com o Pacheco, que é diretor executivo nacional da Delta, que tem sede na Região Sudeste”, informou Taques.

O senador insistiu com o relator para que o requerimento fosse colocado em votação. “A ética e o crime não respeitam geografia. O crime não ocorre só em uma região. Não há cabimento afastarmos o sigilo da Delta só no Centro-Oeste. Não há que se falar em redução da investigação e, sim, universalização. Não se trata de devassa”, defendeu o senador.

O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), disse que, ao não colocar em votação o requerimento para quebra de sigilo da matriz da Delta, o relator estaria “selecionando alvos”. “Há, no inquérito, o repasse de R$ 39 milhões para empresas laranja do senhor Cachoeira. Há gravação com o senhor Cachoeira dizendo ‘eu sou a Delta’. Há, no inquérito, a informação de que Cachoeira tinha uma sala na empresa Delta. Há a suposição, inclusive no Ministério Público, de que Cachoeira é um sócio oculto da empresa Delta ou o grande lobista que atuava para marcar os interesses nas esferas municipal, estadual e federal”, considerou o senador. Da Agência Brasil, editada por este jornal.

“Os cumpanhero”.

As cinco universidades públicas do Rio deram ao ex-presidente Lula o título de doutor honoris causa numa disputada cerimônia. A presidente Dilma ouviu queixas de reitor e um inesperado pedido de Camila Pitanga para vetar o Código Florestal. Lula está sem movimentos na perna esquerda, informa Ancelmo Gois, de O Globo.

Triste mesmo foi ver o Doutor sentado ao lado do governador do Rio, Sérgio Cabral, um dos que devem depor na CPI do Cachoeira. São “cumpanhero” de longa data.

Barbas de molho.

Na tentativa de evitar o desgaste do ano passado, quando entrou em conflito com bombeiros que radicalizaram o movimento por aumento salarial, e diante da gravidade da situação na Bahia, o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), se mobiliza para esvaziar a ameaça de greve da polícia e da defesa civil às vésperas do carnaval.

 Além de antecipar para este mês o pagamento dos reajustes de bombeiros e de policiais militares e civis que aconteceria ao longo de 2012, Cabral deu entrevistas ontem, segunda-feira, 6, em que prometeu normalidade e segurança para a população e atacou “os que apostam no quanto pior melhor”. Do Estadão.

Sérgio Cabral: mea culpa tardio.

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), afirmou na manhã desta quarta-feira (29) que é a favor da anistia aos bombeiros presos após a invasão ao quartel central da corporação, no último dia 3 de junho. “Eu errei quando chamei eles de vândalos. Eles erraram, se comportaram mal (na invasão do quartel), mas é uma instituição muito querida da população. Estou fazendo minha mea-culpa. A anistia vai ao encontro desse desarmamento de espírito”, disse. Já os deputados estaduais fluminenses aprovaram por unanimidade, na noite desta terça (28), o Projeto de Lei (PL) que concede anistia administrativa aos mais de 400 agentes e a dois policiais militares presos. Isso significa que eles não poderão ser punidos pela instituição. Informações do G1.

O Governador do Rio está se tornando um especialista no tiro ao pé. Aos homens públicos é negado o direito de errar.

Sérgio Cabral e o tal do fogo amigo

O jornal O Dia, do Rio de Janeiro, está queimando o governador Sérgio Cabral e suas relações incestuosas com o empreiteiro Fernando Cavendish, cuja filha e neto morreram no acidente com o helicóptero em Trancoso, na semana passada. Segundo o jornal e o Tribunal de Contas da União, o Empresário, dono da Construtora Delta, e o Governador tem que dar muitas explicações sobre superfaturamento em obras.

O interessante da história é que O Dia, do grupo Ejesa, que edita também o tablóide Meia Hora e o Brasil Econômico tem relações próximas com “el bruxo” José Dirceu. Como sempre afirmamos, o PT não precisa de Oposição. Dentro do Partido existem mais sete ou oito partidos, todos sedentos de influência e poder. Haja visto o que aconteceu com Antonio Palocci.

Número de mortes no Rio não pára de subir. Lula acha que o povo não merecia.

Foto de Wilton Junior, da Agência Estado.

O número de mortos em consequência das fortes chuvas na região serrana do Rio de Janeiro subiu para 710, segundo o mais recente balanço parcial da Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil, divulgado às 21h de ontem (18). Nova Friburgo continua com o maior número de mortos: 335. Teresópolis já soma 292 óbitos. Petrópolis tem 62 mortos e Sumidouro, 21.

O agora ex-soberano do País, sr. Da Silva, saiu-se com esta pérola aos jornalistas presentes ao seu encontro com a presidente Dilma, na base aérea de Cumbica: “Acho que o povo do Rio não merecia isso, acho que um ser humano não merecia isso”.

O Nosso Guia e Grande Timoneiro não achou foi capacidade administrativa para evitar a tragédia, mesmo depois dos exemplos catastróficos de Santa Catarina, do litoral carioca no final de 2009 e do Nordeste em 2010. O povo não merecia mesmo era escolher gestores do calibre de Sérgio Cabral e Luiz Inácio.


Bahia ganhou 84 vezes mais que o Rio em prevenção de acidentes.

Apesar do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, ter negado ontem, em entrevista coletiva, que faltem repasses federais para o estado, o Rio de Janeiro recebeu apenas R$ 1 milhão do programa de “prevenção a desastres”. O programa é gerido pelo Ministério da Integração Nacional e auxilia as cidades brasileiras na realização de obras e serviços de caráter preventivo às chuvas em áreas de risco, no intuito de minimizar os danos e reduzir o número de vítimas fatais. A cifra enviada para o Rio corresponde 0,6% dos R$ 167,5 milhões repassados pelo governo federal, no ano passado, para estados e municípios por meio da rubrica.

Ontem, o governador Sérgio Cabral afirmou que o “Rio recebeu, nos últimos quatro anos, não só a solidariedade, mas o apoio efetivo do governo federal” e que não poderia reclamar da falta de recursos enviados para o estado. Certamente, os municípios fluminenses devem ter recebido verba federal para outras finalidades, que não no programa de prevenção, já que na rubrica, especificamente, o Rio de Janeiro é apenas o 14° colocado em uma lista com 22 estados brasileiros agraciados com verbas do programa. Do site Contas Abertas, com texto de Amanda Costa.

Rio está em chamas.

Só nesta manhã a bandidagem incendiou dez ônibus, uma van e mais de uma dezena de carros particulares no Rio de Janeiro. Dizem que o governador Sérgio Cabral correu para Brasília e se escondeu embaixo da saia da Presidente eleita. Uma coisa é ser macho. A outra é enfrentar o estado paralelo que os traficantes estabeleceram no Rio.

Sérgio Cabral acaba com a pobreza.

Pelo que se viu nos jornais da TV hoje à noite, o Governador Sérgio Cabral e as prefeituras do Estado do Rio estão empenhados na difícil missão de acabar com a pobreza: os pobres estão morrendo nos corredores dos hospitais como moscas.

Aliás, toda a cadeia da saúde, do Governo Federal às prefeituras, está entregue na mão de funcionários ineptos e de médicos arrogantes. Incúria e descaso. Caso de polícia, de Ministério Público, de juízes realmente convencidos de sua missão de distribuir justiça.