A sem-vergonhice do Carnaval segundo Bilac

olavo-bilac‎O advogado João Paulo Sabino, barreirense do calcanhar rachado, garimpou este trecho de Olavo Bilac, que só referenda o nosso no post sobre o carnaval:

“Como enfim a sem-vergonhice está no fundo da natureza humana e como não há lodo que não goste de aparecer ao sol, inventou-se o carnaval, – três dias libérrimos, setenta e duas horas descaradas em que ficou estabelecido que todos os vícios podem andar à solta, cabriolando na praça pública, de garrafa desarrolhada na mão e perna leve no pincho do can-can.”

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “A sem-vergonhice do Carnaval segundo Bilac”

  1. Coitado do Bilac, devia ser tão infeliz. VIVA O CARNAVAL!!!! afinal como diz o poeta: “ATRÁS DO TRIO ELÉTRICO SÓ NÃO VAI QUEM JÁ MORREU” ou ainda ” O CARNAVAL É INVENÇÃO DO DIABO QUE DEUS CONSAGROU”

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