Eliana Calmon: “a serpente está nascendo”.

“Eu preciso fazer alguma coisa porque estou vendo a serpente nascer e eu não posso me calar. É a última coisa que estou fazendo pela carreira, pelo Judiciário”.

Eliana Calmon, corregedora do Conselho Nacional de Justiça, comentando a polêmica surgida no seio da magistratura em relação à sua ação de faxina do Judiciário, em entrevista ao jornal Estadão.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

2 comentários em “Eliana Calmon: “a serpente está nascendo”.”

  1. Coragem guerreira, teus algozes já se aproximam com seus mantos negros e seus capuzes. Coragem, é dura a hora do embate, é dura a hora da guerra. É triste olhar e não ver ao lado tantos companheiros de armas, muitos bandearam-se para o lado do nada. Nebulizaram-se em suas razões, anularam-se por seus espólios e suas mansões. Pior que tudo, submergiram em seu silencio covarde a espera de que um anjo arrebatador os salve de seus demônios interiores muito embora alguns oportunamente ocuparem a arena não para pelear, mas para apresentarem-se como encarnações do bem!
    Coragem guerreira, a plebe desarmada das leis te aguarda não como anjo salvador, mas como um demônio que queime os rascunhos dos tratados espúrios e deixe para trás somente cinzas que adubem um novo acordo.
    A plebe agora desarmada das leis e de vaidades começa a entender que os reis não são imortais, os sacerdotes não são sagrados e os juízes são intocáveis. São apenas homens – que podem substituidos!
    Em meio ao ninho da serpente que hora atacas com a sabedoria da espada da verdade, em meio as medéias empedernidas surge um brado de liberdade!
    Lute, a verdade que aparecer será pouca, mas o sufuciente para enxergar um brilho tênue na escuridão, uma luz bruxuleante que um dia se transformará em raio cauterizador. É preciso cortar a cabeça da serpente que nasce e jogar ao fogo seus pedaços para que nem mesmo seus dentes possam feriar a verdade.
    Mas é preciso que a plebe também saiba que precisa lutar e, na hora sagrada da escolha, selar o pacto com aqueles que devolverão o pensar à razão.
    Escolher os novos eleitos será uma tarefa dura, lá a serpente botou seus ovos e muitas outras nasceram, mas sobra-nos ainda um bom tempo até que, nas proximas eleições, poderão escolher quem modifique esta carta magna defasada e permissiva e que possamos enfim dar leis e direitos que sivam tanto para o povo quanto para seus juízes!

  2. Coragem Eliana!Os cidadãos de bem deste País apóiam esta sua Titânica Luta em defesa de um judiciário limpo que garanta a aplicação correta da lei sem subterfúgios e sem o corporativismo corrupto que o infesta.

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