Gasto do SUS com ações judiciais passa de R$ 170 mil para R$ 132 milhões em 8 anos

Segundo o ministro Alexandre Padilha, o aumento ocorreu no período de 2003 a 2010 e muitas ações referem-se a pedidos de medicamentos sem eficácia comprovada ou cujos efeitos colaterais ainda estão em estudo. Por isso, muitos não integram a lista de produtos da rede pública, explicou. De acordo com o Conselho Nacional de Justiça, há mais de 240 mil processos judiciais relacionados ao setor de saúde em tramitação. Da Agência BR.

Os pacientes não inventam nomes de medicamentos. A verdade é que o Ministério da Saúde só leva à lista produtos de preço baixo. Recorrer à Justiça para poder ingerir um medicamento não deixa de ser  um medievalismo pungente.

O Governo não quer saber das necessidades dos assalariados, só quer arrecadar quase a metade de seu salário em impostos para manter as sinecuras dos aliados políticos e os cartões corporativos, é lógico.

O que são 132 milhões frente aos 30 mil cargos de confiança que o Governo tem como teúdos e manteúdos na Esplanada dos Mistérios (ou ministérios, como queira).

Vergonha na cara, abre as asas sobre nós!

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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