Tag: William Waack
William Waack é afastado da Globo por comentário racista

Em comunicado divulgado no G1, a Rede Globo anunciou o afastamento do jornalista William Waack de suas funções, incluindo a posição de âncora no Jornal da Globo, após o vazamento de vídeo em que o mesmo faz um comentário, em off, que foi acusado como racista durante a cobertura das últimas eleições americanas.
No comunicado, a Globo ressaltou a posição contrária da empresa quanto ao conteúdo do comentário de Waack e afirmou que irá iniciar conversas com o jornalista para decidir os próximos passos. Confira a íntegra do comunicado:
“A Globo é visceralmente contra o racismo em todas as suas formas e manifestações. Nenhuma circunstância pode servir de atenuante. Diante disso, a Globo está afastando o apresentador William Waack de suas funções em decorrência do vídeo que passou hoje a circular na internet, até que a situação esteja esclarecida.
Nele, minutos antes de ir ao ar num vivo durante a cobertura das eleições americanas do ano passado, alguém na rua dispara a buzina e, Waack, contrariado, faz comentários, ao que tudo indica, de cunho racista. Waack afirma não se lembrar do que disse, já que o áudio não tem clareza, mas pede sinceras desculpas àqueles que se sentiram ultrajados pela situação.
William Waack é um dos mais respeitados profissionais brasileiros, com um extenso currículo de serviços ao jornalismo. A Globo, a partir de amanhã, iniciará conversas com ele para decidir como se desenrolarão os próximos passos”.
Pelas suas origens judaicas, membro de uma raça das mais vilipendiadas por racismo durante séculos, Waack não deveria tomar atitude preconceituosa em relação a outra raça. O fato é emblemático e perpassa um ódio que não deveríamos mais ver no Século XXI, depois dos massacres ocorridos no século anterior.
Aécio Neves não merece a atenção da Globo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes autorizou ontem (6) abertura de novo inquérito para investigar o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Com a decisão, também será investigado o ex-deputado e atual prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PMDB) e o ex-senador de Minas Gerais Clésio Andrade (PSDB). Eles serão investigados a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
No Jornal da Noite, da Globo, a manchete era a delação de Cerveró sobre Dilma. Nem se tocou no nome Aécio.
Pelajona não aguenta pressão de Waack e diz adeus ao Jornal da Globo
Christiane Pelajo não é mais apresentadora do Jornal da Globo. O diretor-geral de jornalismo da emissora, Ali Kamel, informou na tarde de hoje (15) que Christiane se dedicará a um novo projeto e que Waack apresentará o Jornal da Globo sozinho.
Chistiane esteve à frente do Jornal da Globo nos últimos dez anos e pediu para sair por causa do “horário”.
O diretor global anunciou que o Jornal da Globo passará por mudanças e não revelou quais serão essas mudanças. (via UOL TV)
O que sempre foi o melhor jornal da Globo, se tornou uma massa disforme de reação, azedume, má vontade com os números da economia e gráficos tendenciosos, sob a batuta de Waack. Se a Globo está à frente dos interesses dos norte-americanos e dos rentistas, Waack faz uma força especial para demonstrar que é o principal editor alinhado com essa tendência, competindo par e passo com Scherazade no SBT e com o fascista de plantão, Boris Casoy, na Band.
Perguntas de Dilma ao William Waack
Perguntas enviadas hoje por Dona Dilma ao William Waack:
1- As respostas às suas questões podem ser mais curtas que as próprias perguntas?
2- Já tens outro emprego em vista?
3- A Globo está achando pouco o faturamento com o Governo Federal?
4- Achas que devo dar um telefonema para a Fabiana Scaranzi?
5- A mãezinha se encontra em pleno gozo de saúde?
O futuro do Governo: abandonar a gestão de enceradeira louca.

Os cientistas políticos Carlos Melo e Luciano Dias e o economista Simão Davi Silber, da USP, afirmaram hoje, em entrevista na Globo News, concedida a William Waack, que o cenário do Governo Dilma pode não ser tão cor-de-rosa como quer demonstrar a propaganda oficial: o Estado é grande demais, a gestão é desenvolvida com a mesma normalidade de uma “enceradeira louca”, os juros são altos, a inflação é alta (o Chile tem uma meta de 3% de inflação para este ano), a infraestrutura é o desastre que conhecemos, a educação melhora muito lentamente, a dívida está fora de controle.
Os entrevistados lamentaram ainda que Lula, apesar do apoio político do Congresso, não tenha feito ou não tenha tido vontade de fazer, as reformas necessárias: tributária, trabalhista, política, administrativa e, principalmente, a previdenciária. Neste último caso, pintam o quadro como apocalíptico: o déficit da Previdência vai acabar quebrando o Estado.
“Durante o Governo Lula, Palocci e o Paulo Bernando propuseram um ajuste fiscal mais duro e a Dilma desqualificou como sendo uma coisa rudimentar. Esse filme do Estado comandando tudo, nós já vimos o final. Ele termina muito mal”, diz Silber.
Já no site da Faculdade de Economia e Administração, o professor Simão Davi Silber divide os desafios como de curto e longo prazo.
“No curto prazo, é fundamental que o governo não deixe acontecer uma farra fiscal. O aumento do gasto público já vem ocorrendo desde o final de 2008. A crise financeira mundial exigiu medidas porque era preciso agir para amenizar o impacto. Mas o governo passou muito da medida e haverá consequências de curto e longo prazo.”
“Quanto maior é o Estado, menor é o dinamismo. É importante que não se mexa no tripé que deu sustentação à economia nos últimos 12 anos: não deixar explodir as despesas do governo, não interferir no Banco Central – isso seria temerário – e não controlar a taxa de câmbio. Manter o que tem sido feito, o que deu credibilidade ao governo. Medidas de longo prazo seriam as de um estadista. Não dá para fugir mais das reformas e a mais urgente é a previdenciária.”
“Temos também um sistema tributário confuso, é preciso flexibilizar a legislação trabalhista, a relação trabalho/empresas. E, juntando a isso, um investimento maciço em Educação. Nenhum país é rico com população ignorante. Precisamos também investir em infraestrutura porque estamos no limiar de um apagão logístico. Como o país vive em função do mercado internacional, não há espaço para grandes aventuras ou mudanças. O que mais me incomoda é que tivemos quatro mandatos e muito pouco foi feito em reformas. O avanço em pessoas, tecnologia e infraestrutura é modesto”.

