
O presidente egípcio, coronel Mubarak, diz que vai ficar mais um pouco no sacrifício a pedido do seu partido. Não! Quem disse isso foi o Sarney no Senado! Ou o Lobão no Ministério da Energia. Sei lá, a gente confunde por que a cor da tintura dos cabelos é da mesma marca.
Na noite de hoje, sexta-feira, horário do Egito, Mubarak deixou o governo, não sem antes dar uma reforçada no preto asa de graúna dos cabelos. O próximo!
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Autor: jornaloexpresso
Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril
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A saída do ditador era mais do que esperada. Sempre que um ditador resolve medir forças com uma populaçao legitimamente organizada, ha uma forte e natural tendencia de queda do mesmo.
A história está ai para provar.
A subida de Mubarak se deu por conta da morte do presidente Sadat que, entre outra coisa protagonizou aquela cena na Casa Branca quando assinou um tratado de paz com o Menahem Begin, de Israel.
Sadat deixou saudades, Mubarak não deixará.
O povo, unido, jamais será vencido! Exemplo para o resto do mundo.