23 milhões estão fora do mercado de trabalho formal no Brasil

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A taxa de desemprego ampliada usa uma métrica mais complexa do que aquela do CAGED: inclui quem faz bico por falta de opção e trabalha menos do que poderia ou desistiu de procurar trabalho – sofre do chamado “desalento”. Ela indica que mais de 21% dos brasileiros estão desempregados, atingindo 23 milhões de trabalhadores e, é óbvio, seus familiares.

O banco Credit Suisse diz que o Brasil está entre os recordistas globais do chamado desemprego ampliado, atrás apenas de países profundamente afetados pela crise internacional: Grécia (o recordista, com 31,2% de desemprego ampliado), Espanha (29,75%), Itália (24,6%), Croácia (24,6%) e Chipre (23,8%).

Isto é a consequência direta de mais de dois anos de congelamento político do Governo Dilma e das ações atrapalhadas e medíocres do Governo Temer, empanadas por consistentes denúncias de corrupção, as quais só aprofundaram a crise econômica.