Olha só o que a gauchada anda bebendo junto com a água.

A Zero Hora de hoje noticia que o Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Analíticas Avançadas, sediado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), coletou e analisou, em parceria com um conjunto de universidades, amostras da água fornecida em 16 grandes capitais brasileiras. Porto Alegre apresentou o pior resultado: a maior concentração de cafeína.

Boa parte do que resiste a esse processo é eliminado depois, quando a água é processada para consumo humano. Mas se o esgoto não é tratado, como ocorre na maior parte do Rio Grande do Sul, a cafeína acaba chegando à água tratada. Com ela, vêm hormônios (a maior parte eliminados na urina e nas fezes de milhões de mulheres que usam pílulas anticoncepcionais), atrazina (um herbicida), fenolftaleína (laxante) e triclosan (um bactericida presente em sabonetes, desodorantes e enxaguatórios bucais). Veja a reportagem completa em Zero Hora.

Depois o pessoal estranha porque tem tanto macho nas capitais falando fino e com trejeitos.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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