PSB terá candidatos em todos os municípios em que estiver organizado

Wagner Pamplona, Eliana Calmon e Regina Figueiredo, na pré-campanha de 2014.
Wagner Pamplona, Eliana Calmon e Regina Figueiredo, na pré-campanha de 2014.

O Partido Socialista Brasileiro (PSB), liderado pela Senadora Lídice da Mata na Bahia, tem uma orientação especial para a próxima campanha eleitoral: onde o Partido estiver organizado, terá uma candidato a prefeito próprio.

Ao menos é o que a secretária de Saúde de Barreiras, Regina Figueiredo, afirma. Na quarta-feira passada, ela esteve em Salvador, onde a orientação foi confirmada pela deputada Fabíola Mansur.

De plano, pergunto à Secretária: “Isso quer dizer que poderemos ter uma candidata do PSB em Barreiras?” Ao que ela responde: “Ou candidato”. Deixando nas entrelinhas que Wagner Pamplona pode ser o escolhido.

Rômulo Barreto, líder do PSB em Luís Eduardo Magalhães, confirmou a amigos comuns que isso será possível, sim, em 2016. No entanto, não conseguimos contato efetivo com o advogado, em São Paulo, para confirmar a informação. No entanto ele diz ter marcada uma reunião com Lídice da Mata para estabelecer as metas de campanha.

Por outro lado, Regina Figueiredo acredita que não seja possível definir um cenário firme até o final deste mês e que tudo ficará realmente para os 90 dias que antecedem a última data para registro de novos afiliados, em 29 de setembro.

 

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Wagner Pamplona é pré-candidato à Câmara Federal pelo PSB

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O advogado Wagner Pamplona, que atua em Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, em reunião com a prócer do PSB, Regina Figueiredo, e com a ministra  Eliana Calmon, pré-candidata pela mesma agremiação ao Senado Federal, decidiu, ontem, submeter seu nome à convenção partidária como candidato a deputado federal. Wagner é conceituado nos meios jurídicos e se lança agora à carreira política, com amplas chances de obter uma significativa votação nas eleições de outubro. 

Antonio Henrique convoca funcionários para explicar trâmites do concurso 2007

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O prefeito Antônio Henrique convocou um grupo de 900 funcionários, na tarde desta quinta-feira (19), no Espaço Fortiori, às 17:30hs, para prestar esclarecimentos acerca da situação dos concursados de 2007. Acompanhado por seu vice, Paê, do procurador do Município, Wagner Pamplona e do presidente da Câmara, vereador Carlos Tito, Tonhão disse:

“Tem muito político querendo se aproveitar da situação! Não quero fazer o que aconteceu em 2004! Se acontecer do Tribunal de Contas dos Municípios, manter seu posicionamento, eu serei o primeiro a entrar na justiça! Não vou esperar nenhum presidente de sindicato que o faça! Vou lutar pelo reconhecimento do concurso de 2007!”, bradou com aquela sua voz de trovão.

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A Wagner Pamplona, Procurador Geral do Município, ficou o encargo de expor questões técnicas e os trâmites por que passou a homologação do certame junto ao TCM:

 “Existem muitas falas sobre o mesmo assunto, muitas delas não condizem com a veracidade dos fatos. O que precisa ser entendido é que todo processo seletivo público deve ser analisado desde a sua criação, todo organização deve ser enviado para sua análise de legalidade junto ao TCM. O fato é que o TCM não é órgão judicial, é administrativo. O órgão corre de forma muito semelhante aos tribunais de justiça. A gestão municipal no período, deu posse aos 1.554 servidores das mais diversas áreas da administração, mas deixou de apresentar toda a documentação necessária para o reconhecimento da legalidade. A gestão anterior foi notificada por 2 vezes, tendo inclusive uma delas, sendo publicada no Diário Oficial do Estado. Esse não atendimento, levou o departamento jurídico do TCM a se posicionar pela ilegalidade, uma vez que as formalidades não foram cumpridas.”

E prosseguiu, Pamplona:

“Acontece porém, que o TCM cometeu grave equívoco, pois o não atendimento com o envio da documentação gerou ‘irregularidade’ e não ‘ilegalidade’. Como disse o Prefeito em outra ocasião, estamos no aguardo que o TCM se manifeste com resposta a nossos questionamentos. Por hora, o decisão do TCM é definitiva. Se for o caso vamos entrar com pedido de liminar de nulidade de desconstrução da decisão, pois a mesma é descabida de base legal para que sejam garantidos os direitos dos servidores.”

Tonhão propôs, ao final, a criação de comissão dos diversos segmentos do serviço público para que, de forma transparente, os interessados possam acompanhar o andamento do processo.