Farmácia Popular ficou fora do ar nesta quarta-feira.

Leitor da coluna – que prefere não se identificar – denuncia que o sistema informatizado do Farmácia Popular ficou fora do ar, em todo o País, durante toda esta quarta-feira (4). Com isso, milhares de pessoas não conseguiram adquirir medicamentos para diabetes, hipertensão, anticoncepcional, asma, dislipidemia, doença de Parkinson, glaucoma, osteoporose, rinite e fraldas geriátricas. Indignado, o leitor critica que, teve de pagar do seu bolso o remédio para hipertensão, no valor de R$ 70, e não terá direito a reembolso.

“A culpa do sistema estar fora do ar não é minha e não posso ficar sem o medicamento. Se o programa e o governo fossem sérios, mandariam reembolsar estas centenas, milhares de pessoas que foram as farmácias e não foram atendidos”, reclama.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “Farmácia Popular ficou fora do ar nesta quarta-feira.”

  1. Hoje fui a Pacheco , Drogasmil e outras duas pequenas farmácias em Bangu e Realengo e o sistema está for do ar há 4 dias .Não posso ficar sem os remédios de pressão e diabetes como faço ?Morro?

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