Primeira vítima da aventura de Nikolas é transferida para a UTI.

Bolsonaro é fascista? Listamos 13 frases do candidato para reflexão - Brasil de Fato

O ato insano de realizar uma espécie de procissão fanática em estradas federais, sem permissão da PRF e sem o mínimo planejamento, já foi temerário. A tentativa de arrastar seguidores para essa aventura não podia acabar bem. Ainda que por enquanto não tenhamos vítimas fatais.

Dois dias após ter sido atingido por uma descarga elétrica durante uma manifestação política em Brasília, um dos feridos precisou ser transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Marta. A informação foi confirmada pelo Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

Segundo a unidade de saúde, 14 pessoas receberam atendimento após o incidente ocorrido no domingo (25). “Deste total, três pacientes seguem internados e estáveis, um paciente foi transferido para a UTI do Hospital Santa Marta e um paciente recebeu alta a pedido para a rede privada. Os demais pacientes já receberam alta hospitalar”, informou a rede pública ao portal G1.

Dados divulgados pelo Corpo de Bombeiros na manhã desta segunda-feira (26) apontam que 89 pessoas foram atendidas no local após a queda do raio. Desse total, 47 precisaram ser encaminhadas a hospitais públicos do Distrito Federal, e sete permaneciam internadas até a última atualização. Não há, até o momento, detalhes sobre o estado de saúde dessas vítimas.

Todo o dia irrompe um vigarista, vestido de líder de povos, e ao mesmo tempo milhares saem de suas casas à procura de um bezerro de ouro para adorar.

Os líderes deificados encontram terreno fértil na miséria humana, facilitando a missão de capitães e pseudo-condutores de gentes.

Sem capacidade para a leitura de uma simples frase ou eslogan, como “Deus, Pátria, Família”, quanto mais de um cenário social, o rebanho segue para o ponto no horizonte indicado pelo líder, seja ele um cabo ferido na 1ª Guerra Mundial, na Alemanha, um jornalista oportunista na Itália vítima de miséria e desespero ou um capitão expulso do Exército, que queria aumentar o salário dos oficiais explodindo quartéis e adutoras d’água.