Salvador, Bahia, uma praça de guerra

Ônibus incendiados, policiais mortos e feridos, deslocamento de tropas do interior, abandono dos 81 módulos policiais. Este é o cenário desta Saigon cabocla em que se transformou Salvador. Ontem, o vereador Cabo Carlos, analisando os últimos fatos policiais da Capital, que tiveram continuidade agora pela manhã, acusou o Governo Jaques Wagner pelo ocorrido: “Ninguém pode cobrar segurança desse Governo Pra Nada. Só vamos começar a ter segurança a partir de 3 de outubro do próximo ano, quando será eleito um novo governador”. Verme, prevaricador, bêbado foram outros adjetivos com os quais Jaques Wagner foi acarinhado, por outros vereadores, na sessão da Câmara de ontem.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “Salvador, Bahia, uma praça de guerra”

  1. Que falta faz um verdadeiro Líder…um Homem com coragem e ousadia como o eterno ACM. Este pseudo Governador Jaques Wagareza está acabando com a nossa Bahia…mas estamos contando os dias e as horas para o retorno daqueles que realmente sabem governar, ou seja, o nosso grupo agora liderado por ACM NETO e que reconduzirá o eterno Governador Paulo Souto ao lugar de onde nunca deveria ter saído. Basta de Wagareza e de tanta Wiolência.

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