Secretário da Saúde despreza capacidade de engenheiros locais e tenta justificar alto custo de novo projeto do Hospital.

O senhor Secretário de Saúde é pessoa de fino trato e profissional competente.

No entanto, tentar justificar os custos de uma incerta “readequação” do projeto do hospital local não nos parece uma atitude correta.

Quanto custaria um novo projeto, próprio para as características desejadas para Luís Eduardo Magalhães?

Por que as decisões do Prefeito sempre acontecem entre quatro paredes, sem uma consulta pública, sem transparência?

Não foi assim que aconteceu a contratação de advogados de Salvador para liberar os precatórios do FUNDEF, o chamado “contratão”?

Aí essas ações decididas à socapa, de maneira dissimulada, furtiva, são tornadas públicas e o Prefeito tem que voltar atrás, percorrendo o longo caminho das sandálias da humildade.

O Globo denuncia: Famiglia Bolsonaro contratou 102 parentes para seus gabinetes.

O auge do nepotismo. Imagine agora o que está acontecendo nos dias de hoje quando o Clã assumiu o poder e tem mais de 100 mil cargos ao seu dispor. Tudo isso deságua na frase:

“Sim, posso nomear meu filho Embaixador nos Estados Unidos e o Senado pode vetar. Mas daí eu posso demitir o Ministro das Relações Exteriores e meu filho vai comandar, sei lá, uns 200 embaixadores e agregados”.

Quer outro exemplo de arrepiar: no primeiro semestre, dentro do sigilo previsto em lei, as despesas com cartões corporativos na Presidência da República atingiram R$6,1 milhões. Até saques em dinheiro aconteceram. Em todo o Governo, os gastos atingiram R$13,5 milhões.

Agora você entende aquela agressividade toda para responder à imprensa?

O Brasil de hoje não está acontecendo. É só uma miragem, uma ilusão de ótica, uma magia de um bruxo caipira do Vale da Ribeira.

Bolsonaro, insigne jurista, douto tratadista, egrégia suprema corte da República do Paranuê!

No País do meio bujão, do cigarro vendido por unidade, do carro que completa o tanque com “10 real”, por que não um presidente de araque, com linguajar de miliciano?

Digamos, um meio-presidente, com o apoio da mamadeira de piroca, do kit gay e da fakeada, aquela que não sai sangue?