Diz o jornalista Cláudio Humberto que o apego à pompa e à circunstância pelo diplomata Celso Amorim, durante sua carreira no Itamaraty, fizeram-no ganhar um apelido: “Megalonanico”. Que meda! Agora que o homem tem as forças armadas na mão vem um temor que ele possa invadir o Paraguai para acabar com as fábricas de cigarro e o contrabando de quinquilharias chinesas.
Nunca tive fé em baixinhos. Ou prejudicados verticalmente, como seria correto pronunciar. Na altitude que eles vivem, a pressão do ar é muito alta.
