Avião da Esquadrilha da Fumaça cai e dois pilotos morrem

esquadrilha

O acidente aconteceu na manhã desta segunda-feira na cabeceira da pista. Piloto e copiloto morreram no local. AFA ainda não se pronunciou. Um avião da Academia da Força Aérea (AFA) caiu na manhã desta segunda-feira (12) em uma das cabeceiras da pista em Pirassununga (SP). O piloto e o copiloto que estavam na aeronave da Esquadrilha da Fumaça, um Super Tucano A-29, morreram no local. A Força Aérea informou que, por enquanto, não vai se pronunciar sobre o assunto. No domingo (11), durante a homenagem ao Dia dos Pais na cidade, a Esquadrilha da Fumaça deixou de fazer apresentação devido à troca das aeronaves T-27 para A-29. A equipe de pilotos, mecânicos e demais membros do Esquadrão de Demonstração Aérea  (EDA) estão em fase de preparação para a transição que está prevista para terminar somente ano que vem. Do portal Cavok.

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Piloto da Marinha morre em acidente em avião da FAB

O Comando da Aeronáutica divulgou nota lamentando a morte do capitão-tenente Bruno de Oliveira Rodrigues, de 32 anos, que pilotava uma aeronave de caça da Força Aérea Brasileira (FAB), modelo A-29 Super Tucano que caiu na manhã deste sábado (7) em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

O acidente ocorreu hoje (7), por volta das 8h40, horário de Brasília, a 10 quilômetros do Aeroporto Internacional de Campo Grande.

De acordo com a nota da FAB, o piloto era o único ocupante da aeronave e conseguiu se ejetar, porém faleceu no local.

A FAB informou que o capitão-tenente Bruno Oliveira era oficial da Marinha do Brasil e, desde o início do ano passado, realizava o curso de Líder de Esquadrilha da Aviação de Caça no Terceiro Esquadrão do Terceiro Grupo de Aviação da FAB.

A Aeronáutica informou também que iniciou investigações para apurar as causas do acidente e está prestando todo apoio aos parentes. Da Agência Brasil.

Embraer se reanima com possibilidade de venda do Super Tucano

Super Tucano, um super treinador turbo-hélice pode ser moeda de troca para os F-18 Hornet da Boeing.

A Embraer deve reenviar a sua proposta de vender 20 aviões Super Tucanos para a Força Aérea americana, uma vez que for reaberta a concorrência suspensa no fim de fevereiro pelas autoridades americanas.

O presidente da Embraer, Frederico Curado, disse a jornalistas em Washington que ficou “desapontado” com a reversão do processo – a empresa foi anunciada como vencedora em janeiro-, mas disse confiar que a companhia tenha “não o melhor, mas o único” produto adequado às necessidades da licitação.

“Ficamos muito desapontados (com o cancelamento da licitação), e esperamos, quando o processo for reaberto, que as mesmas razões que nos levaram a vencer pela primeira vez nos levem a vencer pela segunda”, disse Curado.

Não há previsão para a retomada da concorrência – possivelmente em questão de semanas- nem se sabe se haverá mudança nos critérios de escolha.

A licitação no valor de US$ 355 milhões foi aberta para adquirir aeronaves de monitoramento para a Guerra no Afeganistão. A Embraer afirma que os versáteis Super Tucanos, concebidos para combater o tráfico de drogas na Amazônia, têm o perfil adequado para combater a contrainsurgência afegã.

Entretanto, a concorrência foi cancelada depois que a empresa perdedora na disputa, a Hawker Beechcraft, questionou o processo na Justiça. Do site Defesa Net.

Acreditamos que os US$355 milhões podem até ser multiplicados, se a decisão do Projeto FX-2 pender para o lado dos F-18 Hornet, da Boeing. Afinal a conta dos 36 aviões (3 esquadrilhas completas) deve ultrapassar os US$8 bilhões.

Cachaça, aviões e educação na pauta de Dilma com Obama.

