Tribunais de exceção, a moda muito em voga nos dias de hoje.

De um internauta no twitter:

Aécio e Serra receberam mais de 50 milhões em propina segundo delatores. Temer, Jucá, Geddel ultrapassaram a casa dos 50 milhões. Malas correm pelas ruas em busca da salvaguarda de um táxi, pasmem, filmadas ao vivo e a cores pela Polícia Federal.

Gravações do tipo “tem que manter isso” e ainda mais graves “tem que ser um que a gente mate antes de delatar” são ouvidas em rede nacional.

Helicópteros carregados de cocaína acima de seu limite de capacidade de carga são apreendidos, com algemas no piloto e nos encarregados de baldear a carga.

Mas para Moro e Deltan Dallagnol o chefe da organização criminosa é Lula por ter supostamente recebido um triplex e um sítio, o que ainda não conseguiram provar.

Será que Sérgio Fernando Moro e Dallagnol não assistem os jornais da noite?

Por um tribunal de exceção e o reinício da Pátria no modo segurança

A partir de 1942, aproximadamente 3.000 pessoas de origem alemã, italiana e japonesa foram encarceradas em 10 campos de concentração criados em sete Estados brasileiros (PA, PE, RJ, MG, SP, SC e RS).

Que Deus cale a minha boca, mas mesmo descendente dos libertários maragatos e defensor das liberdades, da igualdade e da fraternidade, chego a descrer, em momentos, nos atributos da democracia. E defender um tribunal de exceção para juízes, políticos, gestores públicos e empresários que têm provado que nesta nação gigante, ao sul do Equador, vergonha na cara é artigo de primeira necessidade.

Veja a notícia de hoje:

“Em acordo firmado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica, a empreiteira Camargo Corrêa revelou a prática de cartel em 21 licitações que ocorreram em 7 Estados e no DF em um período de 16 anos. Um processo administrativo foi instaurado pelo Cade para investigar suposto cartel em concorrências públicas para obras de metrôs e monotrilhos.”

Se não levarmos todos os envolvidos, não só os do PT,  a um tribunal de exceção, sem partido como aquele de Curitiba, com previsão de trabalhos forçados em campo de concentração “ad perpetuum”, não teremos oportunidade de reiniciar, no modo segurança, esta pátria morena tão distraída.

Quem sabe a Ilha das Cobras para hospedar esse bandão de corruptos?

Ilha das Cobras: cabem uns 2.000 ali, sem muito conforto.
Ilha das Cobras: cabem uns 2.000 ali, sem muito conforto.

Bom, agora que já temos uma série de crimes impunes, pela ordem: o mensalão mineiro, o mensalão do PT, o propinoduto do DEM no DF, o cartel do PSDB em São Paulo e, por último, o pedágio da Petrobras em favor do PMDB e da campanha de Dona Dilma, só nos resta rasgar a constituição e estabelecer um tribunal de exceção, que casse os direitos políticos por 50 anos de todos os envolvidos, até porque 10 apenas não é o suficiente.

Quem sabe uns 20 anos de prisão em presídio político, talvez numa ilha distante da costa? E vamos parar com esse trololó de democracia, com essa conversinha para adormecer bovinos. E depois que tivéssemos uns 2, 3 mil corruptos nessa ilha, entre empresários e políticos, fazer uma nova constituinte e refundar a Nação.

 

 

oexpressoreal

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