Desastre também traz perdas de proporções aos grãos.

As cotações futuras dos grãos negociados na Bolsa de Chicago abriram a semana recuando ainda mais. Nesta segunda-feira, os preços da soja e do trigo fecharam a sessão diurna com perdas de quase 30 pontos e o milho com quase 20. O pânico no mercado financeiro levou os fundos a liquidarem suas posições, acelerando as baixas das cotações. 

As incertezas sobre o futuro da economia global seguem assombrando as commodities em geral e as agrícolas amargam dias de severas perdas. Segundo o analista de mercado Vincíus Ito, da Newedge Corretora, trata-se de um mercado que conta com um potencial para cair ainda mais, uma vez que há fundos que continuam atuando. 

O cenário financeiro, que já vinha bastante delicado, refletiu hoje o impacto do anúncio do rebaixamento da classificação de crédito dos Estados Unidos pela agência Standard & Poors na última sexta-feira (5). Os traders seguem aumentando sua aversão ao risco e migrando para ativos mais seguros, como o ouro, por exemplo, que hoje estabeleceu um novo recorde, ou até mesmo o dólar, que nesta segunda-feira fechou o dia acima de R$ 1,60, com a maior alta desde 2010. De Carla Mendes, do Notícias Agrícolas.

Em Luís Eduardo Magalhães, as cotações da soja já espelharam, hoje, a crise mundial, caindo 2 reais por saca de 60 kg, para R$40,

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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