Dilma é recebida, no domingo, nos Estados UnidosO único acordo comercial da visita oficial da presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos, a partir de hoje, será o reconhecimento da cachaça como um produto exclusivamente brasileiro. A bebida deixará de chegar ao mercado americano como uma espécie de rum. A contrapartida será o ingresso no Brasil do bourbon, o uísque de milho, como bebida típica dos EUA e não mais como Scotch. Outros cinco acordos menos pitorescos serão firmados em diferentes áreas, além de 14 em educação. A presidente desembarcou ontem acompanhada por sete ministros.

O terceiro encontro de Dilma com o colega norte-americano, Barack Obama, durará pouco mais de duas horas hoje. Se o fracasso do diálogo político é dado como certo por especialistas, as perspectivas dos EUA no campo dos negócios com o Brasil são mais alentadoras. Não à toa, Dilma decidiu reunir-se a portas fechadas com cerca de 60 empresários brasileiros ontem logo ao chegar ao hotel onde se hospedou.

Muito além das antigas queixas de ambos os lados sobre as barreiras ao comércio bilateral, o plano dos EUA de atrair investimentos produtivos brasileiros e de estimular os negócios bilaterais, para gerar empregos locais, desandou com a decisão inesperada da força aérea americana (USAF, por sua sigla em inglês), em fevereiro, de cancelar a compra de 20 aviões A29 Super Tucano da Embraer. O tema será cobrado por Dilma. Obama a tentará convencer pela terceira vez a escolher o F-18 Super Hornet, da americana Boeing, na concorrência aberta pela FAB para a compra de 36 caças.

A USAF anunciou sua intenção de abrir uma nova licitação, ainda não confirmada, assim como o Ministério da Defesa informou intuito de concluir o processo de compra dos caças pela FAB até julho. Em uma tentativa de distender a relação nesse campo, Brasil e EUA também firmarão hoje uma parceria na área de aviação.

Dilma deverá ainda frustrar a expectativa do Tesouro americano de agregar o Brasil a seu bloco de pressão para acelerar a eliminação dos artifícios da China para manter a moeda chinesa desvalorizada. Na reunião dos Brics em Nova Délhi, ela preferiu liderar os emergentes contra as políticas dos EUA de expansão da base monetária, sem mencionar os reflexos do câmbio desvalorizado chinês nas suas exportações ao Brasil e a outros mercados da indústria brasileira.

Ministros brasileiros e altos funcionários americanos deverão firmar documentos para facilitar a cooperação bilateral nos três níveis de governo, a atuação em comum na área de segurança alimentar em terceiros países, a colaboração em meio ambiente e em moradia sustentável. O principal capítulo da visita de Dilma a Obama será refletido nos 14 acordos para acentuar a parceria bilateral no programa federal Ciência sem Fronteira, de concessão de 75 mil bolsas de estudos no exterior. Os EUA consideram essa cooperação uma possibilidade de favorecer uma melhor relação com o Brasil no futuro. Informações do Jornal do Comércio – Porto Alegre – com agências oficiais.

A boa notícia do ano: Embraer produzirá aviões para a Força Aérea americana

O negócio, de US$ 355 milhões, é o primeiro da empresa com o governo americano e prevê treinamento de mecânicos e de pilotos.

A Força Aérea dos Estados Unidos assinou um contrato de 355 milhões de dólares com a Sierra Nevada Corp., parceira da brasileira Embraer, para o fornecimento de 20 aviões turbohélice A-29 Super Tucano. O contrato prevê ainda o fornecimento das aeronaves e do pacote de serviços, como treinamento de mecânicos e pilotos responsáveis pela operação do avião. E, de acordo com Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança, a companhia mantém expectativas de vender mais 35 aviões, o que pode elevar o contrato à cifra de US$ 950 milhões.

