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Chuva é geral no coração do Brasil, onde fez tanta falta.

No Sul, apesar do dia de sol e céu azul, os moradores do Vale dos rios Taquari e Jacuí enfrentam a maior cheia desde 1941. Em Porto Alegre, onde as comportas foram fechadas tardiamente, encontram-se peixes adultos nas ruas. E a situação em Santa Catarina é ainda pior: centenas de milhares de pessoas foram afastadas de suas casas. Os prejuízos materiais são incontáveis.
Em Luís Eduardo Magalhães, às 16 horas, 24º de temperatura, debaixo de uma chuva ligeira. Muito bom para quem enfrentou temperaturas de 38ºC na semana que passou.
MetSul

Cartório Eleitoral de Luís Eduardo fecha no feriado, mas reabre na quinta.

EMBASA avisa que faltará água em diversos bairros da cidade.

Pra quem ainda não conhece, o Sérjo Noro do ENEN.
Deus erra ao criar, o diabo os separa e eles, por si só, se reencontram.
Inês Legível amanheceu desconsolada. Manda pix, por favor!

Vixe! Você votou no papa dos milicianos?
Biden e “Bibi” Netanyahu
Amarildo de olho nas eleições da Argentina!
A cadela do fascismo está sempre no cio.
Workshop de Tráfego Pago em Barreiras.

Mas o Cunha não o ensinou a operar um trust?
Aroeira apresenta, “Poleiro de Heróis”, sucesso aqui e d’além mar.
A luta continua, companheiro, mais na cama do que na rua!
Mas não era a direita que queria evitar casamentos entre pessoas do mesmo sexo?
Se o Estadão diz que o Centrão é gangsterismo puro, quem somos para contrariar?
Parlamentar faria parte de um grupo de “insaciáveis glutões da República”, diz o jornal.
O jornal Estado de S. Paulo apontou, em editorial, que o presidente Lula age corretamente ao resistir às investidas do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), por cargos públicos. “Nada parece saciar a voracidade do Centrão por sinecuras. Isso seria um problema exclusivo de Lula, não fosse o fato de que a chantagem de um grupo de parlamentares prejudica todo o País”, aponta o texto.
“Uma pergunta se impõe: o que afinal saciará a voracidade do Centrão, em particular do grupo chefiado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), por cargos e recursos públicos? Qual seria esse ponto de equilíbrio em que a mágica acontece, isto é, o que ainda precisa ser entregue aos glutões da República para que estes se deem por atendidos em suas exigências, nem sempre inspiradas pelo melhor interesse público?”, questiona ainda o editorialista.
“O País agora parece ter entrado de vez no presidencialismo do esbregue, em que o governo é chantageado à luz do dia, sem qualquer constrangimento e com um grau de agressividade típico das máfias. Isso obviamente nada tem a ver com política. É extorsão”, prossegue. “Lula (ou qualquer outro presidente) pode criar dezenas de Ministérios e escancarar porteiras em apetitosas autarquias, mas nada disso parece suficiente para essa turma – que, na hora do voto, nem lembra que é base do governo”, finaliza.
Generais de pijama, uma odisseia no Planalto!

Chega um dia em que as minionzetes cloroquinadas saem do armário.
Calor, baixa umidade, muito sol e zero chuva.

Os brasileiros sempre tiveram duas opções: entrar na fila do osso ou entrar no Exército.
Uma cirurgia de alto risco!
Cartoon de Miguel Paiva
Tu é surda, Muda?
O depoimento do Valentão Genô será assim.
Lavanderia Brasil: lava mais e melhor, inclusive sábados e domingos.
A vergonha que os portoalegrenses não esquecerão
Minions estão cuspindo fogo com a descoberta dos crimes do “Malvado Favorito”.
Pesquisa Quaest por região: Lula aumenta aprovação.

J.Camelo: como não condenar o cara que entregou os criminosos?
Ofertas especiais do Boteco do Marabá para o final de semana.

Sábado e domingo tem promoções do Boteco do Marabá

Moro já virou a Geni do Senado. Todo mundo joga pedra na Geni.
Cada um sabe onde lhe aperta a botina!
Grandes Operações Tabajara, by Wassef, coiteiro do Minto!
Hoje falta água na zona norte da cidade.

O Criador se revoltou!
Esperando uma nota retificada do General
Esperando Godot era uma expressão muito recitada no antigamente mais antigo, nem tanto remontando aos tempos bíblicos, quando se queria dizer, para o consolo geral, que um cara formidável, paregórico para todos os males, iria chegar. Daí que passou a ser mais fácil esperar por Godot.
Peça de Samuel Beckett, dramaturgo irlandês.
