O defensor dos fracos e oprimidos

Um dos maiores, se não o maior grileiro de terras da Região Oeste da Bahia, acostumado a comprar posses duvidosas e “arranjar” documentos com cartorários desonestos, está indignado com o Plano Oeste Sustentável. A ação da AIBA, do Instituto do Meio Ambiente e da Secretaria da Agricultura da Bahia, para extinguir o passivo ambiental da Região para não ficar na mão dos fundamentalistas do IBAMA e Ministério do Meio Ambiente, foi condenada no pasquim do Indignado. Ora, senhor Indignado, não me compareça ao leito portando seus borzeguins enlameados. Não se faça de condestável da República sem discorrer sobre as chantagens que financiam seu pasquim.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “O defensor dos fracos e oprimidos”

  1. Realmente.
    Esta região (Oeste baiano) sofre com dois graves problemas.Primeiro – O Passivo ambiental, que certamente será solucionado com ações produtivas e menos apaixonadas, que se realizarão por associações e outras entidades. Segundo- A grilagem de terras que é um problema crônico. Pois conta com a conivência de cartórios que se transformaram em verdadeiras oficinas de ilegalidades e fraudes documentais.

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