A descoberta, realizada por pesquisadores da USP, ajuda a entender por que há pessoas que não são infectadas ou que estão com o vírus e não apresentam sintomas
Por Elton Alisson, da Agência FAPESP
Por Elton Alisson, da Agência FAPESP
A Universidade Federal da Bahia (UFBA) ocupa a 42ª posição na lista das 200 melhores universidades latinas divulgada nesta terça-feira (4) pelo QS University Rankings: América Latina. A Universidade de São Paulo (USP) está no topo da lista.
Outra universidade baiana aparece na lista. A Universidade do Estado da Bahia ocupa a 174ª posição.
Outras duas universidades brasileiras – Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Federal de Minas Gerais – aparecem entre as dez primeiras colocadas.
O Brasil tem 65 universidades entre as 200 do ranking. Depois do Brasil, os países com maior número de instituições na lista são México (35), Argentina e Chile (ambos com 25). O estudo levou em conta o volume de produção científica e titulação dos professores das instituições.
Veja abaixo as top 10 do ranking:
Universidade de São Paulo (USP)
Pontificia Universidad Católica do Chile
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Universidad de Chile
Universidad Nacional Autónoma (México)
Universidad de Los Andes (Colômbia)
Instituto Tecnológico de Monterrey (México)
Universidad de Buenos Aires (Argentina)
Universidad Nacional de Colombia
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Fonte: Correio da Bahia.
O pesquisador da USP, Luiz Antonio Martinelli, que preside o Conselho da ONG ambientalista IPAM, publicou uma carta na edição de 30 de junho da revista científica internacioal Nature. Na texto, intitulado “Mudanças cruciais ao Código Florestal”, Martinelli destila vários sofismas sobre o atual processo de modernização da lei e, pior, esconde as razões que impõem essa modernização.
O pesquisador faz parecer que o Brasil está tentado mudar a lei por mero capricho.
Martineli tenta aterrorizar o leitor estrangeiro sugerindo que as mudanças do Código Florestal levarão à destruição da Amazônia e não diz palavra sobre o fato de que as mudanças afetam mais o o Brasil não amazônico do que à Amazônia. “Os esforços do governo para reduzir o desmatamento na Amazônia seriam em vão”, aterroriza Martinelli na carta.
O pesquisador tenta ainda ligar a indústria do etanol ao desmatamento da Amazônia numa clara tentativa de intimidar o setor e afastá-lo do apoio aos produtores rurais. Do portal Código Florestal Brasileiro.
Leia a íntegra da carta: Continue Lendo “Tecnocrata faz terrorismo no Exterior contra Novo Código Florestal.”

Os cientistas políticos Carlos Melo e Luciano Dias e o economista Simão Davi Silber, da USP, afirmaram hoje, em entrevista na Globo News, concedida a William Waack, que o cenário do Governo Dilma pode não ser tão cor-de-rosa como quer demonstrar a propaganda oficial: o Estado é grande demais, a gestão é desenvolvida com a mesma normalidade de uma “enceradeira louca”, os juros são altos, a inflação é alta (o Chile tem uma meta de 3% de inflação para este ano), a infraestrutura é o desastre que conhecemos, a educação melhora muito lentamente, a dívida está fora de controle.
Os entrevistados lamentaram ainda que Lula, apesar do apoio político do Congresso, não tenha feito ou não tenha tido vontade de fazer, as reformas necessárias: tributária, trabalhista, política, administrativa e, principalmente, a previdenciária. Neste último caso, pintam o quadro como apocalíptico: o déficit da Previdência vai acabar quebrando o Estado.
“Durante o Governo Lula, Palocci e o Paulo Bernando propuseram um ajuste fiscal mais duro e a Dilma desqualificou como sendo uma coisa rudimentar. Esse filme do Estado comandando tudo, nós já vimos o final. Ele termina muito mal”, diz Silber.
Já no site da Faculdade de Economia e Administração, o professor Simão Davi Silber divide os desafios como de curto e longo prazo.
“No curto prazo, é fundamental que o governo não deixe acontecer uma farra fiscal. O aumento do gasto público já vem ocorrendo desde o final de 2008. A crise financeira mundial exigiu medidas porque era preciso agir para amenizar o impacto. Mas o governo passou muito da medida e haverá consequências de curto e longo prazo.”
“Quanto maior é o Estado, menor é o dinamismo. É importante que não se mexa no tripé que deu sustentação à economia nos últimos 12 anos: não deixar explodir as despesas do governo, não interferir no Banco Central – isso seria temerário – e não controlar a taxa de câmbio. Manter o que tem sido feito, o que deu credibilidade ao governo. Medidas de longo prazo seriam as de um estadista. Não dá para fugir mais das reformas e a mais urgente é a previdenciária.”
“Temos também um sistema tributário confuso, é preciso flexibilizar a legislação trabalhista, a relação trabalho/empresas. E, juntando a isso, um investimento maciço em Educação. Nenhum país é rico com população ignorante. Precisamos também investir em infraestrutura porque estamos no limiar de um apagão logístico. Como o país vive em função do mercado internacional, não há espaço para grandes aventuras ou mudanças. O que mais me incomoda é que tivemos quatro mandatos e muito pouco foi feito em reformas. O avanço em pessoas, tecnologia e infraestrutura é modesto”.