Colisão na travessia da BR 242, em Luís Eduardo, deixa motociclista ferida

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Uma moto pilotada por uma jovem colidiu, com um carro Astra, em torno de 12h20m, no acesso à pista principal próximo ao Posto Columbia II. O carro também era pilotado por uma jovem que, depois da colisão, bateu no meio fio e fez manobra involuntária, girando sobre a pista, parando em sentido contrário.

A piloto da moto sofreu ferimentos internos, sem fraturas aparentes, mas estava em estado de choque quando foi atendida.

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Testemunhas oculares do acidente lamentaram que a SAMU tenha demorado 20 minutos para atender o acidente. O blogueiro Braga chegou junto com a SAMU ao acidente. Aliás, seria louvável, caso continue essa estreita colaboração com o Serviço da SAMU, dar um curso de primeiros socorros ao Braga, providenciar o uniforme e permitir que ele faça o atendimento. Assim, mata-se dois coelhos com uma só cajadada.

Mais lamentável ainda é a colisão ter acontecido em trecho tão bem sinalizado, em plena luz do dia. Os motoristas que acessam a rodovia não respeitam a preferencial.

Outra praga que está tomando conta de LEM é o celular ao volante. Não foi o caso do acidente de hoje. Mas os motoristas não hesitam em atender ligações dirigindo em velocidade, em qualquer local da cidade. Devem ser parados e multados pela SUTRANS sem dó.

Desde janeiro de 2013, a Comissão de Viação e Transportes, da Câmara, aprovou a reclassificação, de média para grave, da multa aplicada ao motorista que dirige utilizando aparelho celular.

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As obras da travessia tem pontos inacabados em vários trechos.

acesso faedo 2

O buracão que se formou no acesso à rua paralela (JK), quase em frente à Oficina Faedo, é digno de nota. Para quem faz o retorno sobre a pista central e procura o acesso à rua JK/Enedino Alves da Paixão para se dirigir ao Jardim Paraíso, a depressão num pequeno trecho do acesso, que não foi asfaltado, está causando prejuízos a veículos grandes e pequenos. O degrau que deve ser escalado pelos carros já chega a quase 30 centímetros.  São visíveis as marcas de pneu que patinam para escalar o degrau. Como se não bastasse o perigo do projeto mal feito do acesso, que expõe o motorista, em velocidade lenta, a disputar o espaço com os veículos que trafegam em velocidades próximas a 100 km/h pela rua JK.

acesso faEDO

A Paviservice dá pouca atenção ao usuário da estrada em obras e parece estar pouco se lixando para a responsabilidade civil e criminal de um acidente no trecho. Por que a Empreiteira não faz o acabamento, sinaliza e entrega a travessia por partes? Terminou a paralela norte, sinaliza e entrega. Terminou a paralela sul, sinaliza e entrega. O desinteresse, o relaxamento, a falta de determinação na condução da obra que ficaria pronta até o final do ano são notas marcantes. Se nem as eleições motivaram a entrega da obra, pode esperar por mais um ano. Com paciência e amortecedores novos.