A outra opção para a Força Aérea norte-americana era o AT-6, produzido pela Hawker Beechcraft, que é um derivado de uma aeronave de treinamento atualmente usada pelos EUA. Depois de a Força Aérea norte-americana anunciar que o AT-6 estava fora da disputa, a Hawker Beechcraft entrou com uma reclamação junto ao Escritório de Prestação de Contas do Governo dos EUA (GAO), mas esse órgão descartou a demanda. Em seguida, a Hawker entrou com um processo num tribunal federal, na tentativa de anular a decisão em favor do consórcio Sierra Nevada/Embraer. Em comunicado divulgado nesta sexta-feira, a Hawker Beechcraft disse que vai continuar a contestar a decisão. “Isso é mais um exemplo da falta de transparência da Força Aérea ao longo dessa concorrência. Com esse acontecimento, agora parece ainda mais claro que a Força Aérea pretendia dar o contrato à Embraer desde o começo desse processo”, diz o comunicado, assinado pelo CEO da Hawker, Bill Boisture.

Um porta-voz da Força Aérea dos EUA, tenente-coronel Wesley Miller, reagiu afirmando que a concorrência “foi conduzida de acordo com todas as leis e regulamentações aplicáveis” e que a avaliação dos aviões que disputavam a licitação “foi justa, aberta e transparente”. Segundo comunicado da Embraer e da Sierra Nevada, os aviões serão produzidos na fábrica da Embraer em Jacksonville (Flórida), “por trabalhadores americanos, com peças de companhias americanas”. 

(com Agência Estado e Veja).

Embraer entrega Super Tucano ao Chile

O Super Tucano: um dos treinadores de combate mais bonitos desde o P-51 - Mustang

A Embraer informou nesta quarta-feira (23) que entregou nesta semana quatro aviões Super Tucano para a Força Aérea do Chile, de uma encomenda de 12 unidades.O contrato com o governo do Chile foi assinado em agosto de 2008. O Super Tucano é um avião de treinamento militar e combate leve e já foi vendido a sete clientes.

O maior cliente é a Força Aérea Brasileira (FAB), que recebeu 83 unidades do avião. As forças aéreas da Colômbia e da República Dominicana receberam, respectivamente, 25 e duas unidades para uso na vigilância de fronteiras, combate ao narcotráfico e em missões operacionais de combate. Conforme a Embraer, a fabricação do Super Tucano “prossegue em ritmo acelerado” para atender às necessidades de clientes e “entregar aeronaves em prazos curtos”.

O antecessor do Super Tucano, o primeiro Tucano também vendeu muito bem no Exterior, inclusive no Egito e no Iraque, onde entrou em combate na guerra Irã-Iraque em ataque ao solo. A capacidade de fogo, a manobrabilidade e os equipamentos do cockpit fizeram do Super Tucano o primeiro em sua classe.

Em 18 de janeiro de 2007, uma esquadrilha de Super Tucanos da Força Aérea Colombiana, fazendo uso de bombas Mk 82, atacou posições das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) em localidade de selva. Na madrugada de 1º de março de 2008, aeronaves Super Tucano da Força Aérea Colombiana, atacaram acampamento das FARC situado cerca de 2 km dentro do país vizinho Equador. Nesta operação, Forças Especiais colombianas infiltradas próximas do acampamento, iluminaram os alvos que os Super Tucanos deveriam atacar (isso é de fundamental importância, pois o Governo da Colômbia adota regras de engajamento que limitam e proíbem qualquer operação que ponha em risco civis e não envolvidos no conflito), sendo que as aeronaves dispararam suas bombas a mais de 5 km da fronteira, em território colombiano. Para isso, os Super Tucanos foram armados com bombas guiadas por laser de procedência israelense, as quais destinavam conquistar a surpresa tática frente ao inimigo, sendo que o ataque final foi empreendido pelas Forças Especiais, em combate aproximado. O Super Tucano é equipado com 1 turboélice Pratt & Whitney Canada PT6A-68C de 1.600 shp de potência, pode carregar 1.500 kgs de bombas e mísseis, voando a 590 kms/hora nivelado, com teto de serviço de 10.665 metros.