Veja só no que dá querer falar (e escrever) em inglês.

Brasileiro é engraçado: mal sabe escrever em português, quer escrever em outros idiomas. Porque esse diabo de freezer não se chama por aqui de gelador?

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

2 comentários em “Veja só no que dá querer falar (e escrever) em inglês.”

  1. Pregamos tanto um falar correto, um escrever correto , estudamos durante quase 20 anos sem parar (isso sem contar pós, mestrado,doutorado e etc) e quem elege todos nossos comandantes é este gênio da escrita que escreve “flije”ao invés de freezer. Fica a pergunta: quem é o certo e quem é o errado? Só sei que Outubro está chegando e adivinha quem vai ganhar?

    1. Pois é Marcio, uns não sabem escrever, e outros lêem nas entrelinhas, e no que você escreveu está embutido muito orgulho e preconceito. Você se acha melhor cidadão, melhor pessoa só porque aprendeu o beabá. Se isso definisse as pessoas, a elite que sempre comandou este país não seria tão vil, não existiria corrupção, pois convenhamos, um analfabeto cujo único pecado é não saber ler e escrever, vale muito mais do que um exercito de cafajestes homens letrados, razão pela qual esse país nunca foi pra frente.

    2. Pelo que eu sei, o Brasil possui muitos analfabetos e semi-analfabetos também e apens uma minoria frequenta ou frequentou uma universidade, mas quem define as políticas públicas deste país miserável é a elite letrada, aquela que quer manter na marra o status quo, a posição de poder.
      – De mais a mais, os ricos empresários forçam o valor venal do salário mínimo para baixo, quando há um pequeno reajuste do mesmo, a inflação rouba o poder aquisivo do pobre e a educação pública sofre com falta de infra-estrutura, de qualificação dos professores que correm de escola em escola para poder preencher a carga horária a fim de melhorar o parco salário, ainda não conheci um professor rico, a não ser um deputado estadual paraense, mas como professor continua na labuta, se fosse depender desta profissão tava phodidu.

      – Sobre as eleições, quem as definem são:

      1. POLÍTICAS ASSISTENCIALISTAS que todo candidato promete dar continuidade, tanto para ser eleito como se manter no poder. Não esqueçamos que PROMESSAS DE CAMPANHA não constituem AGENDA DE GOVERNO.

      2. IGNORÂNCIA SOBRE O PASSADO DOS CANDIDATOS – Na administração estratégica aprendemos que tempo é dinheiro, porque custa caro correr atrás de informações verdadeiras e úteis.

      3. DESESPERO POR MUDANÇAS e as campanhas eleitorais alimentam sonhos.

      Quem tiver alguma contribuição para o acima exposto, que contribua.

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